Essa história de que é só o povo pelo povo, apesar de bonita, é uma excelente armadilha neoliberal. É retórica que se aproveita de uma tragédia para convencer a sociedade de que o melhor e único caminho possível é o Estado mínimo. Que é cada um por si.
Divulgando: Minha dissertação de mestrado, sobre trabalhadoras e trabalhadores negros em Alegrete no pós-Abolição, já está disponível no repositório da UFRGS. A quem possa interessar, acesse através do link https://t.co/8moluEpccJ
Amanhã @alicialik defende sua dissertação intitulada "Educação, trabalho, família e associativismo: experiências negras no campo educacional em Santa Maria/RS no pós-Abolição (1888-1930)", desenvolvida no PPGH da UFRGS, sob orientação da Profª Drª Fernanda Oliveira!
O artigo “Instrução, trabalho e família no pós-Abolição em Santa Maria/RS (década de 1930)”, de autoria da gepiana Alícia Quinhones(@alicialik), foi publicado na nova edição da Revista Aedos.
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Na última terça-feira, no Santander Cultural, em Porto Alegre, Alícia e Guilherme representaram o GEPA como convidados especiais na abertura da exposição “Lupi, pode entrar que a casa é sua” produzida pela Prana Filmes, com curadoria de Carlos Gerbase.
Dia 17/4, o gepiano @pedrosogv defende o trab. Nas margens da República: trabalhadoras e trabalhadores negros no Alegrete/RS pós-Abolição (1890-1910), orientado por Fernanda O. da Silva, terá na banca Paulo Moreira (UFPEL); Maria do Carmo Aguilar (UFRGS) e Cláudia Mauch (UFRGS).