Você sabe me dizer quantas vezes o seu time teve um jogo transmitido em rede aberta? E em rede nacional?
Se você é um daqueles que tem aquela tese de que o seu time aparece pouco na televisão e tudo mais... segue o fio que eu vou trazer pra você alguns números interessantes! 🧶
O Djed Spence tem que agradecer ao Tuchel por ter tido uma oportunidade única na vida de estar numa Copa do Mundo. Com a bola que tem, é Championship e olhe lá.
Essa é a diferença do que fez a Alemanha (e vem fazendo com a nova geração), Inglaterra após o ciclo de 2014, e, principalmente, a França depois dos fracassos.
Ninguém perde por um jogador. Ninguém é eliminado na conta de alguém. Tem 20 anos que o processo tá errado.
Quando Neymar entrou no lugar de Rayan, estava 0-0. O placar final tem relação com essa infeliz substituição feita por Carlo Ancelotti - não foi a única. O Brasil deixou de competir, de pressionar. O jogo passou a acontecer no seu campo. Talvez, a estratégia fosse contra-atacar com Neymar lançando Vinícius. Não funcionou. Era bastante previsível que não funcionasse. Mal funciona no Brasileirão. O cartão amarelo e a ridícula comemoração do gol de um pênalti mal marcado selam o choque de realidade em quem viveu de ilusão por semanas a fio.
A opção do Tuchel por Quansah se dá pela PÉSSIMA atuação do Djed Spence e, principalmente, por uma opção totalmente ousada em deixar o Arnold de fora. As opções ficaram curtas, mas ainda havia ele de nome.
Sem Reece e Tino, com todo respeito aos outros, seria o Arnold.
OPINIÃO! 🚨 Uma das premissas básicas de Michel Foucault em "Vigiar e Punir" é fazer a gente entender que A TECNOLOGIA NÃO É NEUTRA.
Ela busca a neutralidade, mas a neutralidade é sempre impossível. Pelo contrário, o que a tecnologia faz é desengajar os sujeitos de suas escolhas, sejam elas boas ou más.
No fundo, com o acúmulo da tecnologia, Foucault concluía que ela cumpriu sua missão de fabricar “indivíduos úteis e dóceis” para produzir e não questionar.
E o que isso tem a ver com o jogo de ontem? ABSOLUTAMENTE TUDO!!!!!
É a primeira vez que temos um lance, em um momento capital do jogo, em que NINGUÉM viu um desvio da bola. Ninguém, ninguém. Porque talvez tem tenha mesmo.
Nem o juiz, nem o bandeira, nem o quarto árbitro. Nem os jogadores estavam muito certos. Nem ninguém na cabine do VAR olhando as câmeras. NEM MESMO AS CÂMERAS.
Porém, existia uma mini-tecnologia de um chip na bola que mede um abalo sísmico da passagem da bola pelo jogador.
E pra essa tecnologia desse chip em específico isso se configura toque e, por conseguinte, pra toda a humanidade, a gente conclui que isso é toque também.
Você entende que o assunto agora é: temos que discutir o conceito de toque na bola e desvio na bola porque eles não são neutros?
Porque tocar na bola pra gente e pra um chip têm dimensões completamente diferentes? Porque pra um chip e pro ser humano o TOQUE não é uma coisa que se mede por abalo sísmico a nível microscópico?
Só que, no fim das contas, esse toque elimina a Croácia de uma Copa do Mundo. E eles aceitam. E saem de campo. Fair play bonito. E estão certos, claro. Veja bem, não quero revolta.
Mas será uma boa mesmo entregar nas mãos desse tipo minucioso de tecnologia as escolhas do futebol?
Será que o VAR precisa ser tão específico? Tão fundo? Tão microscópico? Será que um ou outro erro de juiz não fazem parte do papo de boteco do dia seguinte?
Ou nossa vida futebolística daqui para frente vai ser assim? Um scanner de eletrocardiograma?
@RobertoIsoppo Tem dois aspectos nesse debate: o toque em si e a questão da regra.
Fisicamente falando eu não tenho como questionar de que toca no cabelo (impossível ter sido no crânio); em cima disso, a regra é bem ruim na aplicação. Esse desvio, em hipótese alguma, devia ser uma nova jogada.
Thomas Tuchel optou por convocar um lateral de uma equipe que se salvou do rebaixamento na última rodada. Além disso, um atacante que na última temporada, mal passou das 10 participações pra gol.
Merece ser eliminado precocemente mesmo.
Foi lindo e bom enquanto durou. O maior da história do basquetebol passou pela maior franquia do basquete mundial. Isso que importa e ficará, pra sempre, na história.