GRACIAS GRACIAS GRACIAS POR DEJARME VIVIR ESTO. POR LOS VASCAINOS QUE HABLARON CONMIGO Y ME RECIBIERON 🥹🥹
Que sufrimiento esos últimos minutos, no puedo creer que Saldivia se volvió Beckenbauer (excepto en una) y que Jardim fue Germano prime. Ojalá haber ganado, pero GRACIAS.
@Alexsandercrvg O jogo de corpo com o domínio pra frente enganando os marcadores do Cruzeiro foi sacanagem
Muita consciência corporal e de espaço, além do controle de bola
@danibecouto1898 Mirassol pega o Flamengo no Maracanã, teoricamente não vencerá
No momento só me importo em ficar em 16º, que é o máximo que esses vagabundos podem fazer no Brasileirão
O texto de Cesar Grafietti sobre recuperação judicial no futebol tem um mérito e um defeito. O mérito é o diagnóstico: clubes contrataram sabendo que não podiam pagar, encargos viraram parcelamento, acordos foram descumpridos, o sistema foi permissivo. Correto, e nada disso é novidade.
O defeito é tudo o que vem depois. Porque a receita proposta — endurecer a recuperação judicial, criar classe privilegiada para dívida entre clubes, aplicar transfer ban durante o processo, obrigar conversão de passivo em capital e tratar a falência como horizonte pedagógico — não recupera um real para credor nenhum. Ela apenas garante que o devedor produza menos dinheiro do que já produz.
E convém dizer com todas as letras, porque o debate público brasileiro se acostumou ao contrário: a recuperação judicial não é vantagem. Não é benefício. Não é fartura. Não é calote institucionalizado. É o reconhecimento formal de uma insolvência que já existia, com custo altíssimo e liberdade reduzida.
1. Ou é protelação, ou é vantagem brutal. Não pode ser as duas.
Num trecho, sustenta-se que a RJ é quase uma protelação dos problemas, porque as dívidas fiscais parceladas não são atingidas e as dívidas com garantia ficam de fora.
Noutro, sustenta-se que o stay period é uma "vantagem competitiva brutal", porque as receitas passariam a servir apenas para pagamento de salários.
Escolha uma. As duas não sobrevivem juntas.
Se o fisco continua sendo pago (art. 6º, §7º-B, da Lei 11.101/05), se o crédito com alienação e cessão fiduciária de recebíveis segue integralmente fora do concurso (art. 49, §3º), se a antecipação de receita já cedida continua sendo debitada na origem, e se as obrigações extraconcursais correntes seguem vencendo normalmente, então a receita não foi liberada. Foi reordenada na margem — justamente a fatia quirografária que o clube já havia parado de pagar antes do pedido. É por isso que ele pediu recuperação.
O contrafactual embutido no argumento é simplesmente falso. Não existe o cenário em que, sem RJ, o clube estaria pagando. Sem RJ há penhora, bloqueio de receita, execução individual e pagamento desordenado a quem chegou primeiro ao balcão. O clube pagaria menos, pior e a menos gente.
2. O stay period não é prêmio: é sintoma.
O art. 6º, §4º suspende execuções por 180 dias, prorrogáveis uma única vez. Não suspende o que vence depois. Não alcança o fisco. Não alcança a garantia fiduciária. E vem acompanhado de administrador judicial, relatórios mensais (art. 22), vedação de alienação de ativos sem autorização (art. 66) e escrutínio permanente do Ministério Público.
Chamar isso de vantagem competitiva é dizer que o paciente entubado leva vantagem sobre quem respira sozinho, porque não precisa fazer esforço.
3. RJ não é fartura — e não é ela que produz a carestia.
A carestia já existia antes do pedido. A recuperação judicial não cria escassez: ela a torna pública, auditada e administrada. E cobra caríssimo por isso.
O clube em recuperação perde crédito ordinário e passa a pagar spread punitivo por anos. Se precisar de dinheiro novo, contrata financiamento DIP, cujo credor entra como extraconcursal com prioridade (art. 84, I-A) — o dinheiro mais caro do mercado. Compra tudo à vista, porque fornecedor não vende a prazo para empresa em recuperação. Negocia com atleta e empresário em posição estruturalmente inferior, porque quem tem alternativa exige garantia ou pagamento antecipado.
Isso não é fartura. É gestão de penúria sob tutela judicial.
4. O ponto que ninguém quer encarar: punição não vira caixa.
Aqui está o coração do problema.
Plano de recuperação se paga com receita futura. No futebol, receita futura é função direta de competitividade esportiva: cota de TV por divisão e por desempenho, premiação de competição continental, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e valorização de atleta. Não existe outra fonte relevante. Clube não tem estoque, não tem imóvel industrial, não tem carteira de recebíveis diversificada.
“Eu cheguei no Vasco, já sabia como que era, então fui porque queria conhecer de perto o Vasco. A pressão no Brasil é em qualquer clube. A minha passagem no Vasco foi marcante na minha vida, por ter recebido críticas, elogios, já fui vaiado, xingado, aplaudido, já gritaram meu nome em São Januário, já fiz gol em clássico…
Vejo a minha trajetória no Vasco como muito positiva. Eu saí com 120 jogos, não me machuquei em nenhum jogo, não me escondi de nenhum jogo, independente do momento que eu estava passando. Claro, errei, todo mundo erra. Estavam xingando o Brenner, quem deu a classificação para o Vasco?
E quem for para o Vasco vai ter que saber como é o clube, entender como é a torcida, saber a carência do torcedor, e eu fui sabendo de tudo isso. Sou muito grato ao Vasco por esses anos que passei. Foi um momento de felicidade vestir a camisa do Vasco, e estou na torcida para que eles possam fazer um grande final de temporada, porque a torcida merece.”
— Hugo Moura, em entrevista ao @365ScoresBR.
📷 Matheus Lima | Vasco
informação que eu tenho é que já são 200 mil ingressos vendidos pro classico entre Fluminense x Vasco!!!!
120 mil tricolores no setor sul
40 mil tricolores no setor leste
30 mil tricolores no setor oeste
e 10 mil vascainos entre os setores norte, leste e oeste
vamos colocar os pinoquios no devido lugar!!!!!!!
@Alexsandercrvg Português tem que se ligar na impossibilidade completa desse acéfalo ser titular no Vasco. Achei que o vexame que foi a atuação dele quarta-feira já teria sepultado
Depois da saída de Coutinho, há praticamente um consenso no Vasco de que o time deve jogar com um tripé de meias. As chegadas de Deossa e Sosa, se confirmadas, são fundamentais para esse plano de Felipe e Pedrinho, aprovado por Pedro Emanuel: uma equipe mais equilibrada com e sem bola.
🚨 AGORA! River Plate negocia a contratação do meia Rodrigo Garro, do Corinthians.
O argentino de 28 anos pode ser negociado por 7 MILHÕES DE DÓLARES (R$ 35,5 MILHÕES).
🗞️ @Sebasrur
📸 Rodrigo Coca/SCCP
@danibecouto1898 Inclusive ele ter saído foi bom por isso. Seria muito injusto vaiar ou desrespeitar um cara que segurou a bronca pra caralho nos últimos anos. E no ponto que tava, isso ia começar a acontecer inevitavelmente