O senador Flávio Bolsonaro deu continuidade à sua agenda oficial em Washington nesta quarta-feira e se reuniu com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ampliando a série de encontros políticos da comitiva brasileira na capital americana. A reunião aconteceu um dia após Flávio também participar de agendas na Casa Branca, reforçando uma agenda voltada ao diálogo institucional e à aproximação com lideranças do governo americano. Segundo relatos divulgados pela imprensa internacional e brasileira, a conversa abordou temas ligados à cooperação entre os dois países, segurança regional e assuntos estratégicos envolvendo a América Latina. Marco Rubio é hoje um dos nomes mais influentes da diplomacia americana, e o encontro foi visto como mais um compromisso importante dentro da passagem de Flávio pelos Estados Unidos. A agenda também incluiu contatos com integrantes do governo americano e movimentou os bastidores políticos em Washington. A visita chamou atenção por colocar o senador brasileiro em reuniões com figuras centrais da política externa dos Estados Unidos em um momento de debates importantes sobre relações internacionais e cooperação no continente.
Flávio Bolsonaro esteve nesta terça-feira na Casa Branca ao lado de Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo em um encontro com Donald Trump que acabou pegando muita gente de surpresa — principalmente parte da imprensa tradicional. Desde cedo, veículos e comentaristas colocavam a reunião em dúvida, tratando o encontro como improvável ou até como algo que não iria acontecer. Houve quem apostasse que a agenda era apenas especulação e que não haveria qualquer confirmação oficial.
Mas a tarde mudou completamente esse cenário. A imagem dos três ao lado de Trump dentro da Casa Branca foi divulgada e encerrou de vez as dúvidas. O que era tratado como improvável acabou acontecendo diante das câmeras e repercutiu rapidamente nas redes sociais e no meio político.
O episódio virou também um constrangimento para setores da imprensa tradicional, que passaram o dia colocando em dúvida a agenda e acabaram sendo desmentidos pela própria confirmação visual do encontro. Em poucos minutos, a foto tomou conta das redes e virou um dos assuntos mais comentados do dia.
Nos bastidores, a reunião foi vista como um gesto político importante e também como uma resposta direta a quem já tratava o encontro como descartado antes mesmo de ele acontecer. No fim, a imagem falou por si: Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo dentro da Casa Branca ao lado de Trump, enquanto muita gente que cravou que não haveria reunião precisou rever o que disse.
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Ao comentar os bastidores do governo fluminense, Lula afirmou que, neste momento, o mais importante é garantir governabilidade e articulação política no Rio — e a fala acabou sendo interpretada por muita gente como um recado de que apoio institucional pode pesar mais do que voto popular nesse processo. A declaração repercutiu rápido nas redes sociais e também entre lideranças políticas do estado, principalmente porque o Rio vive um momento de indefinição após mudanças na linha sucessória do Palácio Guanabara.
Nos bastidores de Brasília e da Alerj, o comentário foi visto como mais um sinal de que o Planalto quer acompanhar de perto quem terá força para comandar o Rio até a eleição de outubro. Críticos reagiram dizendo que, numa democracia, voto continua sendo a principal base de legitimidade de qualquer governo. Já aliados de Lula afirmam que o presidente falava de estabilidade política e governabilidade num momento delicado do estado. Resultado: a frase ganhou peso político imediato e colocou ainda mais atenção sobre a disputa pelo comando do Rio de Janeiro nas próximas semanas.
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A Justiça da Itália decidiu anular nesta sexta-feira a extradição da deputada federal Carla Zambelli para o Brasil, em uma reviravolta no processo que vinha sendo acompanhado tanto pelo governo brasileiro quanto pelos aliados da parlamentar. A decisão partiu da Suprema Corte de Cassações italiana, considerada a última instância da Justiça no país europeu.
Segundo a defesa de Zambelli, a Corte anulou a autorização anterior que havia sido concedida pela Corte de Apelação italiana no caso envolvendo a condenação relacionada à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ. O advogado Alessandro Sammarco afirmou que, com a nova decisão, a ex-deputada deverá ser colocada em liberdade já neste sábado.
Mesmo com a anulação da extradição nesse processo específico, a situação jurídica de Zambelli ainda não está totalmente encerrada. Isso porque existe um segundo pedido relacionado ao caso em que ela foi condenada por porte ilegal de arma e ameaça armada durante o episódio ocorrido em São Paulo na véspera das eleições de 2022. A própria Justiça italiana decidiu separar os processos.
A defesa também argumentou perante os magistrados italianos que existiriam falhas processuais no Brasil, além de questionamentos sobre as condições do sistema prisional brasileiro. Os advogados tentavam evitar que a ex-deputada fosse enviada de volta ao país para cumprir as penas determinadas pelo STF.
A influenciadora Deolane Bezerra voltou ao centro de uma grande investigação policial nesta quinta-feira. Segundo informações divulgadas por veículos da imprensa nacional, o nome dela chegou a ser incluído na Difusão Vermelha da INTERPOL enquanto ela estava em Roma, na Itália, dias antes da operação ser deflagrada no Brasil.
A nova operação, chamada “Vérnix”, investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro com ligação ao PCC. A Polícia Civil de São Paulo, com apoio do Ministério Público e da Polícia Federal, cumpriu mandados de prisão e bloqueou mais de R$ 327 milhões em bens e contas bancárias.
