Ontem teve noticia da menor taxa de desemprego, para o período, dos últimos 12 anos.
Hoje, o registro da menor perda florestal dos últimos 24 anos.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro e o David Alcolumbre querendo soltar bandido.
BOMBA!!! A PF descobriu que Hugo Motta e Ciro Nogueira viajaram a um PARAÍSO FISCAL (San Martinho, no Caribe) ao lado de um bandido dono do JOGO DO TIGRINHO!!
Na volta ao Brasil, eles entraram no país com 5 malas CHEIAS que não passaram no Raio X!!!
Tic-tac tic-tac tic-tac
🇧🇷 O Brasil pode desperdiçar uma chance histórica, possivelmente de um século inteiro, se não estabelecer a Terrabras e assegurar o monopólio nacional na exploração, mineração e refinação de terras raras.
Assim como o petróleo foi o motor da Revolução Industrial e da mobilidade no século XX, as terras raras são os "metais da tecnologia" do século XXI. Sem terras raras, não há transição energética (ímãs de turbinas eólicas e motores elétricos), defesa moderna (mísseis, radares) ou eletrônicos de ponta.
Atualmente, o setor de terras raras é muito parecido com o que o petróleo era lá no século XIX, um setor que todos sabiam que seria estratégico para todas as nações do mundo, mas que até então poucos países dominavam sua exploração e refinamento, que era monopolizado apenas pelos EUA e países da Europa.
Em 1953, quando as reservas de petróleo no Brasil estavam sendo descobertas, a proposta de criação da Petrobras foi vista com maus olhos por diversos setores da sociedade brasileira que atendiam aos interesses estrangeiros e alegavam que o Brasil jamais teria capacidade de criar do zero uma empresa capaz de extrair e refinar petróleo, ainda mais uma estatal, como era a proposta de Getúlio Vargas. Um grande movimento nacional chamado "O Petróleo é Nosso" foi o grande responsável por pressionar os políticos contrários à criação da estatal, culminando na vitória da soberania nacional sobre o petróleo com a Lei 2004/53 de 1953, que criou a Petrobras e garantiu o monopólio estatal sobre o setor de petróleo, visando o desenvolvimento nacional soberanista sobre o setor. Hoje, o Brasil colhe os grandiosos frutos de possuir uma estatal do porte da Petrobras, que se tornou a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo.
Hoje, as terras raras já são essenciais para diversas cadeias produtivas, como de superimãs utilizados em motores elétricos, materiais refinados presentes em baterias e metais raros usados para fabricar chips e placas eletrônicas, entre outras aplicações na produção dos mais diversos materiais. Mesmo com tanta demanda, a tendência é que a quantidade de terras raras necessárias para suprir a demanda da produção de carros elétricos, eletrônicos e armas avançadas aumente exponencialmente ano após ano, e é esse cenário que torna tão importante o domínio completo do Brasil sobre sua reserva de terras raras, a qual é a segunda maior do mundo.
A China quase monopoliza o refinamento de terras raras, concentrando 90% da capacidade de refino mundial. Se o Brasil entrar nesse setor com a criação de uma estatal, como a proposta Terrabras, estaria competindo como um dos pioneiros ao lado da China, situação que é extremamente favorável para desenvolver o setor e aproveitar a imensa reserva desses minerais em solo nacional.
O mais importante para o Brasil é garantir que o refinamento dos minérios de terras raras e a produção de componentes avançados, como os já citados ímãs, sejam feitos pela indústria nacional, seja ela estatal ou privada, pois é onde se concentra a maior parte do lucro dessa cadeia produtiva. Caso o Brasil se conforme em vender minerais brutos, estaremos mais uma vez servindo como um mero extrativista que fornece matéria-prima para as indústrias das potências do Norte, repetindo novamente o ciclo de exportar o minério barato e importar o produto manufaturado caro.
Para garantir que a exploração de terras raras gere retorno para o país com seu lucro, o monopólio estatal é atualmente a única alternativa. Caso a exploração seja entregue para empresas privadas, mesmo que nacionais, o risco de toda a lucratividade ir parar nos bolsos de acionistas estrangeiros é enorme, visto o caso da única empresa brasileira que explora terras raras atualmente, a Serra Verde, vendida por apenas US$ 2,8 bilhões para a USA Rare Earth. Outra opção para garantir o mínimo de nacionalização do lucro das terras raras seria a aprovação de uma lei que eleve os impostos sobre exportação de minérios in natura, o que obrigaria as empresas interessadas a refinar sua produção dentro do Brasil antes de exportar, agregando valor em uma cadeia produtiva complexa.
A Terrabras não pode ser vista como apenas "mais uma estatal", mas sim como o estabelecimento da soberania brasileira sobre um setor estratégico que está sendo discutido atualmente no mundo inteiro. Há uma verdadeira corrida pelo domínio do mercado de terras raras e produção dos componentes e materiais derivados delas, e quanto mais o Brasil espera para definir sua estratégia para desenvolver o setor, mais se atrasa nessa corrida que garantirá grandes lucros e desenvolvimento para os países que conseguirem aproveitar efetivamente essa oportunidade de negócio.
Os caminhões com oxigenio chegando em plena Pandemia em Manaus.
Esse é o Ditador que salvou os brasileiros o outro era o cristão! https://t.co/lREmCz2muq
Maduro é de esquerda, o rei saudita é de direita, Pútin não é comunista e autoritarismo não é ideologia. Ñ existem regimes sem base de apoio, sustentados apenas pela repressão. Parem com o binarismo tosco entre democracia liberal e autoritarismo. O mundo é bem mais complexo.
Me convidaram p/ comentar as eleições da Venezuela na TV francesa. Estou na Ilha da Reunião, então nem seria possível, mas recusei sobretudo porque não é minha especialidade. Não sou tudólogo. Me impressiona quem topa falar de qualquer assunto. Não consigo ter essa cara de pau.
Não estou na bela ilha do Índico, mas Tb recusei uma entrevista pelos mesmos motivos.
Para entender a 🇻🇪 é necessário compreender o Caracazo de 89, o golpe de 92, e ascensão do chavismo etc.
E essa capacidade eu não tenho e deixo pra quem realmente pesquisou e sabe
A privatização fracassou com apagão elétrico em São Paulo e em outros estados.
A concessão falhou com o ocaso aéreo em Porto Alegre.
A lisura da gestão privada naufragou com a fraude bilionária das Americanas.
O estado mínimo neoliberal sucumbiu nas enchentes do RS.
Mas, para a mídia corporativa, omissa e condescendente, errôneo é o estado que socorre, ampara, reconstrói, alimenta e dignifica.
E lá vão o cinismo e a indiferença chancelar a tomada das águas de SP pelo mercado.
De novo - até o próximo fracasso.