Uma menina precisou ir ao Senado pedir para não tirarem os pais dela.
O "crime"? Ter educado as filhas em casa — meninas que leem dezenas de livros por ano e falam outros idiomas.
Enquanto bandido de verdade fica solto, uma família que ama e educa os filhos é tratada como ré.
Assista até o fim. E me diga: isso é justiça? 👇
#cristinagraeml
#senado
#paraná
O armazenamento do teu Android está cheio.
Apagas fotos, vídeos, apps… e continua cheio.
Porque não são os ficheiros visíveis que ocupam espaço. A maior parte é lixo escondido que o Android nunca te mostra.
Limpei o meu ontem e recuperei 19GB sem apagar uma única foto.
Aqui está como:
Olavo mencionou Caco Barcelos algumas vezes. Por exemplo: "Anos atrás, quando demostrei a absoluta impossibilidade física do crime que uma espetaculosa reportagem de Caco Barcelos atribuía às Forças Armadas, fiquei chocado ao ver a denúncia ostensivamente falsa ser laureada não com um, mas com dois prêmios jornalísticos. Eu ainda não havia compreendido que, no novo jornalismo que se praticava no Brasil desde os anos 80, o desprezo pela diferença entre verdadeiro e falso não era um desvio da norma profissional: era a própria norma. Só comecei a suspeitar disso quando, por força das pesquisas para o meu livro A Mente Revolucionária, me vi obrigado a prestar muito mais atenção do que desejaria às obras de Jacques Derrida, Jean-François Lyotard, Gianni Vattimo e outros autores 'pós-modernos'. Então me dei conta, retroativamente, de que as idéias desses senhores haviam dominado tão amplamente o meio universitário brasileiro – principalmente as escolas de jornalismo e letras –, que a simples tentação de contrariá-las já era reprimida in limine por meio do escárnio, das rotulações humilhantes e das ameaças explícitas. Mas não é só por meio da pressão autoritária que os professores ativistas sufocam na massa estudantil a capacidade de pensar. O conteúdo mesmo da mensagem pós-moderna é repressivo e paralisante. Negando a verdade, o conhecimento, o significado, a razão e por fim a própria existência do sujeito cognoscente, o pós-modernismo cria um vácuo mental no qual a única referência, o único valor, a única autoridade que resta é ele próprio: a vontade de poder do grupo de intelectuais iluminados. A ela os jovens se rendem com devoção servil e cega, jurando, paradoxalmente, que com isso se elevam ao mais alto cume da rebeldia, da independência e do 'pensamento crítico'."
Eric Slover, que recebeu ontem a Medal of Honor por suas ações na captura do ditador Nicolás Maduro, é a personificação do soldado profissional autêntico.
Só pelo fato de ter a patente Chief Warrant Officer 5 (CWO 5) já é algo muito raro. No ombro direito, ele tem o distintivo de combate do Comando de Operações Especiais, a "Delta Force" da aviação.
Foi o primeiro CWO 5 na história a receber a Medal of Honor e tem 10 distintivos de combate, o que significa que ele esteve, no mínimo, 5 anos em ambiente de combate.
Em resumo, o cara é brabo!
Super Bowl, Multiculturalismo e a Guerra contra a América
Desde 1917, a esquerda revolucionária identificou o Excepcionalismo Americano como obstáculo central ao seu projeto de hegemonia global. Os Estados Unidos não eram apenas um adversário — eram a prova viva de que a moral cristã, a liberdade individual, o Estado limitado e o livre mercado superam qualquer experimento coletivista em prosperidade e garantia de direitos fundamentais.
Os EUA não poderiam ser derrotados militarmente. Precisariam ser destruídos desde dentro, por meio de uma guerra cultural.
A Transmutação: de Luta de Classes a Luta de Identidades
Após a Segunda Guerra Mundial, os soviéticos operaram uma síntese estratégica brilhante. Apropriaram-se do conceito fascista de "nações proletárias" — países supostamente "explorados" pelo capitalismo — e deslocaram o conflito do plano econômico para o geopolítico e identitário. Os EUA passaram a ser retratados como a potência "imperialista" global.
