fui trabalhar de fiscal de prova hoje e minha sala tinha apenas júlias, quando faltava 15 minutos falei "lembrando que as últimas 3 júlias saem juntas" e ninguém riu
Pensando seriamente em ir na bienal só pra ver a palestra da Daniela Arbex, pegar autógrafo e ir embora. Final de semana deve ser um horror fica lá. Melhor ir durante a semana no período noturno.
Tim Curry morreu.
O ator tinha 80 anos e ficou famoso ao participar do clássico "The Rocky Horror Picture Show", em 1975.
O filme, que mistura terror e musical, ganhou trilha sonora que se tornou cultuada.
Eu estou lendo arrastados (sobre o rompimento da barragem de Brumadinho) e agora vi isso que aconteceu no Tibet/Nepal. Eu realmente não estava me sentindo muito bem com o livro e agora ver uma coisa tão parecida com o que aconteceu aqui uns anos atrás me deixou ainda pior.
acho mto funny as pessoas agindo como se tivesse uma puta maracutaia por trás das senhas da bienal e dos ingressos da purple run qdo a realidade é só que são poucas vagas pra uma procura grande. óbvio q vai acabar rápido tem meio milhão de pessoas e os autores tem um limite
Consegui senha pra autógrafos de 3 dos 4 autores que eu queria da bienal. Achei que foi meio bagunçado, seria melhor se eles tivessem já jogado o link antes e o povo tivesse se organizado em fila (igual em shows mesmo). Fora que teve atraso né, mas vida que segue.
"serena joy", música de Olivia Rodrigo, é inspirada na personagem da série "O Conto de Aia".
Na série, Serena é esposa de um dos fundadores do regime teocrático Gilead (onde mulheres não possuem praticamente nenhum direito). A personagem também pode ser considerada uma das fundadoras desse regime. Serena teve papel importante na disseminação das crenças do regime, antes dele sair do papel.
Após Gilead virar realidade, ela percebe como todas as mulheres são afetadas, inclusive ela mesma. As mulheres perdem todos os seus direitos, até o de ler e escrever, e são violentadas diariamente.
"Estão dobrando a esquina
Se fizerem isso com elas,
farão isso com você".
Telefonei, nesta manhã (21), para o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Conversamos por uma hora e vinte minutos sobre temas do relacionamento bilateral e da agenda global.
Sobre a recente imposição de novas tarifas ao Brasil em decorrência das investigações conduzidas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, enfatizei que as alegações que basearam a medida (desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos com trabalho forçado) são infundadas.
Destaquei que as tarifas afetam negativamente tanto o Brasil quanto os Estados Unidos, e afirmei que seguir na mesa de negociação é a melhor opção para os dois países. Reiterei a importância de trabalharmos juntos para que os Estados Unidos continuem sendo um dos principais parceiros comerciais do Brasil. O Presidente Trump concordou com a necessidade de preservar vínculos comerciais fortes e propôs que equipes dos dois países voltassem a se reunir o mais brevemente possível.
Reiterei o interesse brasileiro na cooperação com os Estados Unidos no combate ao crime organizado. Argumentei que grupos criminosos exercem terror cotidiano sobre as populações mais carentes, mas não se confundem com organizações terroristas. Afirmei que o Brasil tem instrumentos para enfrentar essas organizações sem precisar de classificação especial para designá-las. Informei sobre a estratégia do país de asfixiar financeiramente a criminalidade, que já resultou na apreensão de cerca de 17 bilhões de reais, e sobre os planos de transformar 138 presídios em prisões de segurança máxima.
Também comentei sobre a aprovação da Lei Antifacção, que facilita a apreensão de bens e passaportes, bem como sobre a proposta de emenda constitucional que amplia o papel do governo federal na área de segurança pública em colaboração com os Estados da federação. Mencionei o estabelecimento do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus, que reúne oficiais de todos os países amazônicos. O Presidente Trump se dispôs a reforçar a cooperação bilateral e indicou que mobilizaria funcionários de alto escalão para dar seguimento aos entendimentos nessa área.
Trocamos impressões sobre os principais conflitos globais, em especial as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Concordamos sobre a urgência de encontrar uma solução negociada para o conflito entre Rússia e Ucrânia, que já se estende por quase cinco anos. O Presidente Trump teceu considerações sobre as perspectivas de resolução do conflito com o Irã. Lamentei a inoperância do Conselho de Segurança da ONU e, a exemplo do que sugeri aos Presidentes Xi Jinping e Putin, propus a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para encontrar saídas diplomáticas para as crises atuais. Afirmei que os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos.