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Discoveries from Brazil's subtropical Atlantic Forest: 📌 Key Insights:
1️��� More invasive species correlate with lower native tree diversity & richness. 2️⃣ Native & invasive trees coexist frequently. 3️⃣ Invasive trees relate to smaller native leaf areas.
NEW PAPER ON FLOWERING PLANTS - A GLOBAL PERSPECTIVE IN TIME AND SPACE
We have just published a new paper that sheds light on one of Darwin's "abominable mysteries" - the remarkable diversity of flowering plants, with a great international team of authors, lead by Dimitar Dimitrov, Zhiheng Wang and myself.
The paper is entitled: "Diversification of flowering plants in space and time"
It is published in Nature Communications.
https://t.co/iLHjGYDo1X
It contains a new global phylogeny of all flowering plants (14,244 genera) and their global distributions, with associated analyses of diversity patterns in time and space.
In total, the raw data for our phylogenetic analyses included 669,619 records of seed plant DNA sequences for 132,373 infrageneric taxa and 457 families. And the global distribution data set includes millions of province-level distribution records from > 1100 available data sources
Key Findings:
🌸 Early Cretaceous Surge: Flowering plants experienced a significant increase in diversification rates during the early Cretaceous.
🦕 Stability Post-Cretaceous: A period of stable or slightly decreased diversification rates followed until the end of the Cretaceous–Paleogene mass extinction event, 66 million years ago.
🌳 Modern Resurgence: A notable uptick in diversification rates is observed from the post-mass extinction era to the present day.
Our analysis highlights intriguing geographical and temporal patterns:
🏜️ Temperate and Dryland Flora: Younger genera with high diversification rates are prevalent in these regions.
🌴 Tropical Diversity: Older genera with lower diversification rates are dominant, presenting a negative correlation with spatial diversification patterns.
🌍 This comprehensive study not only enhances our understanding of plant evolution but also underscores the influence of global changes since the Cenozoic era on the distribution and diversity of flowering plants.
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A ideia é disponibilizar modelos alométricos florestais, publicados na literatura científica, para serem utilizados diretamente no navegador. Feedbacks e sugestões de modelos a serem considerados são bem vindos.
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“Uma estudante perguntou uma vez à antropóloga Margaret Mead qual considerava o primeiro sinal de civilização em uma cultura. A estudante esperava que a antropóloga falasse de anzóis, bacias de barro ou pedras para amolar, mas não. Mead disse que o primeiro sinal de civilização numa cultura antiga é a prova de uma pessoa com um fêmur quebrado e curado.
Mead explicou que no resto do reino animal, se você quebrar a perna, você morre. Você não pode fugir do perigo, ir para o rio beber água ou caçar para se alimentar. Você se torna carne fresca para predadores.
Nenhum animal sobrevive a uma perna quebrada o tempo suficiente para que o osso cure. Um fêmur quebrado que se curou é a prova de que alguém tirou o tempo para ficar com o que caiu, curou a lesão, colocou a pessoa em segurança e cuidou dele até que ele se recuperasse.
′′Ajudar alguém a passar pela dificuldade é o ponto de partida da civilização ", explicou Mead. “A civilização é uma ajuda comunitária."