Mas a jogada decisiva foi a guerra de subversão cultural. A Escola de Frankfurt exportou para a academia americana a Teoria Crítica: uma metodologia que substitui a busca pela verdade objetiva pela análise perpétua de "estruturas de opressão". Não se trata de entender a realidade — trata-se de desconstruí-la.
A URSS caiu em 1991. O projeto não. Foi absorvido pelo globalismo — elites supranacionais que sonham com um mundo sem fronteiras, sem nações, sem identidades resistentes ao seu controle centralizado.
Multiculturalismo: Diversidade Atomizada vs. Unidade Nacional
O multiculturalismo doutrinário — distinto da pluralidade orgânica — tornou-se ferramenta de fragilização da soberania nacional. A tese é sedutora: diversidade atomizada seria superior à unidade nacional. Qualquer expressão cultural merece respeito automático, simplesmente por existir. Nenhuma avaliação de mérito é permitida — isso seria "etnocentrismo".
Exceto, claro, quando se trata da cultura do próprio país anfitrião.
Aí a régua muda completamente. Os valores fundadores americanos? "Racistas". A língua inglesa como elemento unificador? "Xenófoba". A ética do trabalho e mérito individual? "Opressora". O patriotismo? "Nacionalismo branco".
Os globalistas citam o próprio sucesso americano como prova dos benefícios da imigração. Mas distorcem completamente a história.
A imigração americana funcionou por séculos porque havia um Contrato Social de Assimilação. O melting pot não era metáfora — era realidade: você chegava à América, aprendia inglês, abraçava os valores constitucionais dos Pais Fundadores, absorvia a ética do trabalho e respeitava a lei. Você não apenas vinha para a América. Você se tornava americano.
Italianos, irlandeses, poloneses, judeus, asiáticos e mexicanos — todos integraram suas raízes a algo maior. E prosperaram precisamente por isso.
Samuel Huntington documentou em Who Are We? que esse núcleo cultural unificador foi essencial. Sem ele, a diversidade não fortalece — fragmenta. Robert Putnam comprovou empiricamente: diversidade sem coesão gera o que ele chama de "encapsulamento étnico" — desconfiança, isolamento, tribalização. Não por acaso, os países mais desenvolvidos apresentam altíssimos índices de confiança interpessoal. Confiança social é capital — literal e figurativamente. A América prosperou porque construiu confiança através de valores compartilhados. Destrua esses valores unificadores e você destrói o mecanismo que gerou a prosperidade que atraiu os imigrantes em primeiro lugar.
A Instrumentalização do Ressentimento
A Nova Esquerda inverteu completamente essa lógica.
Por meio da Teoria Crítica institucionalizada, incentiva-se que grupos minoritários rejeitem a integração em favor de uma identidade de "resistência". Assimilação vira "colonização interna". Falar inglês vira "opressão cultural". Respeitar leis de imigração vira "racismo sistêmico".
O desrespeito à lei é ressignificado como ato político legítimo contra a "opressão".
Aqui está a ironia brutal: muitos latinos fogem de países arruinados por décadas de clientelismo estatal, corporativismo, populismo e desrespeito às instituições. Hernando de Soto documentou exaustivamente como essas estruturas perpetuam o subdesenvolvimento.
Mas ao chegarem aos EUA, a esquerda os abraça com... exatamente o mesmo modelo: dependência estatal, fragmentação identitária, desrespeito às leis (começando pelas de imigração) e clientelismo eleitoral.
A estratégia é transparente: criar um eleitorado dependente e não assimilado que vote consistentemente pela expansão do Estado — transformando a democracia americana na mesma dinâmica de republiqueta bananeira que gerou o êxodo migratório inicial.
É como fugir de um incêndio e ajudar a atear fogo no prédio em que você se refugiou.
O Espetáculo como Ferramenta de Hegemonia Cultural
Antonio Gramsci teorizou que a conquista do poder não se dá apenas pela força, mas pela hegemonia cultural — o controle das instituições que produzem significado: academia, mídia e entretenimento.
