Durante a Geringonça, a direita fartou-se de dizer que vinha aí o diabo, mas o diabo só chegou com o governo da AD:
- O PIB está a diminuir em cadeia;
- A criação de emprego estagnou;
- O preço das casas disparou;
- A dívida pública está a aumentar.
O diabo chegou, chama-se AD!
algo que me revolta plenamente é os ditos “influencers” não utilizarem a sua visibilidade para exporem assuntos realmente relevantes…
fazem uns grwm, uns vlogs, mas falar de assuntos como o estado do país, o genocídio na Palestina, a violência das mulheres, não falam eles…
A composição do novo governo revela uma preocupante falta de visão estratégica para o país. A decisão de não reconduzir o ministro da Economia Pedro Reis mostra claramente que a narrativa do suposto sucesso económico e das irreais estimativas de crescimento, não passavam de retórica e propaganda barata. A incongruência fica evidente. A estratégia falhou e o Ministro não foi reconduzido.
A composição deste novo governo demonstra outras inquietações. A manutenção de uma ministra da Saúde que, desde dezembro passado, carrega sem quaisquer consequências políticas a responsabilidade direta pela crise do INEM, que provocou mortes que poderiam ter sido evitadas, é disso exemplo. Esta continuidade transmite uma mensagem perigosa de impunidade e falta de responsabilidade perante situações tão graves.
A nomeação de Carlos Abreu Amorim como ministro dos Assuntos Parlamentares, que terá ainda a tutela da comunicação social, é particularmente problemática. Amorim é bem conhecido pelo seu estilo provocador e por declarações incendiárias frequentes no Twitter, claramente sem perfil institucional para gerir com equilíbrio e responsabilidade uma área tão sensível como as negociações com os partidos da oposição e a comunicação social. Pelo contrário, esta escolha demonstra claramente a intenção do governo em exercer pressão e controlar a imprensa, pondo em causa a RTP, agência Lusa e ilustrando um sentimento ressentido do Governo para com o quarto poder e, especificamente, com os canais públicos de informação.
Outro sinal de preocupação é o "superministério" entregue a Castro Almeida, que reúne sob uma única pasta entidades estratégicas como o IAPMEI, a AICEP, a Agência para o Desenvolvimento e Coesão, as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), o Turismo de Portugal, a Direção-Geral do Consumidor e até a ASAE. Esta concentração excessiva de poder ameaça gerar centralismo burocrático, ineficiência administrativa e paralisia estratégica, indo contra qualquer lógica saudável de coesão territorial e descentralização.
Áreas fundamentais como Cultura, Juventude e Desporto continuam a ser tratadas como secundárias ou decorativas, o que reflete a visão pobre e limitada sobre aquilo que deveriam ser prioridades estratégicas claras num país moderno e inclusivo. Foram simplesmente agrupadas num ministério que parece mais uma solução de recurso. Um ministério de pastas avulsas entregue a uma ministra aleatória.
Além disso, continua inexplicável a ausência de um ministério específico dedicado à Ciência e ao Ensino Superior. Isso só demonstra a grave desvalorização do conhecimento, da inovação e da investigação, que deveriam ser pilares fundamentais para o desenvolvimento sustentável do país.
É também pouco clara a pasta intitulada "Reforma do Estado". Precisamos urgentemente perceber se se trata de uma verdadeira modernização administrativa ou apenas de uma referência cosmética, repetindo talvez as promessas vazias do famoso documento de Paulo Portas, que anunciava reformas estruturais escritas em letras garrafais, mas sem consequências práticas.
Ao propor esta composição governamental, Luís Montenegro assume claramente um pendor ideológico forte, próprio de uma direita que aposta numa concentração de poder e desvaloriza áreas essenciais a um projeto progressista e moderno. Portugal merecia melhor.
É URGENTE reformar o sistema eleitoral. Ciclo único para ontem, por favor. A esquerda é quem mais perde com o sistema atual. Precisam de se unir e levar à Assembleia uma proposta de renovação do sistema eleitoral e da apuração de deputados.
É triste dizer isto mas sinto mesmo que o país precisa de passar por um tempo de liderança da Direita. Precisam de reavivar a memória do que acontece com a direita a liderar o país. É uma fase negra para a esquerda, mas que considero que pode trazer grandes frutos para o futuro.
Hoje começa um novo ciclo. O LIVRE regressa ao Parlamento para honrar a política e lutar por um país mais justo e mais digno. Estamos aqui por todas as pessoas que acreditam num Portugal onde ninguém fica para trás.
"ai, mas o Parlamento é uma instituição deveras importante e que tem de ser tratada com o máximo de respeito e-"
não, o que a gente tem de fazer é GRITAR e mandar os fachos emigrar
Representarei no Parlamento as 126 mil pessoas que votaram no @BlocoDeEsquerda. Faço-o com três compromissos: debate elevado, proposta convicta, diálogo à esquerda.
André Ventura estreou-se nesta legislatura como sempre foi: um radical populista.
Atacou portugueses, chamou “balelas” à democracia e disse que esta será a última legislatura da Terceira República.
Se a direita o seguir, o que restará não será Portugal, será só ressentimento.
Aguiar Branco diz que a democracia “não se salva nem se defende, constrói-se.” Mas quem não a defende, raramente a constrói.
Sob a sua presidência, a gritaria e insulto tornou-se um novo normal na Assembleia da República.
Respeitamos a legitimidade da sua eleição, mas não esquecemos o seu legado.
Uma mulher é agredida durante anos e a primeira pergunta é “porque é que não o deixou?”. Uma mulher é morta por um homem e a primeira questão que fazem é “porque é que saiu com ele? Conhecia-o? Sabia ao que ia?”. Nunca ninguém questiona o criminoso. Nunca. Estamos CANSADAS!
A Cristina Ferreira acabou de dizer “pôs se a jeito” sobre o caso da rapariga que foi esfaqueada 150 vezes…. Tirem esta mulher da televisão de uma vez por todas #doisas10