Um coração que não perdoa é um coração não perdoado. Se você não consegue perdoar, é porque ainda não percebeu, compreendeu ou aceitou o perdão de Deus.
A 3D reconstruction of a pregnant woman at 32 weeks gestation.
Evidence.
Babies in the womb aren’t body parts.
They are living, unique, dependent, and developing human beings, intrinsically valuable and worthy of life.
“Religious beliefs aren't a question of taste or of personal preference, but of truth. Either Jesus is real and suffered and died and rose again, or he isn't and he didn't do those things. Now, you might think those claims are foolish, but they're no more arrogant than the statement that all religions are essentially the same or all paths lead to heaven, both of which are in fact religious assertions.”
— @AdrielTweets
O Retorno da Artemis II: a prova de fogo
Quatro seres humanos estão prestes a atravessar uma parede invisível de plasma a milhares de graus, viajando a mais de 40 mil km/h, protegidos por um escudo térmico que já apresentou comportamento inesperado.
E será hoje à noite. Ao largo da costa de San Diego.
Às 19:53 (horário de Brasília), a cápsula Orion encontra o topo da atmosfera terrestre a cerca de 11 quilômetros por segundo, ou seja, mais de 30 vezes a velocidade do som.
O ar à frente da nave não consegue sair do caminho.
Ele é comprimido de forma brutal, formando uma onda de choque onde as temperaturas atingem níveis comparáveis - e em pontos, superiores - à superfície do Sol. O gás se ioniza, transforma-se em plasma e envolve completamente a cápsula.
Então, virá o silêncio.
Por cerca de seis minutos, toda comunicação com a NASA desaparece. Nenhuma telemetria confiável. Nenhuma voz. Nenhuma intervenção possível.
A partir daqui, não há controle remoto. Só física. E das “brabas”.
Tudo depende de um escudo térmico de cerca de 5 metros de diâmetro, revestido com Avcoat, um material projetado para falhar da maneira certa.
Mas ele não resiste ao calor.
Ele se destrói.
Camada por camada, o material carboniza, racha, se desprende. Cada fragmento que se perde leva consigo parte da energia extrema da reentrada. É um processo violentíssimo, mas essencial.
Foi justamente esse comportamento que levantou alertas após a missão Artemis I.
Mais de uma centena de áreas apresentaram erosão além do esperado. A causa: gases presos no interior do material que, ao se expandirem sob calor extremo, empurraram partes do escudo para fora.
A decisão para Artemis II foi seguir.
Não substituindo o sistema - mas entendendo seus limites.
A trajetória foi ajustada. Um perfil mais íngreme, com características de “skip reentry”, reduzindo o tempo nas condições mais severas. O suficiente, acredita a NASA, para manter o comportamento dentro do previsto.
Mas esta será a primeira vez que essa confiança é testada com pessoas a bordo.
Em pouco mais de 13 minutos, a Orion desacelera de velocidade hipersônica para algo próximo de um pouso controlado.
Durante esse intervalo, a tripulação enfrenta forças próximas de 4 vezes a gravidade.
Não há motores para desacelerar. Não há sistema de escape.
Até os minutos finais, tudo depende exclusivamente do escudo térmico: uma estrutura curva de titânio e resina enfrentando um ambiente onde erro e sobrevivência são separados por margens invisíveis.
Os paraquedas só entram na fase final, abrindo a cerca de 6.700 metros de altitude. Um sistema de múltiplos velames reduz a velocidade para aproximadamente 27 km/h antes do impacto no oceano.
Por volta de 20:07 (horário de Brasília), a cápsula atinge o Pacífico.
Veremos então que quatro pessoas não apostaram suas vidas.
Elas apenas confiaram no limite do que a engenharia humana consegue prever e executar.
Abaixo, como foi a reentrada da Artemis I.
"She took…and ate: so simple the act, so hard its undoing. God will taste poverty and death before ‘take and eat’ become verbs of salvation."
Derek Kidner, Genesis: An Introduction and Commentary (London: The Tyndale Press, 1967), on Genesis 3:6.
CULTO VESPERTINO: DOMINGO 19H
Série: A Páscoa em toda a Escritura
Hoje, 22/03 – Olharão para o traspassado (Zacarias 12.10-14)
Pregador: Pr. Pedro Paulo Valente
Transmissão: https://t.co/Ify1qWHmTE
Os Epstein Files provam que o grande problema político dos nossos dias não é a decadência história ou a falta de confiança nas instituições democráticas, mas sim a ausência completa de virtude para conter a perversidade que sempre existiu no coração humano.
Fachin disse que o impeachment de um ministro do STF abriria uma “crise institucional gravíssima”. Conversa para boi dormir: nem impeachment de presidente da República abriu crise institucional no Brasil. Na verdade, impeachment é para resolver crise institucional.
Entre a transparência e o espírito de corpo o STF escolheu acobertar as condutas escandalosas de Toffoli e Moraes. O único caminho disponível é levar o Senado a uma inédita ação de controle, via processo de impeachment. Essa será a missão fundamental nos próximos meses.