Filipe Martins em 29/10/2022 escreveu algo sobre os ISENTÕES que permanece extremamente válido quatro anos depois.
1. Você pretende ficar neutro, assistindo à batalha pelo futuro do Brasil — a batalha pelo nosso futuro — como se estivesse assistindo a um amistoso entre Romênia e Canadá? Há muita coisa em jogo nesta eleição e nada é mais importante do que salvar o futuro do nosso país.
2. Serei direto. Quem se diz liberal e não está com Bolsonaro é porque não se importa com a liberdade nem com a democracia, mas apenas com a sua própria imagem. Quem se diz conservador e não está com Bolsonaro é porque só quer conservar sua própria ilusão de superioridade moral.
3. Por favor explique por qual razão você não está com Bolsonaro. Porque não é chique? Porque você acha que ele não é um verdadeiro liberal? Ou porque pensa que ele é liberal demais e não foi, na prática, tão conservador quanto você consegue ser na sua imaginação?
4. O que significa o seu liberalismo se você contempla com indiferença o abismo do bolivarianismo e do Capitalismo de Estado corrupto que nos espera se o PT vencer? O que significa o seu conservadorismo se você admite entregar o poder à máfia do aborto e da ideologia de gênero?
5. Ou você só está preocupado porque chamam Bolsonaro de fascista, e você não pode jamais admitir que isso ocorra com você e macule sua imagem? Você morre de medo que o chamem de fascista... É isso? É esse o grande valor moral que te domina? O medo de ser chamado de fascista?
6. Reflita um pouco. Quando um agente do aparato de repressão venezuelano mata um estudante que protestava numa rua de Caracas, você acha que ele chama o estudante de quê, enquanto arrasta o corpo para a calçada antes de matar outro manifestante pacífico? De fascista.
7. Quando Ortega prende um padre ou expulsa uma freira da Nicarágua, do que ele chama esses religiosos? De fascistas. E quando um candidato brasileiro disposto a enfrentar o sistema e o crime é esfaqueado e quase morto, aquele que o esfaqueia o chama de quê? De fascista, é claro.
8. "Fascista" também é a pecha colocada em veículos de imprensa como a Jovem Pan, a Gazeta do Povo e a Revista Oeste antes de justificarem a censura a cada um deles; é a pecha dada a todos que são censurados, calados e preso por expressar o que pensam e defender o que acreditam.
9. "Fascista" é, em resumo, a palavra mágica utilizada por aqueles que querem justificar as maiores barbaridades, violências e arbitrariedades sem qualquer peso na consciência, mentindo para si mesmo que seu autoritarismo está a serviço da democracia e do combate anti-fascista.
10. Larga o medo. "Fascista" é o nome dado pelos comunistas a qualquer inimigo do regime corrupto que o PT pretende instaurar ou reinstaurar no Brasil. A sobrevivência do Brasil depende de você perder o medo de ser chamado de "fascista" por quem nem sabe o que é fascismo.
11. Leia sobre o comunismo na URSS, sobre a história do maoísmo na China, sobre o regime de Pol Pot no Camboja, sobre Cuba, Venezuela e o Foro de São Paulo. Você irá descobrir que “fascista” nesses regimes é qualquer um que se opõe ao autoritarismo ditatorial do partido único.
12. "Fascista" é, mais uma vez, o nome dado a qualquer inimigo do regime autoritário e cleptocrata que o PT deseja instaurar no Brasil; é o nome dado aos nossos pais, tios e avós que vão às ruas vestidos de verde e amarelo expressar indignação contra a impunidade de Lula.
13. Que fique claro: não há qualquer ameaça fascista no Brasil. O Fascismo, felizmente, foi derrotado em 1945. Mas há uma ameaça petista bastante concreta e real vinda daqueles que nos chamam de "fascistas" para justificar a censura, a impunidade, a degeneração e o autoritarismo.
14. A sobrevivência do Brasil depende de você perder o medo de ser chamado de coisas que não significam nada no contexto da política brasileira. Deixe sua indiferença e o seu medo de lado e faça a sua parte. É o Brasil que está jogando e este é o jogo mais importante da sua vida!
Um amigo me disse que, na vida de uma pessoa, é preciso ter um filho.
Eu perguntei por quê?
Ele disse que, nesta vida, as alegrias que a gente pode experimentar são extremamente limitadas.
Aos 5 anos, você joga videogame, com gráficos tão ruins que mal dá pra ver, mas você o abraça e joga o feriado inteiro de férias.