Sob essa ótica, o show do Super Bowl em espanhol porto-riquenho deixa de ser entretenimento neutro. Torna-se exercício de hegemonia cultural.
Não aconteceu no vácuo. Aconteceu no auge do debate sobre a aplicação das leis imigratórias. Aconteceu como resposta política direta. Políticos esquerdistas celebraram o evento explicitamente como "resistência".
A celebração da "cultura latina" é fachada para uma agenda que desafia deliberadamente a unidade nacional e a aplicação da lei. É demarcação linguística e política.
E a estética? Frequentemente reduz o imigrante latino a estereótipos de marginalidade ou hipersexualização — tratando-os como massa de manobra identitária. No fundo, fica em evidência o desprezo da esquerda pelos latinos.
A Escolha Civilizacional
A verdadeira defesa da dignidade latina — e de qualquer grupo — passa pela defesa das instituições que fizeram dos EUA o destino final de quem busca liberdade.
Não pela importação dos erros políticos que arruinaram suas nações de origem.
A América sempre prosperou não apesar da diversidade, mas porque soube integrá-la a valores universais maiores: liberdade, lei e ordem, mérito e trabalho.
Destruam-se esses elementos unificadores e o que resta? Tribos competindo por recursos estatais. Identitarismo. Ressentimento institucionalizado. Fragmentação.
A esquerda sabe disso. Por isso o ataque é sistemático contra tudo o que torna a América excepcional.
A questão não é se imigrantes contribuem. Contribuem e sempre contribuíram. A questão é: vêm para construir o sonho americano ou para desconstruí-lo? Vêm para se integrar ou para serem instrumentalizados?
Esta é a guerra cultural que define nossa época. Em um cenário onde a cultura precede a política, tratar o que ocorre no palco do Super Bowl como "apenas entretenimento" não é apenas uma falha de percepção — é uma rendição intelectual diante da captura sistemática do imaginário nacional.
Todas as tardes, dez amigos se encontravam no Bar do Leôncio, no centro da pacata cidade de Santa Aurora, para beber, conversar e esquecer um pouco as preocupações da vida.
A conta era sempre a mesma: R$ 100,00 por rodada de cerveja.
Mas eles nunca dividiam essa conta igualmente, pois sabiam que suas realidades eram muito diferentes — e então decidiram contribuir de forma proporcional ao que cada um podia pagar:
Os quatro mais pobres não pagavam nada.
O quinto, que fazia bicos, pagava R$ 1,00.
O sexto, com um trabalho irregular, dava R$ 3,00.
O sétimo, que tinha um salário fixo, contribuía com R$ 7,00.
O oitavo, funcionário público, pagava R$ 12,00.
O nono, dono de um pequeno negócio, desembolsava R$ 18,00.
E o décimo, o mais rico — um investidor de sucesso — bancava o restante: R$ 59,00.
Todos achavam justo. Todos brindavam juntos. Todos se beneficiavam da cerveja.
Era como funcionam os impostos progressivos no Brasil e em muitos países:
Quem tem mais, contribui mais.
Um dia, o Leôncio, dono do bar, apareceu com uma novidade:
— Meus amigos, vocês têm sido clientes fiéis. Hoje, vou dar um desconto: a rodada vai sair por R$ 80,00!
Foi só alegria. Mais risadas, mais brindes, e até um “viva ao Leôncio!”
Mas aí surgiu uma dúvida:
Como dividir esse desconto de R$ 20,00 de forma justa?
Se os R$ 20,00 fossem divididos igualmente entre os dez, os quatro que nunca pagaram passariam a “receber” dinheiro só por estarem ali — o que parecia estranho.
Então Artur Dourado, o mais rico, propôs:
— E se a gente repartir o desconto na mesma proporção de antes? Cada um ganha um alívio conforme já contribuía. Assim, ninguém perde.
Todos concordaram.
E o novo valor ficou assim:
O 5º passou de R$ 1,00 para R$ 0,00.
