Me desculpem os arroubos, mas é bom saber que o Senado ainda pode exercer o seu papel constitucional. O dia de hoje marca o início do retorno à normalidade democrática. Devolveremos o Brasil aos brasileiros!! O Parlamento ainda respira!
Vitória histórica no Senado Federal da população brasileira. O AGU Jorge Messias foi rejeitado. Queremos um STF independente de Lula e do Poder Executivo, vinculado apenas à lei e à Constituição.
Messias BARRADO. Mas isso é apenas um respiro. Apenas uma batalha vencida com pressão. E não se enganem, este resultado tem o dedo do soldado vendido do sistema e da ditadura de toga, Davi Alcolumbre - Rodrigo Pacheco vem aí.
#TchauQuerido
Hoje, 19 de abril de 2026 fazem 800 dias que o Filipe Martins esta preso. Foram cerca de 500 dias de prisão domiciliar mais 300 dias numa prisão, incluindo 10 dias numa solitária sem qualquer tipo de iluminacao em 2024, e 46 dias de isolamento numa cela de de 4 metros quadrados, de março ate hoje.
Tudo isso como preso preventivo sem condenacao em transito em julgado. 800 dias preso preventivamente sem que Gilmar Mendes e outros ministros falem em lavajatismo como fazem o tempo todo no caso do banco master.
A democracia de ocasião... ocasião política. Isso nao acontece em democracias.
Soltem os presos políticos.
Enquanto o @mervalpereira denuncia o autoritarismo supremo através de mentiras, o @fernandoschuler apresenta a verdade.
Mais Schuler, menos Merval na imprensa brasileira.
🚨AGORA - Ministro do STJ fica revoltado, diz que Brasília está difícil e afirma que tem um monte de juiz vendendo voto
“Brasília está ficando difícil! Quantidade de interferência! Todo mundo vendendo voto por aí!”
Sobre a suposta “prisão” de Alexandre Ramagem, alguns esclarecimentos objetivos:
1. Ramagem não foi preso, mas detido após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE - procedimento comum na Flórida.
2. Essa é, neste momento, uma questão meramente imigratória. Porém, o status de Ramagem é LEGAL: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso - que é demorada, mas tem tudo para ser deferida.
3. A Immigrex, empresa da qual sou sócio, está prestando toda a assistência a Ramagem e sua família. Nossa expectativa é de que seja liberado o mais rapidamente possível e, no momento, não vemos qualquer risco de deportação. O trâmite do ICE também é burocrático e depende da formalização no sistema do órgão para que os próximos passos sejam dados nesta direção.
4. Extradição e deportação não têm absolutamente nada a ver entre si: extradição é um processo político-diplomático entre Estados, conduzido pelo Departamento de Estado; deportação é um procedimento administrativo interno de imigração. O caso em questão é exclusivamente migratório.
5. Para deixar absolutamente claro: O governo brasileiro não teve qualquer participação nesse episódio. Trata-se de um procedimento padrão da imigração americana. Isso não tem absolutamente nada a ver com o pedido de extradição do Brasil, que segue em análise no Departamento de Estado.
Vendida como avanço civilizacional, a criminalização da “misoginia” se tornará exatamente o oposto - um dispositivo de medo, autocensura e ruptura das relações sociais.
O problema não está em punir violência real contra mulheres, isso já existe e deve ser reprimido com rigor. O escândalo começa quando o Estado resolve empurrar para o campo penal um conceito vago, elástico e ideologicamente manipulável, como “aversão”, “desprezo” ou “ódio” às mulheres. A partir daí, a lei deixa de mirar fatos objetivos e passa a flertar com a punição da interpretação. E isso é gravíssimo.
Porque, na prática, não se estará mais julgando apenas uma conduta concreta, mas contexto, tom, percepção, intenção presumida e narrativa. É a porta escancarada para o abuso hermenêutico - quando o que vale já não é o fato, mas a leitura politizada do fato.
Num país devastado por insegurança jurídica, militância institucional e punição exemplar antes mesmo do trânsito em julgado, uma lei assim não protege a sociedade, pelo contrário, a transforma em guetos.
O efeito previsível é a instauração de um regime de cautela paranoica. Homens passarão a medir palavras, evitar situações triviais, recalcular interações e transformar convivência em protocolo defensivo. Empresas, temendo passivos judiciais e danos à imagem, passarão a burocratizar relações, restringir convivências informais e operar sob lógica de prevenção constante. O resultado é um ambiente de desconfiança generalizada, onde o medo substitui a normalidade das relações.
Esse tipo de legislação inaugura uma fase de desconfiança estrutural entre homens e mulheres, implode a espontaneidade das relações humanas e cria uma sociedade emocionalmente policiada, juridicamente instável e moralmente histérica.
Quando o Estado passa a criminalizar percepções e ampliar tipos penais sobre conceitos abertos, ele não está protegendo direitos, mas sim ensinando a população a viver com medo perene.
Essa lei não deveria nem mesmo ser cogitada em existir, é uma loucura!
A frase “cada povo tem o governo que merece” nunca foi tão cruelmente ilustrada quanto nesta cena patética do Carnaval paulistano.
O que se viu na Rua da Consolação neste domingo, 8 de fevereiro, foi um caos institucionalizado, empurrado goela abaixo da população como se fosse “cultura popular”. A superlotação no Bloco Skol, que tinha como atração o DJ escocês Calvin Harris, virou um experimento social de irresponsabilidade coletiva: gente passando mal, ambulâncias tentando atravessar a multidão, bombeiros abrindo caminho no braço e pessoas literalmente em cima de banheiros químicos para não serem esmagados.
As imagens são um retrato perfeito do Brasil que normalizou o colapso.
O Carnaval virou o símbolo perfeito de um país em frangalhos, decadente e miserável. Milhares de pessoas nas ruas em busca de pão e circo, enquanto, na realidade, todos estão encurralados em um beco sem saída.