Neste domingo a liturgia nos ensina que na oração, seja pessoal ou comunitária, estamos sozinhos diante de Deus e é nessa solidão que reconhecemos Jesus como o Cristo de Deus, e é nessa solidão que descobrimos nossa verdade, nossa identidade profunda.
Celebramos hoje o Domingo dedicado à Divina Misericórdia. A Paz é o dom de Cristo como bênção destinada a todos os homens. Ela é fruto do Amor de Deus, é a paz adquirida com o preço do seu Sangue e que comunica a quantos nele confiam: "Jesus, eu confio em Vós!".
Neste Domingo, a liturgia nos retrata Jesus que salva uma mulher adúltera da condenação à morte. Das palavras de Jesus depende a vida daquela pessoa, mas também a sua própria vida. Jesus sabe o que está no coração de cada homem, deseja condenar o pecado, mas salvar o pecador.
Este quarto Domingo de Quaresma é chamado em latim "in Laetare", isto é, "Alegra-te". Jesus revela o coração de Deus: sempre misericordioso para com todos. E a liturgia convida-nos a alegrar-nos porque se aproxima a Páscoa, o dia da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.
O evangelho nos ensina que a conversão vence o mal na sua raiz que é o pecado mesmo se nem sempre pode evitar as suas consequências. Fazer penitência e corrigir o próprio comportamento não é simples moralismo, mas o caminho mais eficaz para nos transformar-mos em pessoas melhores
No Evangelho o Senhor teve que desmascarar e rejeitar as falsas imagens de Messias que o tentador lhe propunha. Estas tentações consistem sempre na instrumentalização de Deus para os próprios interesses, não impele diretamente para o mal, mas para um bem falso.
Neste domingo o Evangelho nos ensina que as palavras revelam o interior de cada um; e ainda que possam enganar, os frutos não enganam. O melhor modo de conhecer alguém é confrontar suas palavras com suas ações e os respectivos frutos.
No Evangelho Jesus mostra que as pessoas mundanas possuem uma vida triste e infeliz enquanto os seus discípulos que abraçaram a fé possuem a verdadeira felicidade. Não procure a felicidade onde ela não se encontra... enxergue a vontade de Deus e caminhe em direção a ela.
No Evangelho temos a pedagogia da chamada de Deus que não olha para as qualidades dos eleitos mas para a sua fé. A Sua Palavra reaviva em nós a confiança no anúncio do Evangelho. As dificuldades não induzam ao desânimo: nós temos que lançar as redes com fé e o Senhor faz o resto.
Na festa da Apresentação de Jesus no Templo estamos na presença de um mistério, ao mesmo tempo simples e solene, no qual a Santa Igreja celebra Cristo, o Consagrado do Pai, primogênito da nova humanidade. Irradiai sempre e em toda a parte o amor de Cristo, luz do mundo.
O Evangelho das Bodas de Caná constituem de fato o primeiro milagre realizado por Jesus, com o qual Ele manifestou em público a sua glória, suscitando a fé dos seus discípulos. O vinho substitui a frieza das leis, que, como talhas de pedra enquadram as nossas vidas.
O Evangelho narra a visita de Maria à sua prima Isabel. As duas mulheres grávidas, encarnam a expectativa e o Esperado. A idosa Isabel simboliza Israel que espera o Messias, enquanto que a jovem Maria traz em si o cumprimento desta expectativa, em benefício de toda a humanidade.
Neste domingo celebramos a Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria.
Nossa Senhora é o grande sinal da nova humanidade e a primeira a ser redimida pela ressurreição de seu Filho. Com ela exclamemos comprometidos: Deus olha para a humildade dos que se dispõem a servir.
Neste domingo reunimo-nos em torno de Jesus, pão descido do céu. Sempre solidário conosco, ele se revela como pão indispensável para a manutenção do que é essencial em nossa vida cristã. A Eucaristia tem a força de formar em nós um coração de filhos dispostos a viver no amor.
No Evangelho Jesus quer ajudar a multidão a ir além da satisfação imediata das próprias necessidades materiais. O centro da existência, aquilo que dá sentido e esperança firme ao caminho muitas vezes difícil da vida é a fé em Jesus: Acreditai em mim. A fé é o elemento fundamental
O Evangelho reporta a cena da multiplicação dos pães, que depois Jesus comenta na sinagoga de Cafarnaum, indicando em Si mesmo o pão que dá a vida. A Eucaristia é o grande encontro permanente do homem com Deus, em que o Senhor se faz nosso alimento, em que se oferece a Si próprio
O Evangelho apresenta o primeiro envio em missão dos Apóstolos por Jesus. Toda a história tem como centro Cristo, o que garante a novidade e a renovação em todos os tempos. Em Jesus, Deus disse e ofereceu tudo, o Espírito Santo nunca termina de revelar e atualizar o seu mistério.
No Evangelho os concidadãos de Jesus (conhecendo-o como o filho de Maria e o carpinteiro) ficaram escandalizados ao invés de ter fé. Como é possível que não reconheçam a luz da Verdade? Com efeito, o homem Jesus de Nazaré é a transparência de Deus, n’Ele Deus habita plenamente.
Celebramos a solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, eles são chamados colunas da Igreja nascente. Testemunhas insignes da fé, dilataram o Reino de Deus com os seus diversos dons e, a exemplo do Mestre divino, selaram com o sangue a sua pregação evangélica.
Neste domingo o Evangelho nos recorda do gesto solene de Jesus que acalma o mar tempestuoso, que é um claro sinal de seu senhorio sobre os poderes negativos. Deus nunca anula o humano, mas transforma-o com o seu Espírito e orienta-o para o serviço do seu desígnio de salvação.