Aos 10 anos, você fica no fliperama o dia todo com uma moeda só, e o dono tem que te expulsar pra você sair.
Aos 15 anos, você passa a noite no cybercafé, e no dia seguinte vai pra escola com olheiras, mas no fundo se sente ótimo.
Aos 18 anos, você vai à pista de patinação, cai e machuca o traseiro todo dolorido, só pra segurar a mão daquela pessoa ao lado.
Aos 22 anos, você consegue o primeiro emprego, salário baixo, mas sente que o mundo começa a te dar ingressos.
Aos 28 anos, você compra uma casa, na base do financiamento. No dia de assinar, a mão treme, e à noite, em pé no apartamento vazio, sente que o mundo é todo seu.
A partir daquele ano, os dias vão ficando cada vez mais difíceis. Com mais de trinta, as responsabilidades pesam cada vez mais. A renda aumenta, mas a alegria diminui.
Você compra o computador top de linha que sempre sonhou, joga todos os jogos que amava antigamente de novo.
Mas não sente mais aquela diversão de antes.
Você troca de carro pelo que sempre quis comprar.
Mas a felicidade não dura três dias.
Você conquista tantas coisas que um dia desejou tanto, mas não consegue mais sentir aquela alegria de outrora.
Até que você tem um filho.
Você não precisa fazer nada, só observar o crescimento dele.
Quando ele está feliz, você sente na pele,
todas aquelas alegrias da sua infância voltam com ele,
o filho te leva a viver de novo, do zero
essa felicidade supera de longe a soma de todas as alegrias que você ainda terá no resto da vida.
Não sei se ele está certo ou não, e fiquei perdido em pensamentos.
Ninguém na Igreja Católica ensina que você compra a salvação com obras.
A diferença é esta -> somos salvos pela graça de Deus, não por mérito próprio. Mas a graça não deixa a pessoa parada, a graça produz fé, arrependimento, caridade e obediência.
Paulo diz que somos salvos pela graça mediante a fé, “não por obras” (Ef 2,8-9). Mas no versículo seguinte ele diz que fomos criados para as boas obras (Ef 2,10).
E Tiago é ainda mais direto: “a fé sem obras é morta” (Tg 2,26).
Então o católico não acredita em “salvação por obras”. Acredita em salvação pela graça, recebida na fé e vivida no amor e na obediência.
@AndreZanel16727@philliphonorato Irmão, eu posso mudar e mudar mais 10 milhões de pessoas e isso não vai mudar o fato que o segundo turno é Lula e Bolsonaro.
Acorda caralho, para de sonhar porra.
Garanto que você já chupou muito mais coisas com essa boca do que os 50 mil chimas que o Moreira já deve ter "chupado".
Olhe para sua cara bicho, se eu fizer um teste aqui com 10 mulheres 11 dirão que você senta na boneca.
Perde no argumento ai quer vir com a homofobia do bem pra tentar ser o engraçadão, sendo que na verdade deve sonhar pra sair do armário.
Evolua brother
Usar o ladrão para dizer que os sacramentos são desnecessários é mais ou menos como usar um paciente de emergência que morreu antes da cirurgia para provar que cirurgia nunca é necessária.
A exceção demonstra justamente que Deus pode agir além do meio ordinário, não que o meio ordinário deixou de existir.
@MetodoMoreira Reparou que o ladrão na cruz não fez catecismo, primeira comunhão, não se confessou, não jejuou, não foi à missa, não rezou o rosário, apenas se arrependeu e pediu a Jesus que se lembrasse dele?
Então...
Irmão @GamaDarth
O ladrão na cruz não é argumento contra a Igreja Católica. Ele é justamente um caso excepcional.
Ele estava morrendo e não tinha como receber o Batismo, a Eucaristia ou viver a vida cristã. E mesmo assim, ele não apenas “aceitou Jesus” reconheceu seu pecado, defendeu Jesus, reconheceu quem Ele era e pediu misericórdia.
A Igreja nunca ensinou que somos salvos por fazer uma lista de tarefas. Somos salvos pela graça de Cristo.
Mas se você tem tempo para seguir Cristo, por que usar o caso de alguém que estava morrendo para justificar não fazer aquilo que o próprio Cristo mandou?
O ladrão mostra que Deus pode salvar sem os meios ordinários quando não há possibilidade deles. Não mostra que os meios que Cristo deixou são inúteis.