— flávio responde pq vc votou contra licença a maternidade
— e seu filho??
— não vai responder? ok, e o caso do vorcaro?
— pt é corrupto
— ok, então pq queria tirar marca das balas?
— os presidiários que nem podem votar votaram em voce kk
— responde
— vou acabar com a corrupção
La intervención de EE. UU. a favor de Flávio Bolsonaro ha sido descarada; la agencia nacional de inteligencia de Brasil, la ABIN, ha presentado pruebas de una intervención que va «desde el lawfare hasta una injerencia abiertamente reconocida».
https://t.co/mW11YYaA3p
Clubes brasileiros depois das bets:
❌dívidas quitadas
❌CTs modernizados
❌estádios reformados
❌ingressos mais baratos
❌funcionários mais bem pagos
✅bagres com salários milionários
✅maiores comissões a agentes
✅dirigentes ficando mais ricos
É necessária muita propaganda pra alguém achar razoável que um vício que tira bilhões da economia por ano é aceitável só pq o futebol brasileiro chegou num nível de esquizofrenia salarial que lateral direito reserva na série A já ganha quase milhão.
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
@somosaopaulinos Temos é que torcer pra quem está abaixo continuar sendo tão ruim quanto o nosso time, pq se depender desses caras arrumarem 45 pontos, já estamos rebaixados.