Me falaram que se o Messi ganhasse ele seria maior que o Pelé.
Não entendi. Como é que um jogador que é tricampeão do mundo em apenas 4 participações, com 29 anos, pode ser considerado menor do que um cara que tem só 1 título em 6 participações e já está com 39 anos?
Respeitem o maior e melhor de todos os tempos, rei só tem um e se chama Pelé.
a ineficiência da Espanha em abrir o placar é a maior barreira ao plano do Scaloni até aqui. talvez um gol contra possa permitir à Argentina levar o jogo pra onde se sente melhor, o que explica a entrada do Otamendi
Tostão em sua coluna na Folha:
“Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente.
O mundo parava para ver o Brasil jogar.
Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências.
É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.”
As vezes quando eu saio de perto de TV eu fico ouvindo “gooooll” bem baixinho aí quando volto pra perto não tá acontecendo nada
As vezes eu me pergunto se sou esquisofrênico
Tenho quase certeza que boa parte dos torcedores dos EUA (e incluo Trump) acharam que a suspensão para a partida seguinte significaria que a Bélgica iria jogar com 11 e EUA com 10.
Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.