Eu poderia até concordar com ele se ele fizesse o papel de investigar e cobrar coisas no clube para o qual torce.
Esse blá-blá-blá aí é fácil quando não se investiga patrocínio de banco metido com o Master, terreno para estádio, ex-presidente do clube dele ganhando medida provisória e mamando o saco do Bolsonaro, fora o caso mais criminoso de todos que, do jeito que o intitulam como grande investigador, deveria ter rendido uma supermatéria.
Tem jogador que joga pelo clube. Tem jogador que veste a camisa. E tem jogador que entende o que ela carrega. Alex Telles entendeu.
No momento em que o Botafogo era atacado, questionado e diminuído por todos os lados, ele não se escondeu. Foi pra frente das câmeras e defendeu o clube como se defende algo que é seu: “É uma falta de respeito o que falam do Botafogo e a história que tem no futebol mundial. O Brasil tem muitos títulos graças ao Botafogo. A gente é um dos que ficam pra mostrar que o Botafogo é gigante e a gente vai fazer de tudo por essa camisa.”
E ele ficou.
Poderia ter escolhido outro caminho. Poderia ter assinado um pré-contrato, escutado propostas e pensado apenas no próximo passo da carreira. Não fez. Foi sincero, respeitou o clube, respeitou o torcedor e mostrou nas atitudes o que sempre deixou claro nas palavras: entende o tamanho do Botafogo.
Alex Telles não precisou nascer botafoguense para sentir o peso da Estrela Solitária. Chegou, conheceu essa torcida, vestiu essa camisa e tratou o clube como gigante. Como deve ser.
É campeão. É decisivo. É craque. É líder. Mas, acima de tudo, é um jogador que escolheu estar aqui.
Hoje, renova seu vínculo com o Glorioso. E algumas assinaturas valem muito mais do que um contrato. Representam respeito, identificação e compromisso.
Que bom que você fica, Alex.
Alex Telles. Camisa 13. Campeão. Líder. Ídolo do Botafogo.
Tiquinho não foi só um centroavante do Botafogo. Foi o cara que devolveu ao botafoguense uma sensação que parecia esquecida há muito tempo: a de acreditar. O último, pra mim, havia sido Loco Abreu. Quando tudo ainda era desconfiança, fez a torcida voltar a sonhar. Brilhou, falhou, ressurgiu e nos ajudou no maior ano de nossa história. E vivendo um drama pessoal.
Foi parte de muitos que ajudaram a reconectar uma geração inteira de crianças ao clube. Muita gente escolheu vibrar com as cores do Botafogo puxando o calção e fazendo o muque porque primeiro se apaixonou pelo jeito que Tiquinho Soares comemorava os seus.
E, para completar, foi dele o gol que eu tenho certeza que o Nilton Santos gritou mais alto. Te amo, Tiquinho!
Espero que ainda não tenha acabado… uma despedida é merecida! 🖤🤍🔥
O time de 2024 fica cada dia maior, e essa Copa do Mundo só fortalece a minha tese.
O Almada se consolidou na Argentina depois da passagem pelo Botafogo. O Luiz Henrique virou jogador de Seleção durante a passagem pelo Botafogo. O Vitinho poderia estar na Copa. O Alex Telles também. O Igor Jesus chegou à Seleção pelo que fez no Botafogo e poderia tranquilamente ter sido convocado para a Copa. O John provavelmente só não está lá por causa da lesão.
Estamos falando de um time que ajudou a impulsionar ou recuperar a carreira de vários jogadores que chegaram ou voltaram ao mais alto nível.
Se aquele time tivesse vestido outras cores, tudo isso teria sido exaltado pela imprensa. Essa é a verdade.
me recordo muito de uma série de livros que ganhei aos 13 anos, era um pré-RPG que colocava o adolescente como responsável pelo CURSO DA HISTÓRIA: se respondesse A, ia para a página X; se B, página Y. tinha uma interatividade das perguntas sobre a história. (+)
O VOLANTE Danilo em 2026 tem mais gols que
- Neymar
- Julian Alvarez
- Bukayo Saka
- Cherki
- Doué
- Valverde
- Arrascaeta
- Paquetá
- Kaio Jorge
- Vitor Roque
- Yuri Alberto
- Richarlison
- Gabigol
Temporada ABSURDA, melhor jogador do país.