Para ser beneficiário do INSS teve que contribuir a vida toda para se aposentar.
E agora o lula vem com uma notícia dessa.
Temos que tirar o lula e eleger, COM URGÊNCIA, @FlavioBolsonaro
O ditador de Banânia não se conforma com o alcance das redes sociais, por isso precisa acabar com elas para favorecer a velha mídia.
Sinto desapontar-lhe, mas quem luta contra o futuro sempre perde.
É melhor o senhor explicar os R$ 129 milhões da sua esposa.
Eis a ordem para fazer o fishing expedition no caso Dark Horse.
Era óbvio que ia acontecer.
Adiantei isso há 3 meses, assim que saiu o “escândalo” artificialmente montado.
Eles vão atrás de todos os que ajudaram a fazer o filme.
Querem tirar a atenção do caso Lulinha.
Alexandre de Moraes prendeu Filipe Martins com base em um documento falso e, após ter ciência de que o documento era falso, manteve ilegalmente a prisão por mais seis meses. O nome disso, em tese, é crime de abuso de autoridade, segundo a Lei nº 13.869/2019.
Art. 9º Decretar medida de privação da liberdade em manifesta desconformidade com as hipóteses legais:
Pena: detenção, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
Parágrafo único. Incorre na mesma pena a autoridade judiciária que, dentro de prazo razoável, deixar de:
I – relaxar a prisão manifestamente ilegal
Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, pediu um quadro de 100 mil euros a Roberta Luchsinger, aponta a PF.
Além do quadro, a lobista também teria pago R$ 95 mil em fatura de cartão de crédito, R$ 48 mil em boleto de consórcio, R$ 26 mil em parcelas de carro, R$ 27,5 mil em outros pagamentos, R$ 9,2 mil em joias de diamante e um “empréstimo” de R$ 249 mil.
VACINAS CONTRA A COVID-19: DOCUMENTOS DOS EUA, EVENTOS ADVERSOS E UM CASO BRASILEIRO QUE REFORÇA O DEBATE SOBRE TRANSPARÊNCIA
Por Paulo Faria (jornalista)
Documentos recentemente revelados pelo Senado dos Estados Unidos abriram um novo capítulo sobre a segurança das vacinas contra a Covid-19.
Registros internos, milhares de mensagens extraídas do telefone funcional de Anthony Fauci e documentos examinados pelo Permanent Subcommittee on Investigations mostram que autoridades americanas discutiam internamente riscos, sinais de eventos adversos e limitações dos sistemas empregados para identificá-los.
Em 29 de julho de 2026, Fauci compareceu ao Senado e invocou repetidamente a Quinta Emenda, recusando-se a responder a mais de uma centena de perguntas.
Posteriormente, o Department of Health and Human Services entregou ao Senado uma cópia de seu telefone funcional, contendo, segundo os senadores Ron Johnson e Rand Paul, mais de 34 mil mensagens de texto e 522 mensagens de voz.
Entre os registros divulgados aparecem discussões de janeiro de 2021 sobre vacinação durante o primeiro trimestre da gravidez, resposta inflamatória, febre e possível relação teórica com aborto espontâneo.
Esses diálogos não demonstram que as vacinas provocassem abortos, mas documentam que questões de segurança relativas à gestação eram discutidas internamente enquanto os dados ainda estavam sendo produzidos.
Outro relatório do Senado apontou que uma metodologia alternativa de análise dos sistemas de farmacovigilância teria identificado aproximadamente 25 sinais estatísticos não detectados pelo método utilizado até então, incluindo morte cardíaca súbita, paralisia de Bell e infarto pulmonar. Outros sinais analisados envolveram infarto agudo do miocárdio, embolia, trombose e morte.
Um sinal estatístico não é prova de causalidade, mas um alerta destinado justamente a determinar se existe uma relação causal que merece investigação.
No Brasil, um caso judicial fornece um exemplo concreto da importância dessa distinção e, sobretudo, do dever de informação.