De acordo com as investigações, a suspeita é de que empresas de fachada e movimentações financeiras teriam sido usadas para ocultar recursos ilícitos ligados à facção criminosa. A defesa de Deolane ainda não comentou detalhadamente o caso, mas pessoas próximas afirmam que ela nega qualquer envolvimento com atividades criminosas.
#deolanebezerra #interpol #policia
Segundo informações que apareceram no depoimento e nas investigações da Polícia Federal, Roberta Luchsinger negou ter repassado dinheiro ao Lulinha vindo do chamado “Careca do INSS”. Porém, a investigação cita movimentações financeiras consideradas suspeitas pela PF.
De acordo com relatórios da investigação, a empresa RL Consultoria, ligada a Roberta, teria recebido cerca de R$ 1,5 milhão de empresas associadas a Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. A empresária afirmou que os valores eram referentes a consultorias e serviços prestados, negando qualquer ilegalidade.
Outro ponto que chamou atenção nas apurações foi o depoimento de uma testemunha ouvido anteriormente pela PF e citado na CPMI do INSS. Segundo esse relato, Lulinha teria recebido uma “mesada” de aproximadamente R$ 300 mil mensais do grupo ligado ao “Careca do INSS”. O valor, porém, ainda é tratado como alegação investigativa e não como conclusão definitiva do inquérito.
Também surgiram menções a uma suposta movimentação de cerca de R$ 25 milhões envolvendo pessoas ligadas ao esquema, informação que ainda segue sob investigação e sem confirmação judicial. Até o momento, Lulinha nega qualquer participação irregular e não foi condenado no caso.
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O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa anunciou oficialmente sua pré-candidatura à Presidência da República, segundo informações divulgadas pela repórter Bia Manfredini, da Jovem Pan.
Com a decisão, Joaquim Barbosa passa a integrar o grupo de possíveis candidatos que devem disputar o Palácio do Planalto nas próximas eleições presidenciais. O cenário político já conta com nomes como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Flávio Bolsonaro e o governador de Minas Gerais Romeu Zema.
Joaquim Barbosa ganhou projeção nacional durante sua atuação no STF, especialmente em julgamentos de grande repercussão política. Nos bastidores, aliados avaliam que sua entrada na corrida presidencial pode ampliar o debate em torno de temas ligados ao Judiciário, combate à corrupção e renovação política.
A movimentação também intensifica as articulações entre partidos e lideranças que já iniciam estratégias para a formação de alianças e construção de candidaturas para o próximo ciclo eleitoral.
Até o momento, detalhes sobre filiação partidária, plano de governo e possíveis alianças ainda não foram oficialmente divulgados.
Durante o lançamento de sua candidatura no Ceará, Ciro Gomes acabou se envolvendo em uma nova polêmica após interpretar um gesto feito por um eleitor como uma suposta referência ao Comando Vermelho. Irritado durante o discurso, Ciro interrompeu o evento e pediu que a segurança retirasse o homem do local, chegando a afirmar que aquilo seria “apologia ao crime”. O episódio rapidamente repercutiu nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos do ex-ministro.
Vídeos gravados por pessoas presentes mostram o momento da confusão e o clima de tensão que tomou conta do evento político. Parte do público considerou a reação exagerada, enquanto aliados de Ciro afirmaram que o ex-governador apenas agiu diante de um gesto que interpretou como provocação em meio ao avanço da criminalidade no país.
A situação ganhou ainda mais repercussão porque aconteceu justamente em um momento em que Ciro tenta reposicionar sua imagem política e recuperar espaço no cenário nacional. Adversários aproveitaram o caso para acusá-lo de destempero e intolerância, enquanto apoiadores argumentam que o combate ao crime organizado precisa ser tratado com firmeza.
Nas redes sociais, o episódio virou combustível para debates políticos, memes e críticas sobre o clima de radicalização nos eventos eleitorais brasileiros.
#cirogomes #ceara
O investimento milionário realizado pelo Banco Master no programa ‘Domingão com Luciano Huck’, da TV Globo, voltou ao centro do debate político após a crise enfrentada pela instituição financeira. Estimativas apontam que o patrocínio ao programa dominical teria custado entre R$ 120 milhões e R$ 160 milhões antes do banco entrar em processo de liquidação.
A repercussão ganhou força depois de declarações do senador Flávio Bolsonaro, que saiu em defesa da relação entre o empresário Daniel Vorcaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a parceria ocorreu de forma comercial, envolvendo o financiamento de um filme sobre Bolsonaro sem utilização de dinheiro público.
Flávio argumenta que o caso recebeu tratamento diferente daquele dado aos contratos publicitários firmados pelo Banco Master com grandes veículos de comunicação. Para aliados do senador, o projeto audiovisual acabou sendo transformado em alvo político, enquanto os investimentos milionários em mídia teriam tido repercussão limitada.
A situação ampliou discussões nos bastidores políticos sobre influência econômica, exposição midiática e critérios adotados na cobertura de relações entre empresários, imprensa e figuras públicas.
O episódio também reacendeu críticas sobre a proximidade entre instituições financeiras e grandes plataformas de comunicação, especialmente em meio ao cenário de dificuldades enfrentado pelo Banco Master.