O 6º de R$ 3,00 para R$ 2,00.
O 7º de R$ 7,00 para R$ 5,00.
O 8º de R$ 12,00 para R$ 9,00.
O 9º de R$ 18,00 para R$ 14,00.
O 10º (o mais rico) de R$ 59,00 para R$ 50,00.
Todos pagaram menos.
Ninguém saiu no prejuízo.
Todos economizaram.
Mas aí começaram as reclamações...
“Peraí… por ser mais rico economizou R$ 9,00 e eu só R$ 1,00?”
— “Isso não é justo!”— “Os ricos sempre se dão melhor!”
— “Ele tá ganhando mais que a gente com esse desconto!”
Tomados pela indignação, os nove amigos se revoltaram contra o amigo mais rico.
Chamaram-no de aproveitador. Disseram que o sistema favorecia os ricos.
Reclamaram tanto… que no dia seguinte, ele não apareceu mais.
E foi só nesse momento que entenderam:
❌ Sem ele, os outros não conseguiam juntar nem metade da conta.
❌ Sem ele, o sistema não se sustentava.
❌ Sem ele… não havia mais cerveja para ninguém.
Essa história mostra, de forma simples, como funcionam os impostos progressivos:
Quem ganha mais, paga mais.
Mas se você pune quem sustenta a estrutura, o sistema inteiro desmorona.
Moral da história:
“O socialismo fracassa… quando acaba o dinheiro dos outros.”
(Desconheço o autor)
O verdadeiro motivo da invasão americana à Venezuela remonta a um acordo que Henry Kissinger fez com a Arábia Saudita em 1974.
E vou explicar por que isso se trata, na verdade, da SOBREVIVÊNCIA do próprio dólar americano.
Não se trata de drogas. Não se trata de terrorismo. Não se trata de "democracia".
Trata-se do sistema do petrodólar que manteve os Estados Unidos como potência econômica dominante por 50 anos.
E a Venezuela acaba de ameaçar acabar com ele.
Eis o que realmente aconteceu:
A Venezuela possui 303 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo.
As maiores do planeta.
Mais do que a Arábia Saudita.
20% de todo o petróleo mundial.
Mas aqui está a parte que importa:
A Venezuela estava vendendo ativamente esse petróleo em yuan chinês. Não em dólares.
Em 2018, a Venezuela anunciou que se "libertaria do dólar".
Eles começaram a aceitar yuan, euro, rublo, qualquer moeda MENOS dólares pelo petróleo.
Eles estavam solicitando a adesão ao BRICS.
Estavam construindo canais de pagamento direto com a China que ignoravam completamente o sistema SWIFT.
E tinham reservas de petróleo suficientes para financiar a desdolarização por décadas.
Por que isso importa?
Porque todo o sistema financeiro americano é construído sobre uma única coisa:
O petrodólar.
Em 1974, Henry Kissinger fez um acordo com a Arábia Saudita:
Todo o petróleo vendido globalmente deveria ser cotado em dólares americanos.
Em troca, os Estados Unidos forneceriam proteção militar.
Esse único acordo criou uma demanda artificial por dólares em todo o mundo.
Todos os países do planeta precisam de dólares para comprar petróleo.
Isso permite que os Estados Unidos imprimam dinheiro ilimitadamente enquanto outros países trabalham para isso.
Financia as forças armadas. O estado de bem-estar social. Os gastos deficitários.
O petrodólar é mais importante para a hegemonia dos EUA do que porta-aviões.
E há um padrão no que acontece com os líderes que o desafiam:
2000: Saddam Hussein anuncia que o Iraque venderá petróleo em euros em vez de dólares. 2003: Invasão. Mudança de regime. O petróleo iraquiano voltou imediatamente a ser cotado em dólares. Saddam Hussein linchado.
As armas de destruição em massa nunca foram encontradas porque nunca existiram.
2009: Gaddafi propõe uma moeda africana lastreada em ouro, chamada "dinar de ouro", para o comércio de petróleo.