A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve, por unanimidade, a condenação da AstraZeneca do Brasil ao pagamento de R$ 3,75 milhões por danos morais à família de uma promotora de Justiça de 35 anos que morreu, juntamente com o bebê que esperava, após receber a vacina Oxford/AstraZeneca.
A promotora estava no segundo trimestre da gestação quando recebeu a vacina em Niterói, em maio de 2021. Poucos dias depois, foi internada e diagnosticada com trombose venosa profunda e trombocitopenia. Seu estado se agravou até a morte cerebral e o falecimento, em junho. O bebê também morreu.
Um ponto do julgamento merece especial atenção. Segundo o acórdão, à época da vacinação já existiam registros internacionais de eventos adversos graves relacionados ao imunizante, entre eles a síndrome de trombose com trombocitopenia.
A relatora também registrou que países europeus haviam suspendido o uso da vacina diante desses eventos. O Tribunal entendeu que, apesar de existirem alertas na bula, houve falha em assegurar comunicação acessível e abrangente sobre os riscos.
A AstraZeneca contestou a existência de nexo causal e sustentou ter cumprido as exigências regulatórias. Seus embargos foram rejeitados. A condenação permaneceu em R$ 3,75 milhões.
O episódio brasileiro não demonstra que qualquer doença surgida depois da vacinação tenha sido provocada pela vacina. Tampouco permite generalizar o caso específico da Oxford/AstraZeneca para todas as plataformas utilizadas contra a Covid-19.
Mas acrescenta uma questão concreta ao debate agora reaberto nos Estados Unidos: quando sinais graves aparecem durante uma campanha de vacinação em massa, com que rapidez eles são investigados e, principalmente, como são comunicados à população?
A discussão torna-se ainda mais relevante diante da hipótese investigada por pesquisadores de que determinados estímulos imunológicos possam, em indivíduos predispostos, funcionar como gatilho para manifestações ou exacerbações de condições anteriormente silenciosas, subclínicas ou controladas.
Aqui também é necessário separar hipótese de conclusão. O organismo humano pode carregar predisposições genéticas, processos autoimunes subclínicos e agentes infecciosos latentes durante anos.
A literatura científica investiga se diferentes estímulos imunológicos, inclusive infecções e vacinas, podem eventualmente contribuir para a manifestação clínica de determinadas condições em indivíduos suscetíveis.
Há ainda outro fato recente nos Estados Unidos. David Morens, ex-assessor sênior de Fauci no NIAID, declarou-se culpado perante a Justiça Federal americana por conspiração relacionada à tentativa de contornar as leis federais de transparência e preservação de registros em comunicações envolvendo pesquisas com coronavírus.
A admissão de Morens não estabelece responsabilidade criminal de Fauci, que não foi acusado nesse processo, mas acrescenta um elemento objetivo às investigações sobre transparência e preservação de informações durante a pandemia.
É justamente aí que os fatos brasileiros e americanos convergem em uma questão que merece investigação, não conclusão antecipada.
O que as autoridades sabiam? Quando souberam? Quais sinais de segurança foram identificados? Quais foram investigados? Quais foram descartados? Quais riscos foram comunicados à população e quais informações permaneceram restritas às discussões internas?
A ciência não pode presumir que todo evento ocorrido depois da vacinação tenha sido causado pela vacina. Mas tampouco pode estabelecer antecipadamente que nenhuma relação seja possível.
Entre esses dois extremos existe aquilo que deveria orientar qualquer política de saúde pública: farmacovigilância, investigação de causalidade, acesso aos dados e transparência.
Código Penal.
“Coação no curso do processo
Art. 344 - Usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral:
Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, além da pena correspondente à violência.”
O crime organizado está com medo, porque sabe que a postura do Brasil vai mudar perante o crime. A partir de janeiro de 2027, vamos enfrentar as facções com autoridade, inteligência e tolerância zero.
🇦🇷🇧🇷 | O presidente argentino Javier Milei acusou o Brasil de interferir nos processos eleitorais de toda a região e de criar uma campanha anti-Argentina com os parceiros do socialismo do século XXI.