Tiago Leifert revela que se pudesse reencarnar, gostaria de ser o Neymar. Filho de Neymar, Davi Lucca, vira empreendedor aos 14 anos e vende chaveiro de dinossauro feito com impressora 3D por R$ 99,99. Vini Jr. deixa de seguir 50 mulheres no Instagram. Chelsea contrata Carlinhos Maia como modelo para o lançamento da nova camisa do clube. Virginia Fonseca apresenta novo look para torcer pelo Brasil na Copa, mas fica parecendo a Galinha Pintadinha. Internautas enxergam um bebê no joelho do Neymar. Danilo guarda o celular dentro da cueca. Neymar nega que participará de série de novelinhas live-action produzidas com IA. Torcida brasileira canta música de Sidney Magal no metrô de Nova York. Andressa Urach recebe críticas por fazer propaganda de plataforma de conteúdo adulto vestindo a camisa do Brasil. Karoline Lima questiona se tem Hot Filadélfia na Filadélfia. Luana Piovani compartilha post que alfineta Neymar: “evitem esbarrar na TV para ele não cair”. Vidente Vó Bahiana de Balneário Camboriú prevê que a Seleção Brasileira será abduzida durante o jogo contra a Escócia em 24 de junho.
Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Where’s that tweet about how every video of Mamdani looks like a clip from a Disney movie called Kid Mayor where he just helps people and lives out his childhood fantasies?
mds eu fui olhar o insta desse doente e ele tem uma música de IA pro vô que morreu kkkkkkkkkkkkkkk eh inacreditáv que a gente tenha que viver no mesmo mundo q esse tipo de gente
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
Acho que nem derramei uma lágrima no dia em que me disseram que você tinha partido. Eu só estava em choque.
Foi algumas semanas depois da minha estreia pelo Leganés. Quem estreia aos 18 anos contra o Real Madrid? Era loucura demais. Era um sonho… e então virou um pesadelo. Alguém ficava me ligando de casa. Eu estava irritado. Eu não entendia por que continuavam me ligando.
Atendi, e eles nem suavizaram. Você sabe como é lá em casa. Sem emoção. Só…
“Sua irmã se foi.”
“O quê?”
“Ela morreu.”
“Do que você está falando?”
“Alguém colocou alguma coisa na bebida dela em uma festa, e ela nunca mais acordou. Ela se foi.”
Você tinha 15 anos.
Eu nunca tive nenhuma resposta. Não sei se quero saber o porquê. Talvez tenha sido inveja. Talvez seja apenas algo que acontece no nosso país. Talvez eu pudesse ter te protegido. Eu não sei.
Eu tento confiar no plano de Deus. É tudo que posso fazer. Eu não tento esquecer, porque sei que não vou esquecer. Tudo que posso fazer é usar a dor para trabalhar mais duro, e para fazer tudo que sonhamos.
Escrevi isso porque não consigo falar sobre isso. Escrevi isso porque quero que você saiba que vou garantir que você continue viva. Vou garantir que todos conheçam o seu nome. O mundo inteiro.
Tudo que faço em um campo de futebol é por você.
Tanta coisa aconteceu desde a última vez que te vi… Você nem acreditaria. Eu não sei se eu acredito.
Sabe o que é louco? Depois da minha estreia contra o Madrid, eu realmente troquei camisa com o Mbappé. Lembra quando a gente assistia ele na TV, e você dizia: “Mbappé? Sim, ele é bom. Mas meu irmão é melhor.”
Eu estava errado sobre uma coisa. Eu não quero ser rico. Eu vejo o que isso faz com as pessoas, até com a família. Quando eu estava no Leganés, tudo que eu ganhava, eu mandava para casa. Chegou ao ponto em que eu nem queria mais dinheiro. Era apenas um peso. Eles nunca paravam de pedir. Acho que pensavam que eu já era milionário. Eu nem tinha um apartamento. Eu morava no centro de treinamento, em um quarto sem TV. Só futebol e sono, futebol e sono.
Eu não queria uma casa grande. Eu não queria carros. Eu só queria colocar tudo no futebol. Tudo para mostrar ao mundo que minha irmã estava certa…
Há… você vai achar isso engraçado.
Quando me mudei para jogar no RB Leipzig, eu estava sempre atrasado. Bem, não atrasado. Mas eu chegava na hora, o que na Alemanha significa que você está muito atrasado.
Então você já sabe o que eu fiz depois. Comecei a chegar 90 minutos mais cedo para tudo. Eu chegava tão cedo o tempo todo que os caras começaram a me chamar de “O Alemão”.
Eu sempre preciso exagerar em tudo. Não tenho nenhum equilíbrio. Você sempre dizia isso. O campo é o único lugar onde ainda me sinto em casa. É o lugar onde me sinto calmo, e onde posso falar com você. Eu só queria que você ainda estivesse aqui para eu poder te dizer… Nós conseguimos.
Tudo que você disse se tornou realidade.
Estamos partindo para a Copa do Mundo amanhã. De verdade. Seu irmão vai jogar pela Costa do Marfim, como Drogba, como Yaya, como Gervinho.
Eu nem vejo isso como um jogo. Vejo como um palco. Esta é minha chance de mostrar ao mundo inteiro o que você viu em mim. Toda vez que eu marcar, vou garantir que todos saibam o seu nome. Vou garantir que eles não se esqueçam de você.
Você sempre dizia que eu poderia ser melhor que Cristiano. Se eu o vir lá, vou dizer olá por você.
Vou fazer o que você previu, eu juro. Antes mesmo de eu ter chuteiras de verdade, você dizia para todo mundo: “Meu irmão vai ser o melhor do mundo.”
Vou provar que você estava certa, ou vou morrer tentando.
Seu irmão,
Yan
Ancelotti encontra Scaloni na Copa do Mundo e pergunta pra ele:
- Scaloni, como você consegue escolher jogadores tão maravilhosos?
E o Scaloni responde:
- Eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se a pessoa souber responder ela é capacitada para estar no meu elenco. Vou lhe dar um exemplo...
Scaloni manda chamar Messi e pergunta:
- Messi, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem é ele?
Messi responde:
- Scaloni, esse bebê sou eu.
Ele vira pra Ancelotti:
- Viu só? Mereceu ser jogador da minha seleção.
Ancelotti maravilhado volta a concentração do Brasil, chama o Raphinha e lasca a pergunta:
- Raphinha, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem ele é?
Raphinha responde:
- Não sei. Vou perguntar para meus amigos.
Ele pergunta e ninguém sabe a resposta. Aconselham perguntar ao Neymar.
Raphinha telefona:
- Neymar, aqui é o Raphinha. Tenho uma pergunta pra você: se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã, quem é esse bebê?
Neymar responde imediatamente:
- É lógico que esse bebê sou eu!
Raphinha vai correndo levar a resposta ao Ancelotti
- Ancelotti, se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é meu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Neymar!
Ancelotti dá seu sorrisinho sabido e diz:
- Te peguei, Raphinha... Sua resposta está completamente errada... o bebê é o Messi!