Lista completa dos países com proibição total de apostas, com o regime político de cada um. O que mais chama a atenção é o regime político de cada país:
Arábia Saudita — Monarquia absolutista (ditadura)
Emirados Árabes Unidos — Monarquia federal autoritária
Catar — Monarquia absolutista
Kuwait — Monarquia constitucional (semi-autoritária)
Irã — Teocracia autoritária
Afeganistão — Regime talibã, teocracia autoritária
Iêmen — Sem regime estável (guerra civil)
Brunei — Sultanato absolutista
Bangladesh — Democracia parlamentarista frágil
Paquistão — Democracia instável
Líbia — Sem regime estável (governo dividido)
Sudão — Guerra civil, sem governo estável
Somália — Estado frágil, sem governo central forte
Cuba — Ditadura de partido único (comunista)
Coreia do Norte — Ditadura totalitária
Camboja — Autoritário de partido dominante
Indonésia — Democracia presidencialista
China (continental) — Estado comunista de partido único (autoritário)
bom que vai ter muito otario com grupinho vip sendo forçado a parar de enganar o povo... eu fazia aposta com frequencia e acho que a proibição vai ser muito valida, principalmente de cassino.
fui em um jogo praticamente sem público na arena pernambuco e pra mim é inimaginável como que esse estádio consegue ter clássico kkkkkkk basicamente só dá pra chegar de transporte público e pra pegar uber é uma merda
Opinião provavelmente impopular:
A Arena Pernambuco foi um desperdício.
No lugar de construir um estádio novo em São Lourenço da Mata, o estado deveria ter reformado o Arruda e/ou a Ilha do Retiro.
E eu arrisco dizer que sairia mais barato.
Se pá, ainda sobraria dinheiro para reformar o Estádio dos Aflitos.
Porque uma coisa precisa ficar clara:
A Arena Pernambuco cheia é maravilhosa.
Eu estava lá domingo, no jogo do Santa Cruz.
O estádio lotado é bonito.
É moderno.
A atmosfera fica espetacular.
Mas isso não apaga o principal problema da Arena.
A localização.
Chegar lá num jogo grande é uma verdadeira luta.
Engarrafamento.
Acessos complicados.
Poucas alternativas de transporte.
Problemas de mobilidade que afastam justamente quem deveria estar mais perto do estádio: o torcedor.
E ainda existe outro ponto.
A Arena já não parece receber o cuidado que um equipamento daquele tamanho exige.
A manutenção deixa a desejar em vários aspectos.
Quando eu falo que deveriam ter reformado o Arruda, é principalmente porque estamos falando do maior estádio da capital e da casa de uma das maiores torcidas do estado.
Mas, pensando exclusivamente em localização e mobilidade, talvez a Ilha do Retiro fosse ainda mais lógica.
Ela está dentro da cidade.
Tem vários caminhos de chegada.
Tem transporte público ao redor.
E permite uma dispersão muito melhor depois dos jogos.
Na minha visão, esse deveria ter sido o caminho.
Reformar os estádios que Recife já tinha.
Modernizar.
Melhorar os acessos.
Preservar a identidade dos clubes.
Só que essa decisão já foi tomada.
A Arena Pernambuco existe.
E não adianta discutir apenas o que poderia ter sido feito.
Agora é preciso cuidar dela.
Manutenção de verdade.
Melhores acessos.
Mais linhas de ônibus em dias de jogo.
Integração eficiente com o metrô.
E, quem sabe um dia, uma solução ferroviária que deixe o torcedor muito mais perto do estádio.
Porque estádio bonito não basta.
Estádio precisa ser acessível.
Precisa funcionar.
Precisa estar integrado à cidade.
E hoje esse ainda é o grande problema da Arena Pernambuco.
Perdiendo 2-0 el clásico de local ante Boca, bajo una tormenta impactante y afuera de la zona de clasificación: lo de la gente de @SanLorenzo no tiene ningún tipo de explicación. Simplemente se siente y se denomina como PASIÓN. 👏🏼
Sambas vencidos por Me Leva na Imperatriz:
2004, 2010, 2011, 2013, 2014, 2023, 2024, 2025 e 2027
Só PEDRADA
Ganhou nas 3 décadas dos anos 2000
Ganhou em 4 dos últimos 5 anos
@PauloFBS isso infelizmente vai acontecer... mas no meu entendimento, com mário ou sem mário, essa suposta proposta nova de 8 bi é abaixo do que o Fluminense merece
🚨 | A decepção de Mário Bittencourt com a SAF do Fluminense
Dirigente ouviu que ocupará cargo “tampão” e não gostou
Uma passagem apenas transitória. Esse foi o motivo da grande chateação do diretor-geral do Fluminense, Mário Bittencourt, com os executivos que comandam a proposta de transformação do clube em SAF. Imaginando que seria uma figura intocável no futebol, ele descobriu que fará apenas a transição como CEO até que um executivo de mercado assuma o comando do Fluminense, caso a SAF seja aprovada.
O homem que imaginava estar no centro do projeto pode acabar servindo apenas para fazer a ponte entre o velho Fluminense e o novo - ainda que a proposta esteja longe de ser uma unanimidade entre a maioria dos sócios e conselheiros.
A ideia de ocupar um cargo “tampão”, submetido a regras de governança dos investidores, não surgiu por acaso. Desde o adiamento do Fla-Flu, quando foi interpelado por um dos principais nomes por trás da proposta de compra do Tricolor e duramente criticado pela postura adotada no episódio, seu nome caiu ainda mais no conceito das famílias milionárias por trás do dinheiro citado pela Lazuli.
Ao responder de forma intempestiva, como costuma acontecer quando algo não sai como deseja, Mário passou a perceber que seria apenas uma peça no tabuleiro, e não o protagonista. Desde então, mudou o tom em relação à venda do Tricolor. Ou seja: Mário Bittencourt parece ter descoberto, da pior maneira, que uma coisa é mandar no Fluminense; outra, bem diferente, é mandar na SAF do Fluminense.
Embora o cenário não seja tão interessante para o diretor-geral, o mandatário Mattheus Montenegro continua firme na ideia de transformar o clube em SAF. O caos financeiro do Tricolor, um ano depois de os dirigentes afirmarem que reduziriam a dívida para vender o Fluminense por um valor superior ao proposto na temporada passada, acabou colocando esse discurso em xeque.
Há quem acredite que Mattheus deseja muito mais vender o clube do que necessariamente permanecer na presidência. A tendência é que uma nova proposta, com até R$ 800 milhões em dinheiro novo e cerca de R$ 8 bilhões em dez anos, considerando o fluxo de caixa, além da assunção da dívida, seja apresentada até o fim do ano no Conselho Deliberativo (CDel).
Nesse cenário, em vez de negociar 65% da instituição, Mattheus Montenegro venderia entre 80% e 85% do Fluminense. A palavra final é dos associados, que deverão votar após ser convocada a Assembleia Geral. Antes disso, contudo, a proposta tem que ter a anuência da maioria do Conselho Deliberativo.
📸 | Antônio Scorza