A Rádio Observador ultrapassou novamente a TSF em share a nível nacional. Nunca teve tantos ouvintes como agora na Grande Lisboa. E é a segunda que tem um maior peso dos ouvintes a partir de casa.
#RádioObservador#Audiência#GrandeLisboa
O mês que marcou o início de uma nova crise política levou a um novo recorde de audiências da Rádio Observador, na escuta da emissão online em direto: 184.848 ouvintes únicos, que iniciaram 788.400 sessões de escuta.
O Misterioso Engenheiro Jardim, lançado apenas a meio de março, foi já o nosso sexto podcast mais ouvido, seguido pelo Ideias Feitas e pelo O Bom, o Mau e o Vilão. O top 3 nacional mantém-se com Extremamente Desagradável, O Homem que Mordeu o Cão e Contas-Poupança.
No outro debate, Mortágua foi ligeiramente mais eficaz do que Raimundo, mesmo sem nenhum deles ter aproveitado completamente as oportunidades para apelar aos indecisos. O ponto não era o oponente — era quem estava em casa a ver.
O antigo ministro da TAP e da CP não quis ou não pôde dar-se ao desconforto de apanhar um avião ou um comboio para estar no mesmo estúdio que Inês Sousa Real e perdeu um bocadinho com isso
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Inês Sousa Real baralhou-se no desporto com a frase sobre marcar golo e atirar à tabela, pelo que podemos dizer que marcou cestos de longe (como a diabolização das empresas do lucro por PNS). Deu para manter a claque a bater palmas, mas não foram suficientes para vencer no final.
No outro debate, Luís Montenegro fez mal por mandar Nuno Melo, mas Rui Tavares não devia ter desperdiçado. Tem mais experiência e poderia ter sido mais eficaz do que Mendes Lopes contra Nuno Melo. Mostrou que há mais alguém no Livre, mas esta co-liderança num partido é bizarra.
Imagina-se a conversa entre Paulo Raimundo e os seus camaradas que o acompanharam, quiçá num Trabant da ex-RDA, a caminho do debate com Rui Rocha.
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O que é incrível é tudo isto ser previsível e, mesmo assim, Paulo Raimundo, tão elogiado por estar tão melhor nos debates, continuar sem uma resposta que satisfaça ao menos os seus camaradas, perante a improbabilidade de convencer o resto do mundo.
Quem estiver indeciso se vota PS não ficou mais longe de Pedro Nuno Santos, que apareceu novamente em alta, de forma surpreendente. Quem estiver indeciso se vota IL não ficou mais perto de Rui Rocha — e esperaria um ataque mais eficaz às propostas socialistas.
Não foi só pelas tiradas ensaiadas da calvície e da motosserra de Milei que Pedro Nuno Santos venceu Rui Rocha, que tem de preparar melhor as respostas a perguntas óbvias que lhe são feitas desde a campanha do ano passado.
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Nota apenas para a deselegância final de Pedro Nuno: as regras ditavam que era Mortágua a terminar, mas ele furou a regra para dar mais uma estocada e captar voto útil. Uma deselegância que pode render votos, mas não lhe fica bem.
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Uma coisa é validar as ideias e métodos de Ventura. Outra é avaliar se foi mais eficaz num debate do que o seu adversário. Chegou ou não a mais potenciais indecisos do que Rui Tavares?
Mariana Mortágua costuma estar muito bem preparada, mas não foi eficaz: não conseguiu ferir o adversário com quem admitiu que se quer coligar, não terá conseguido ir buscar indecisos e arrisca-se a nem conseguir estancar a erosão da base eleitoral do Bloco.