Os próprios e-mails vazados de Hillary Clinton confirmam que essa foi a PRINCIPAL razão para a intervenção.
Citação do e-mail: "Este ouro tinha como objetivo estabelecer uma moeda pan-africana baseada no dinar de ouro líbio."
2011: A OTAN bombardeia a Líbia. Gaddafi é sodomizado e assassinado. A Líbia agora possui mercados de escravos abertos.
"Viemos, vimos, ele morreu!" Clinton riu diante das câmeras.
O dinar de ouro morreu com ele.
E agora Maduro.
Com CINCO VEZES mais petróleo do que Saddam Hussein e Gaddafi juntos.
Vendendo ativamente em yuan.
Construindo sistemas de pagamento fora do controle do dólar.
Petição para ingressar no BRICS.
Parceiros: China, Rússia e Irã.
Os três países que lideram a desdolarização global.
Isso não é coincidência.
Desafie o petrodólar. Mude o regime.
Todas. As. Vezes.
Stephen Miller (conselheiro de segurança interna dos EUA) disse isso em voz alta há duas semanas:
"O suor, a engenhosidade e o trabalho árduo dos americanos criaram a indústria petrolífera na Venezuela. Sua expropriação tirânica foi o maior roubo de riqueza e propriedade americana já registrado."
Ele não está escondendo nada.
Eles alegam que o petróleo venezuelano PERTENCE aos Estados Unidos porque empresas americanas o desenvolveram há 100 anos.
Seguindo essa lógica, todos os recursos nacionalizados na história foram "roubo".
Mas aqui está o problema MAIS PROFUNDO:
O petrodólar já está morrendo.
A Rússia vende petróleo em rublos e yuans desde a Ucrânia.
A Arábia Saudita está discutindo abertamente pagamentos em yuan.
Segue…
O teto do INSS hoje é de R$ 8.157,41.
Para receber esse valor é necessário contribuir R$ 951,63 por mês, durante 40 anos se você for homem ou 35 anos se você for mulher, e mesmo assim não há garantia de receber o teto.
Mas se você investir R$ 951,63 por mês durante os mesmos 40 anos em Fundos Imobiliários ou Ações que geram dividendos, você acumula cerca de R$ 3 milhões.
Esse patrimônio pode gerar uma renda mensal entre R$ 12 mil e R$ 15 mil, de forma sustentável, e até mais em cenários mais agressivos.
No INSS, o dinheiro não é seu.
No investimento, o patrimônio é seu.
(Mais infos na legenda)
Vale a pena ler pois ainda dá tempo de mudar mesmo, tudo, de alto a baixo.
AS PORTAS SE FECHAM PARA OS BRASILEIROS
Stephen Kanitz
Quem tem muito dinheiro já foi embora. Quem ficou, ficará — para sempre.
Os últimos a saírem ainda conseguiram um visto italiano, português, americano.
Os que zombaram da política, que votaram “no que fala pouco”, agora vão entender o preço da omissão.
No Brasil do futuro — que já começou — você somente obedecerá. Obedecerá calado.
Pagará impostos cada vez mais pesados, aceitará uma saúde pública em colapso, verá seus filhos estudarem em escolas sucateadas. E ainda agradecerá, pois reclamar será crime.
Desde o fim do regime militar, único período de crescimento sustentado, nossa renda per capita foi cortada pela metade. Dado escondido pelo IBGE, abafado pela imprensa.
Caímos do 40º onde hoje está a Grécia, para o 81º lugar no ranking global de renda.
Sim, caímos — e acreditamos todo este tempo estar subindo. Foram 40 anos de doutrinação.
Nossos jornalistas, intelectuais e professores venceram: conseguiram fazer o país regredir em nome de justiça social — uma justiça que só distribui miséria.
Como ex-professor universitário, afirmo: nunca ouvi na USP uma conversa séria sobre crescimento. Só sobre distribuição.
Nunca discutimos eficiência. Só aumento de gastos.
Nunca produtividade. Só aumento de salários do funcionalismo.
