@Como_Tanka Homens sendo homens kkkkk
Como eu odeio homens .
Por isso q amo
Mulheres .
Comentários imbecil. Tava inútil
Homens porque vcs n morrem todos
🔴ÚLTIMA HORA: Casal viraliza nas redes sociais após fazer compras do mês com R$ 350 Reais e deixa internautas impressionados
"Como eles conseguiram comprar isso tudo com R$ 350 Reais?", diz internauta.
ENTENDA A FARSA DOS GOLDEN BOYS DO BOLSONARISMO | CPMI DO INSS
O escândalo que começa a ser desvendado pela CPMI do INSS é um retrato fiel do que foi o bolsonarismo no poder: corrupção disfarçada de eficiência, luxo bancado com o dinheiro do povo e o Estado entregue a uma quadrilha de “empreendedores” de fachada.
Por trás dos descontos indevidos nas aposentadorias, havia uma máquina criminosa que movimentou bilhões de reais, enquanto idosos viam seus benefícios diminuírem mês a mês sem explicação.
Quem comandava essa engrenagem?
Os Golden Boys do bolsonarismo.
Jovens milionários, filhos de empresários e servidores ligados ao antigo governo, que transformaram o INSS em fonte de enriquecimento pessoal e financiamento político.
No centro da trama estão nomes como:
Américo Monte Jr., o “clã do consignado”, dono de fintechs e empresas usadas para lavar dinheiro de entidades conveniadas ao INSS.
Felipe Macedo Gomes, o “banqueiro das associações”, ex-presidente da Amar Brasil, que recebeu milhões e doou R$ 60 mil à campanha de Onyx Lorenzoni, ex-ministro da Previdência.
Anderson Cordeiro, o “estrategista das fintechs”, responsável pela integração de dados que permitia descontos automáticos nas aposentadorias.
Igor Delecrode, o “biométrico das falsificações”, que criou sistemas digitais para forjar autorizações e simular assinaturas.
Luciano Fracaro, o “empresário reincidente”, já condenado por fraudes, que voltou ao jogo durante o governo da extrema direita.
Fernando Cavalcanti, o “operador de luxo”, dono de mansões, Ferraris e relógios de coleção, investigado por contratos fantasmas e lavagem de dinheiro.
Maurício Camisotti, o “financiador oculto”, empresário da saúde e sócio oculto de entidades como AMBEC, CEBAP e Unabrasil, todas criadas e mantidas durante o governo bolsonarista.
Esses homens se apresentavam como inovadores, empresários de sucesso, “novos gestores”.
Mas por trás das fintechs, dos clubes de benefícios e das holdings milionárias, escondia-se uma máquina de desvio, propina e falsificação.
O dinheiro saía diretamente dos contracheques dos aposentados e parava em contas particulares, empresas de fachada e offshores no exterior.
Tudo isso amparado por atos assinados entre 2019 e 2022, quando o governo da extrema direita revogou proteções de dados, ampliou margens de consignado e desmontou a fiscalização do INSS.
Foi nesse cenário que os Golden Boys prosperaram.
Com a conivência de servidores nomeados politicamente, o sistema virou um negócio de família.
Enquanto o povo perdia centavos, eles compravam Ferraris, apartamentos de luxo e faziam doações milionárias para campanhas eleitorais.
Agora, as investigações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União mostram o rastro de luxo, corrupção e blindagem política que o bolsonarismo deixou dentro do Estado brasileiro.
A CPMI do INSS tem em mãos documentos, contratos, doações e repasses que expõem o funcionamento detalhado do esquema.
Foi o maior golpe contra aposentados da história recente do país.
E os responsáveis têm nome, CPF e padrinho político.
Enquanto aposentados tentavam reaver R$ 40 descontados indevidamente, os Golden Boys do bolsonarismo brindavam com vinhos de R$ 10 mil, desfilavam em carros de R$ 3 milhões e riam do sofrimento do povo.
A verdade chegou.
A CPMI vai mostrar quem roubou, quem protegeu e quem enriqueceu com o dinheiro de quem trabalhou a vida inteira.
Chegou no núcleo. Chegou nos Golden Boys do bolsonarismo.
