Presidente Bolsonaro sentiu-se mal há pouco, com crise forte de soluço, vômito e pressão baixa.
Encaminhou-se ao DF Star acompanhado de policiais penais que vigiam sua casa, em Brasília, por se tratar de uma emergência.
Peço a oração de todos para que não seja nada grave.
Presidente Bolsonaro sentiu-se mal há pouco, com crise forte de soluço, vômito e pressão baixa.
Encaminhou-se ao DF Star acompanhado de policiais penais que vigiam sua casa, em Brasília, por se tratar de uma emergência.
Peço a oração de todos para que não seja nada grave.
O Flamengo foi campeao carioca, os jogadores brincaram, riram e legal foi campeão.
O Corinthians campeao paulista, parece que ganhou o super mundial de clubes. Todo mundo chorando, a torcida desesperada.
A diferença de um gigante, pra um clube fodido.
Bolsonaro não chorou quando a covid devastou o Brasil.
Não chorou quando brasileiros morriam asfixiados.
Não chorou quando a falta de oxigênio sufocou Manaus.
Não chorou quando covas coletivas foram abertas.
Não chorou quando pais, mães, filhos, irmãos deram adeus à distância a parentes queridos.
Não chorou o avanço fúnebre de contadores de destinos, futuros e vidas ceifados pela pandemia.
Não. Debochou. Tripudiou. Ridicularizou.
Indicou remédio inútil, zombou dos doentes, desdenhou do vírus, saiu às ruas, espalhou a doença.
Agiu pela morte. E dela extraiu, sadicamente, razões para sorrir.
O choro cínico e ególatra pela iminência da prisão merecida vale tanto quanto ele - nada.
Se Bolsonaro chora, o Brasil vive - e a cadeia consola quem tanto fez o país sofrer.