Se o negócio faz até uma criança se arrumando pra escola cedo pra cacete ficar vidrada em jornal, que era meu caso com o Bom Dia Brasil nessa época, é pq a parada é no mínimo envolvente
Tostão em sua coluna na Folha:
“Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente.
O mundo parava para ver o Brasil jogar.
Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências.
É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.”
Se esse tal de Haaland não fizesse os gols mais fáceis do mundo ele seria só mais um norueguês com emprego estável, renda alta, direitos trabalhistas e sociais efetivos, pagador de impostos altos mas bem investidos e pai de uma família planejada e feliz.