@RepMariaSalazar@Josefreirebsb1@SecRubio@DeputySecState@POTUS Srs.
Ortega needs to go keep Maduro company in NY. With this, the US shows that it will no longer tolerate dictators in its backyard. Enough is enough! Díaz-Canel, Lula, and Ortega have already gone too far!
@DeputySecState Just like Raul Castro and Lula in Brazil, this Nicaraguan dictator needs to be forcibly removed by U.S. forces and taken to Guantanamo, or sent to keep Maduro company in NY.
@SecRubio@POTUS
Brazil needs to be rescued. The connections involving Cuba, the Foro São Paulo and Venezuela are becoming increasingly clear... The U.S. is gradually exposing the monsters of the swamp. Brazil is living under a state of exception. Thank you, Mr. Secretary and USA.
@SecRubio@ClaudeLuca_ Mr. Secretary, we hope that after Cuba, Brazil will be the next country the U.S. turns its attention to. Brazil's institutions are no longer functioning.
Enquanto o debate político brasileiro se concentra quase exclusivamente nas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos de Trump, uma decisão tomada pela China de Xi Jinping - principal parceiro comercial do Brasil - avança praticamente sem contestação.
Desde 1º de janeiro de 2026, Pequim passou a aplicar uma tarifa adicional de 55% sobre as importações de carne bovina que ultrapassarem a cota anual definida pelo governo chinês. A medida integra um regime de salvaguarda que permanecerá em vigor por três anos e foi justificada pela China como forma de proteger seus produtores locais.
Embora não atinja toda a carne brasileira, a medida afeta diretamente um dos setores mais importantes da economia nacional. O Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para a China em 2025, mas a nova cota para 2026 foi fixada em aproximadamente 1,1 milhão de toneladas. Todo o volume que exceder esse limite passa a enfrentar a sobretaxa de 55%, reduzindo drasticamente a competitividade do produto brasileiro.
Os efeitos já começaram a atingir o agronegócio brasileiro. A indústria projeta queda de cerca de 10% nas exportações de carne em 2026. Frigoríficos reduzem a produção, concedem férias coletivas e buscam novos mercados. Substituir um comprador do porte da China não será simples.
Quando a tarifa vem dos Estados Unidos, o governo fala em “ataque à soberania”; quando parte da China, finge demência. Enquanto frigoríficos reduzem a produção e o agronegócio calcula prejuízos, Brasília se cala - e grande parte da imprensa também. A indignação, ao que parece, depende da bandeira de quem taxa o Brasil.
A questão não é defender EUA ou China, mas o Brasil. Se uma tarifa americana merece indignação por afetar produtores brasileiros, uma tarifa chinesa de magnitude semelhante também deveria provocar reação proporcional. O que importa é o impacto sobre quem produz, investe e gera empregos no Brasil.
Quando a tarifa vem de Trump, Lula fala em ataque à soberania. Quando parte de Xi Jinping, prevalece o silêncio. No fim, quem paga a conta continua sendo o produtor e o povo brasileiro.
Visitamos Filipe Martins, um dos condenados a penas exorbitantes no 8/1. Se a Lei da Dosimetria estivesse sendo aplicada como deveria, ele já teria sido beneficiado com progressão de regime e estaria em casa. Incompreensível que uma lei aprovada com ampla maioria pelas duas casas do Congresso, com veto presidencial derrubado, com parecer de constitucionalidade pelo PGR e sem qualquer decisão do STF contrária a ela, seja simplesmente mantida em um limbo. Outras centenas de pessoas encontram-se na mesma situação de Filipe Martins, sendo mantidas presas por mais tempo do que a lei permite.
A Lei da Dosimetria é de aplicação urgente, ela pelo menos diminui o sofrimento causado por condenações injustas.