Agora, quando o Brasil se tornar verdadeiramente inviável, Flórida e Portugal não estarão com os braços abertos para nos receber. Estarão com os portões trancados. E com razão.
A esperança de que Tarcísio, Caiado, ou Ratinho, poderão mudar tudo isso sozinhos, é uma ingenuidade atroz.
Como se trocar o piloto mudasse o avião em queda.
A verdade é amarga: 1,5 milhão de brasileiros irresponsáveis, somados aos 12 milhões que anularam o voto, colocaram no poder um condenado em três instâncias. Mesmo que a primeira instância fosse falha, a segunda e a terceira confirmaram e isso ainda não foi contestado.
Prepare-se. O Brasil caminha para mais 50 anos de estagnação, comandado por políticos e economistas que vivem do que você produz, sem entregar nada em troca.
Mas ainda há tempo para reagir. Comece se educando, politicamente e economicamente.
Exija reformas, desmascare as mentiras, confronte o discurso único.
Ensine seus filhos a pensar — e não a repetir slogans.
Denuncie o populismo, o aparelhamento, a corrupção sistêmica. Vote com coragem, com lucidez, com memória.
O futuro do Brasil não será diferente enquanto os brasileiros forem os mesmos. Mude. Agora.
Ou se conforme em assistir o país definhar — por sua culpa.
(STEPHEN KANITZ é Consultor de empresas e Conferencista brasileiro, Professor na USP, Mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e Bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo)
O sistema completo de freio de aviões em porta-aviões, incluindo cabos e mecanismos de controle, pode custar até US$ 140 milhões. Curiosidade: esses cabos são trocados após cerca de 125 pousos para garantir a segurança operacional.
O Alienista não é apenas um conto sobre loucura.
É algo bem mais inquietante:
O que acontece quando a ciência vira tribunal e a normalidade se torna a maior anomalia (você vai querer salvar este fio): 🧵
1/9
Dossiê – José Dirceu
Ex-guerrilheiro, operador do PT, Ex- chefe da Casa Civil, condenado no Mensalão e na Lava Jato, arquiteto das engrenagens do poder que levaram Lula ao Planalto.
Não foi qualquer um. Foi o cérebro. O homem por trás do Lula e ele está de volta 🚨👇
Em 1980, um professor de filosofia decidiu declarar guerra ao governo peruano e impedir a redemocratização. Ele fundou uma guerrilha comunista que se tornou tão brutal que nem mesmo crianças foram poupadas.
Segue o fio da horrenda história do Sendero Luminoso🧵
COMO A LEI SECA FEZ AL CAPONE VIRAR LENDA DO CRIME
Nos anos 1920, a Lei Seca transformou bares clandestinos e contrabando de bebidas em um império milionário. E quem comandava esse submundo era Al Capone...
Vem no 🧵 conhecer essa história
E.X.T.R.A.O.R.D.I.N.Á.R.I.O 😜👈🏽
TRAGAM UM TROFÉU 🏆 para este EXTRAORDINÁRIO sujeito, que define em apenas alguns segundos, o retrato da MISÉRIA e do CAOS que o Brasil está vivendo....
POR FAVOR ASSISTAM E COMPARTILHEM este vídeo ao MÁXIMO 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
Seu cérebro tem enganado você durante toda a sua vida.
Este ganhador do Prêmio Nobel passou 40 anos provando isso.
Aqui estão as 10 armadilhas mentais que controlam cada decisão que você toma:
(salva para não esquecer)
🧵
BOMBÁSTICA THREAD 🧵 COM A MAIOR ESPECIALISTA EM GLICOSE DO PLANETA TERRA: JESSIE INCHAUSPÉ🔥
Jessie Inchauspé é a maior especialista em glicose do mundo.
Ela revelou que 80% das pessoas aumentam a glicose diariamente (mesmo as pessoas "saudáveis").
A maioria está a envelhecer mais depressa e a destruir os seus hormônios através destas armadilhas ocultas de glicose.
As suas 12 revelações mais chocantes:
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