Não foi um erro. Foi um projeto de poder. E o Brasil vai saber quem lucrou com o sofrimento dos aposentados.
Tags:
FARRA DO INSS
CHEGOU NO NÚCLEO
GOLDEN BOYS DO BOLSONARISMO
ENTENDA A FARSA DOS GOLDEN BOYS DO BOLSONARISMO | CPMI DO INSS
O escândalo que começa a ser desvendado pela CPMI do INSS é um retrato fiel do que foi o bolsonarismo no poder: corrupção disfarçada de eficiência, luxo bancado com o dinheiro do povo e o Estado entregue a uma quadrilha de “empreendedores” de fachada.
Por trás dos descontos indevidos nas aposentadorias, havia uma máquina criminosa que movimentou bilhões de reais, enquanto idosos viam seus benefícios diminuírem mês a mês sem explicação.
Quem comandava essa engrenagem?
Os Golden Boys do bolsonarismo.
Jovens milionários, filhos de empresários e servidores ligados ao antigo governo, que transformaram o INSS em fonte de enriquecimento pessoal e financiamento político.
No centro da trama estão nomes como:
Américo Monte Jr., o “clã do consignado”, dono de fintechs e empresas usadas para lavar dinheiro de entidades conveniadas ao INSS.
Felipe Macedo Gomes, o “banqueiro das associações”, ex-presidente da Amar Brasil, que recebeu milhões e doou R$ 60 mil à campanha de Onyx Lorenzoni, ex-ministro da Previdência.
Anderson Cordeiro, o “estrategista das fintechs”, responsável pela integração de dados que permitia descontos automáticos nas aposentadorias.
Igor Delecrode, o “biométrico das falsificações”, que criou sistemas digitais para forjar autorizações e simular assinaturas.
Luciano Fracaro, o “empresário reincidente”, já condenado por fraudes, que voltou ao jogo durante o governo da extrema direita.
Fernando Cavalcanti, o “operador de luxo”, dono de mansões, Ferraris e relógios de coleção, investigado por contratos fantasmas e lavagem de dinheiro.
Maurício Camisotti, o “financiador oculto”, empresário da saúde e sócio oculto de entidades como AMBEC, CEBAP e Unabrasil, todas criadas e mantidas durante o governo bolsonarista.
Esses homens se apresentavam como inovadores, empresários de sucesso, “novos gestores”.
Mas por trás das fintechs, dos clubes de benefícios e das holdings milionárias, escondia-se uma máquina de desvio, propina e falsificação.
O dinheiro saía diretamente dos contracheques dos aposentados e parava em contas particulares, empresas de fachada e offshores no exterior.
Tudo isso amparado por atos assinados entre 2019 e 2022, quando o governo da extrema direita revogou proteções de dados, ampliou margens de consignado e desmontou a fiscalização do INSS.
Foi nesse cenário que os Golden Boys prosperaram.
Com a conivência de servidores nomeados politicamente, o sistema virou um negócio de família.
Enquanto o povo perdia centavos, eles compravam Ferraris, apartamentos de luxo e faziam doações milionárias para campanhas eleitorais.
Agora, as investigações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União mostram o rastro de luxo, corrupção e blindagem política que o bolsonarismo deixou dentro do Estado brasileiro.
A CPMI do INSS tem em mãos documentos, contratos, doações e repasses que expõem o funcionamento detalhado do esquema.
Foi o maior golpe contra aposentados da história recente do país.
E os responsáveis têm nome, CPF e padrinho político.
Enquanto aposentados tentavam reaver R$ 40 descontados indevidamente, os Golden Boys do bolsonarismo brindavam com vinhos de R$ 10 mil, desfilavam em carros de R$ 3 milhões e riam do sofrimento do povo.
A verdade chegou.
A CPMI vai mostrar quem roubou, quem protegeu e quem enriqueceu com o dinheiro de quem trabalhou a vida inteira.
Chegou no núcleo. Chegou nos Golden Boys do bolsonarismo.
Não foi um erro. Foi um projeto de poder. E o Brasil vai saber quem lucrou com o sofrimento dos aposentados.
Tags:
FARRA DO INSS
CHEGOU NO NÚCLEO
GOLDEN BOYS DO BOLSONARISMO