O modelo Rio 3.5 quebrou a internet esta semana. A reviravolta? Ele é essencialmente o nosso modelo open-source, Nex N2 Pro, usando outro chapéu.
🤯 Analisamos os pesos, e a receita é exata: Rio 3.5 ≈ 0.6 * Nex N2 Pro + 0.4 * Qwen 3.5 Ele até literalmente se apresenta como "Nex N2 Pro" se você perguntar sem o prompt inicial do sistema!
😂 Ficamos lisonjeados que a cidade do Rio tenha usado nosso trabalho para alcançar performance SOTA. Obrigado pela validação definitiva dos benchmarks.
🤝 Mas, no mundo open-source, atribuição importa.
Para mais detalhes, consulte: https://t.co/ZRP2s62EIR
Big if true, and not a moment too soon. Still need to make sure they were not benchmarkmaxxing. Hopefully in the next few days there will be many vibe checks by trusted degens.
As an aside, for those of us in the know Brazil has produced some of the biggest Kaggle superstars over the years, so I would not be surprised if some of that special knowhow that their ML community is renowned for had been at work here.
Wait what? Rio 3.5 Open 397B, developed by IT company of Rio de Janeiro's city government is now SOTA open source and even outperforming Qwen 3.7?
What is happening today.
Never heard of them before.
Alibaba Qwen3.7 slowly fading into irrelevance at the frontier due to proprietary stance.
In it's place we have Minimax M3 and... *checks notes* Rio 3.5 397b, made by the municipal IT company of Rio de Janeiro's city government.
https://t.co/JgIJYVhoEi
Fiquei bem impressionado com esse programa do UOL de análise de pesquisas. José Roberto de Toledo me parece ser um dos jornalistas políticos que tem melhor conhecimento sobre pesquisas, inclusive do ponto de vista técnico.
https://t.co/L9VvmoHMyw
n-ésima evidência que pesquisas eleitorais cujo recrutamento é feito por meio de anúncios em redes sociais salientando sua natureza política têm desproporcionalmente muito mais respondentes politicamente engajados do que outras pesquisas.
Às vezes me perguntam quais considero os melhores institutos de pesquisa.
Como metodologista e estatístico, prefiro me concentrar nas melhores práticas metodológicas. Então fica aqui uma colinha para o que considero as melhores prática metodológicas em pesquisas no Brasil: 🧵+
Aparentemente, boa parte desse site hoje decidiu que são especialistas em metodologia de pesquisa...
Por que não estavam na maior conferência de pesquisa de opinião pública do mundo, a AAPOR, na semana passada, discutindo metodologia com a gente? 😅
A @bbcbrasil, em parceria com o excelente @polling_data, lançou o seu Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil. Como costumo dizer: na minha opinião, o Polling Data é o melhor agregador de pesquisas do país e essa parceria, com o perdão do trocadilho, só tem a agregar! 😁 +
Após a derrubada do veto da Dosimetria, fui atrás dos dados para entender a dinâmica recente entre Planalto e Congresso. A taxa de derrota dos vetos presidenciais, que era de apenas 1,3% no governo Lula 1, saltou para 44% com Bolsonaro e segue em 29% no governo atual.
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1/9📊 A popularidade presidencial e as eleições no horizonte levantaram uma hipótese comum no debate político: a aprovação cai no 1º semestre (pelo peso dos tributos no início do ano) e se recupera no 2º? Fui aos dados testar essa hipótese. Segue o fio. 🧵
Vejam como diferentes formas de se fazer uma pergunta semelhante tem impacto nos resultados.
A pesquisa Meio/Ideia pergunta sobre a decisão do voto sem especificar o candidato (e faz o cruzamento depois). Já a CNT/MDA faz isso de forma explícita no próprio questionário.
Nas eleições americanas de 2024, para tentar encontrar alguns padrões e fazer manchetes, alguns analistas insistiam em fazer "crosstab diving", o que não é muito recomendado, dado a margem de erro maior nessas estimativas. Mas cá estamos. "Acontece nos EUA, acontece no Brasil"
Does tax competition between regions create real growth, or just relocate firms across borders?
Using a novel dataset on state-level VAT incentives and a spatial general equilibrium framework, Plinio Dias Bicalho’s JMP studies Brazil’s “Fiscal War” and finds that governments systematically offer larger tax breaks to mobile sectors like manufacturing, while taxing less mobile services more heavily.
The findings suggest that tax competition creates winners and losers across regions: some states benefit from attracting firms, but nationwide tax harmonization could increase both consumption and public goods provision by reducing distortions in firm location decisions.
Read insights from Plinio Dias Bicalho Jr (Boston University @bu_economics ):
https://t.co/UwU57jf3cs
Trabalho importante de um doutorando brasileiro da Boston University @PlinioBicalho sobre os efeitos regionais de acabar com a guerra fiscal. Estados que dão mais subsídios hoje perdem porque atraem menos empresas, mas todos os estados consegue prover bens públicos melhor.
Eu já tinha cantado a bola: o que a @eptvoficial e o @g1campinas fizeram aí foi um caso gritante de cherry-picking: usaram uma exceção (outlier) como referencial - e foi a deixa para militantes antivacina reforçarem sua fé.
From @TheAthletic: Lucas Pinheiro Braathen made history for Brazil and for South America — he became the first athlete from the continent to win a medal at the Winter Olympics. https://t.co/VWLWNo8oWF