Não podemos deixar esse vídeo do Fábio Porchat parado, tem que atingir o número de pessoas possível. Uma aula de jornalismo investigativo. Ligações mais que suspeitas, da Igreja da Alagoinha ao Flávio Bolsonaro. Esclarecedor. Quadrilha.
10 motivos para eleger #LulaPresidente13.
Bora lá?🔎
1⃣ Saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, com o Bolsa Família consolidado como pilar da política social e com cerca de 45% das compras de alimentação escolar provenientes da agricultura familiar.
2⃣Controle da inflação e um novo arcabouço fiscal, que substituiu o antigo teto de gastos, apresentado pelo governo como responsável por reformas econômicas aprovadas no Congresso.
3⃣Expansão do SUS por meio do programa Agora Tem Especialistas, que, segundo o governo, realizou 15 milhões de cirurgias em 2025, com planos de ampliar a telemedicina e o uso de IA para triagem.
4⃣O programa Pé-de-Meia, que busca reduzir a evasão no ensino médio e já teria beneficiado 7,3 milhões de jovens.
5⃣Metas educacionais, como elevar a alfabetização infantil de 66% para 80% e criar 111 novos Institutos Federais.
6⃣Agenda trabalhista renovada: fim da escala 6x1, proposta de redução da jornada para 40 horas semanais, sem corte salarial e com proteção social para trabalhadores de aplicativos.
7⃣Combate ao crime organizado por meio da chamada "asfixia financeira", que o governo credita em R$ 35,8 bilhões em prejuízos ao crime desde 2023, além da proposta de criar um Ministério da Segurança Pública.
8⃣Políticas voltadas às mulheres, como a conclusão de 30 Casas da Mulher Brasileira e a implementação da Lei da Igualdade Salarial.
9⃣Um novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) voltado à infraestrutura e à transição ecológica.
🔟Protagonismo diplomático internacional e defesa da soberania nacional, apresentados como marca da atuação externa do governo.
É Lula de novo, com a força do povo!
É #LulaNoCoraçãoDoPovo!
POPULISMOS NO PLURAL📚🇧🇷
Uma vez, em algum lugar, li ou ouvi o cientista político Miguel Lago dizer que o populismo é algo que, historicamente, funcionou como um mecanismo contrarrevolucionário em sociedades profundamente desiguais, como as latino-americanas. Foi assim que cheguei ao livro dele e do Thomás Zicman de Barros, "Do que falamos, quando falamos de populismo".
De dois em dois anos, encaramos a volta da palavra/termo/conceito; por isso, acho importante retomarmos pontos do livro, que, garanto, vale a pena ler!
Os autores partem de um diagnóstico: "populismo" virou, no debate público, aquilo que Ernesto Laclau chama de "significante vazio" de sentido negativo, ou seja, uma palavra tão elástica que serve para condenar qualquer adversário, funcionando, muitas vezes, como sofisma por associação. Isto é, já que ambos são "populistas", seriam equivalentes, apagando diferenças muitas vezes históricas que os autores consideram, corretamente, abissais.
É o caso, no Brasil, da retórica dos "dois extremos" que tenta igualar lulismo e bolsonarismo. Para escapar dessa armadilha sem simplesmente descartar o termo, os autores propõem uma definição própria, construída a partir de três traços que qualquer discurso político pode apresentar em maior ou menor grau:
1⃣Um discurso que opõe "o povo" às "elites", os "de baixo" aos "de cima";
2⃣Uma estética transgressiva, irreverente, popular, que rompe com as formas "respeitáveis" da política institucional; e
3⃣ Uma vocação para transformar instituições, seja destruindo-as, seja refundando-as.
O ponto central do livro é que esses três traços, por si só, não determinam se o populismo é bom ou mau para a democracia liberal. Tudo depende de como o conflito entre "povo" e "elite" é conduzido e percebido.
Os autores distinguem um populismo reacionário (o bolsonarismo), que trata o adversário como inimigo a ser aniquilado e mobiliza ódio e ressentimento para excluir, do que chamam de populismo inclusivo (associado ao lulismo, com ressalvas e ambiguidades reconhecidas), que trata o adversário como rival legítimo dentro de uma lógica agonística e busca incorporar setores historicamente subalternizados (negros, indígenas, mulheres, trabalhadores) a um "povo" de fronteiras abertas, sem apagar suas diferenças.
A relevância para pensar a política hoje está exatamente nesse deslocamento: em vez de tratar "populismo" como sinônimo automático de ameaça à democracia, os autores argumentam que ele pode ser um instrumento analítico para dois problemas urgentes:
1⃣A inclusão de grupos marginalizados em sociedades profundamente desiguais; e
2⃣ A mobilização de maiorias diante de desafios como a crise ambiental, que exigem confronto com interesses estabelecidos.
Ao mesmo tempo, o livro alerta contra o uso indiscriminado do termo pela imprensa e por atores políticos como recurso para deslegitimar qualquer questionamento ao discurso hegemônico, o que, segundo os autores, muitas vezes serve para proteger o establishment mais do que para defender a democracia liberal.
O Bolsa Família vai ser reajustado em 15% para recompor a inflação e proteger o poder de compra das famílias brasileiras. O benefício mínimo passa de R$ 600 para R$ 691.
É o Governo Federal cuidando de quem precisa, combatendo a fome, reduzindo a pobreza e criando condições para que milhões de brasileiros tenham mais renda, oportunidades e uma vida melhor. 🇧🇷
O governo Lula anunciou reajuste de 15,04% no Bolsa Família, elevando o piso de R$ 600 para R$ 691. A oposição chama de "ilegal" e eleitoreiro. Mas os fatos merecem contexto. Segue o fio, que eu te explico!
Isso se soma a um histórico de gestão fiscal: aprovação do novo arcabouço fiscal (substituiu o teto de gastos), reforma tributária do consumo aprovada após décadas de debate, e recuperação do grau de investimento nas agências de risco.