Manual de desinformação:
1. Pegar numa fotografia do Paquistão.
2. Ser um “jornalista de Gaza” e usar a mesmíssima foto a 27.12.25 dizendo que Israel “ataca agora mesmo Gaza”.
3. O detalhe adicional ? O “jornalista de Gaza” está sediado na Polónia ( deve vir daí a pancada com a neve).
Alguém acreditaria em jornalistas do ISIS ou da AlQaeda ? Ou em jornalistas da Coreia do Norte ?
Mas há muitos idiotas a acreditar nas falsificações mediáticas do Hamas.
Adivinhem de quem a “heróica” Greta era amiguinha ? De Mohammad Hannoun, o presidente da associação palestiana que reuniu 8 milhões para o Hamas.
Quem financia manifestações na Europa, flotilhas e flotilheiros ? Os terroristas sempre souberam usar como ninguém a “superioridade moral” de alguns ocidentais e o seu sentimento de culpa. A “causa” palestiana é capa para muitos scams.
Boaventura de Sousa Santos ataca novamente. Desde que eu e outras 9 mulheres denunciamos o assédio no Centro de Estudos Sociais e a sua conduta assediadora, Boaventura vem empreendendo uma campanha de difamação, perseguição académica, política e judicial contra nós.
Acabei de tomar conhecimento de que ele publicou em uma página web que ele construiu para justificar sua “inocência” um documento de word de 49 páginas em que eles expõe e-mails e informações da minha vida pessoal, até mesmo foto do meu casamento, para construir uma narrativa de que ele é uma pobre vítima de uma mulher ruim de coração. Afinal de contas, ele é um pobre senhor de 70 e tantos anos apaixonado que “SÓ” cometeu o erro de chamar uma orientanda de 26 anos para uma reunião profissional em seu apartamento e se “declarou apaixonado”.
Além desse e outros documentos ilegais que ele construiu contra cada uma das denunciantes, ele vem reunindo assinatura de “personalidades” em defesa de Boaventura, arregimentando uma torcida pró patriarcado e perseguição contra mulheres . Tais documentos e condutas são práticas de assédio e exposição ilegais e eu tomarei as providências judiciais cabíveis.
A nossas denúncias contra ele foram todas formalizadas à comissão disciplinar instituída junto ao CES que concluiría pela sua punição, mas fugindo do resultado ele se auto-demitiu e construiu uma narrativa de que estava sendo vítima de “perseguição institucional”, rsrs.
Esse documento de conclusão das apurações não pode continuar sigiloso, é preciso que as pessoas saibam a verdade sobre as conclusões da Universidade ao procedimento disciplinar!
Estou muito revoltada com essa situação. Gostaria que a Universidade divulgasse as conclusões da apuração e que esse senhor sofresse as sanções que merece, nos deixando em paz.
Veja artigo do Diário de Notícias em Portugal :
https://t.co/Oq64WgUEBG
The Pakistani aerospace industry is alive and well and exploiting the inherent intellectual and technological benefits that inter cousin marriage over generations brings.
Quando o activismo substitui a História ( há muitos Putins por aí ):
Dizer que “Jesus era palestiniano”
não é uma metáfora inofensiva — é um erro histórico que substitui factos documentados por política contemporânea. A história não se curva às narrativas contemporâneas, por mais que elas sejam repetidas, até na televisão por académicos.
1. “Palestiniano” é uma identidade nacional moderna que surgiu no século XX com Arafat e a URSS. Ela não existia na época de Jesus, tornando a afirmação anacrónica.
2. Jesus viveu na Judeia e na Galiléia sob o domínio romano. O nome Síria Palestina foi imposto por Roma mais de um século depois, após a revolta de Bar Kokhba, num esforço para romper os laços judaicos com a terra. Os judeus foram vítimas da colonização sendo originários da terra.
3. Jesus era judeu — por etnia, religião e prática.
Ele nasceu de pais judeus, observava a lei judaica, rezava no Templo de Jerusalém e ensinava dentro da sociedade judaica. Isso é confirmado por fontes históricas e textuais ( religiosas ).
4. A afirmação é política, não histórica.
Rotular Jesus como “palestiniano” é uma manobra ideológica moderna que atribui retroativamente uma identidade política contemporânea a uma figura histórica, substituindo o ativismo pela evidência.
( A Bíblia considerada fonte documental por historiadores, assim como o Corão referem-se a Jesus como judeu, o “povo palestiniano” foi criado nos anos 60 do século XX pela URSS e pelo egípcio Arafat . Haja paciência para tanta má fé e ignorância).
Existem mais de 500 mesquitas em Londres, mas eles escolheram rezar nos jardins da Abadia de Westminster, o local mais sagrado da Igreja Anglicana.
Por quê?
In case you were wondering what Amnesty International blurred out, Greta is holding a sign that reads “I support Palestine Action prisoners.”
The UK government classifies Palestine Action as a proscribed terrorist organisation under the Terrorism Act 2000, alongside Islamic State and al Qaeda.
Jesus nunca se escondeu em tuneis, nunca aplaudiu a violência, nunca apelou a intifadas e promoveu sempre a paz. Definitivamente...não era palestiniano.
Say it louder
“Who are the real colonizers” (Muslims)
Without Arab imperialism:
- Egyptians would be Coptic
- Moroccans would be Berber
- Libya and Algeria would be Amazigh
- Syria and Lebanon would be Aramaic speaking and partly Phoenician
- Iraq would be Mesopotamian
- Assyrian, Babylonian
- Sudan would be Nubian
- Tunisia would be Carthaginian Punic or Amazigh
- Iran would be Persian, Zoroastrian
- Kurdistan would be Median, Zoroastrian
- Somalia would be Kosherik
“The Arab conquests erased civilizations and destroyed many cultures. Without Arab imperialism, the Middle East would still remember its own name.
They are the colonizers.”