isso se chama desespero
próximo passo quando isso não mudar em absolutamente nada na campanha dela será a desistência da candidatura
vai ficar feio perder pro filho do rival
🇧🇷 URGENTE: GOVERNO PROÍBE BETS EM TODO O BRASIL
Estão vedados novos aportes a todas as bets. Recursos que estiverem nas contas deverão ser resgatados até segunda-feira, dia 5, às 23h59. Se o valor não for resgatado, as bets terão que comunicar os bancos para devolver o valor para os apostadores.
MARTELO BATIDO! 💢 LAMACCHIA VENCE O LEILÃO DA SAF DO VASCO! 🚨
A Almirante Participações S.A, empresa ligada ao empresário Marcos Lamacchia, foi confirmada como vencedora do leilão que colocou em disputa 90% das ações da SAF do Vasco.
🚨 PRINCIPAIS PONTOS DA PROPOSTA HOMOLOGADA DA ALMIRANTE PELA SAF DO VASCO:
• R$ 500 milhões exclusivamente para o futebol;
• R$ 80 milhões do DIP convertidos em participação na SAF;
• R$ 120 milhões para o CT;
• R$ 30 milhões para a base;
• Assume o fluxo de caixa;
• Investidora assume obrigações da RJ e demais dívidas;
• Proibida a venda da participação por 10 anos;
• SAF sem dividendos por 10 anos;
⚠️ E AGORA? QUAIS SERÃO OS PRÓXIMOS PASSOS?
O resultado do leilão é um passo decisivo, mas o processo ainda precisa passar por outras etapas:
1️⃣ Conselho Deliberativo do Vasco — a operação ainda precisa ser submetida à aprovação dos conselheiros.
2️⃣ Assembleia Geral Extraordinária — depois, os sócios do clube também terão que aprovar a operação.
3️⃣ Anresf/CBF — existe uma análise em andamento sobre possível conflito de interesses envolvendo a relação familiar de Marcos Lamacchia com Leila Pereira, presidente do Palmeiras. A agência ainda precisa concluir essa avaliação.
4️⃣ Conclusão da operação — somente após as aprovações e demais condições previstas no processo é que a venda poderá ser efetivamente concluída e Lamacchia assumir o controle dos 90% da SAF.
📌 Ou seja: hoje o Vasco deu um passo extremamente importante rumo a uma nova SAF, mas ainda há alguns passos até a transferência definitiva do controle.
#Vasco #CanaldoPedrosa
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
jogo de seleção 2 meses após a copa do mundo é pra matar, todo mundo com 0 vontade de estar ali
além do mais, que formação tenebrosa, 4-2-4 é o pior esquema do mundo, nem em fifa funciona.
ou abre mão de um das estrelas ou vai ser esse futebolzinho sempre
Primeiro tempo assustadoramente ruim da seleção. Zero pressão no adversário, zero controle do jogo. Meio campo segue sem ninguém e a aposta é toda em bola longa. Tomara que melhore.
vendeu absurdamente esses 4 bagres
fomos de everton, pepê, ferreira pra isso aqui
pelo menos renderam dinheiro pq em campo foi sofrível, tem 1 que é amado por toda a torcida e tem 1/2 gol como profissional no grêmio em 90 jogos
🇪🇪 O Grêmio recebeu quase R$ 300 milhões de reais nas vendas de:
• Alysson Edward (R$ 65,6mi)
• Gustavo Nunes (R$ 74,2mi)
• Viery (R$ 88,5mi)
• Gabriel Mec (R$ 64,9mi)
R$ 293,2 milhões, mais possíveis R$ 13,1mi em bônus pelo Alysson e R$ 11,8mi pelo Viery.
Boas vendas! 👏🏽