@nathfinancas Eu abri reclamação na CEF, abri reclamação no Bacen (eles negaram) e no https://t.co/OmTo4V0bAa e negaram também. Não consegui o estorno =(
@calma_carai@nathfinancas Eu abri reclamação no BB, abri reclamação no Bacen (eles negaram) e no https://t.co/OmTo4V0bAa e negaram também. Não consegui o estorno =(
Ele correu pro quarto e na mesma velocidade da ida, voltou.
Papai, papai!
Mostrou-me os dois reais com aquele sorriso banguelo.
Vai botar no cofre e faz carrêra pra ir pra escola.
E assim a fada do dente cumpriu mais uma vez seu emérito ofício.
Duduzim tava com um dente de leite pra arrancar.
A coragem era grande, mas o medo era maior ainda.
Uma proposta foi feita para o meu comedorzim de rapadura.
Se ele arrancasse seu próprio dente, a fada do dente deixaria uma cédula de dois reais de recompensa.
Duduzim dormiu cedo e a mágica se fez.
(....)
Pela manhã, enquanto escovava os dentes, meu cobrador mirim veio com uma cara desanimada...
Papai, ela nem passou...
Macho, procura direito. Tu dorme que nem um furacão. Vai ver caiu no chão...
Ei, Duzim, foi tu que falou essa frase pro Google pesquisar?
Sim! Eu quero ir lá com você comprar...
Tá, quando a gente for pra Fortaleza a gente vê isso...
E assim meu comedorzim de rapadura já escolheu o presente de aniversário e me deu a dica de onde vende na capital...
Papai, quando for meu aniversário, dia das crianças, essas coisas... Eu queria ir nessa loja escolher meu presente...
Duduzim mostra uma foto da Ri Happy no Google.
No campo de pesquisa a seguinte frase: "onde encontrar Bakugan em Fortaleza".
Na data de hoje, mas em 1971, a Magnavox licenciou o Odyssey, pioneiro entre os video games para TV, criado por Ralph Baer.
O produto foi um sucesso, e sua segunda versão (Odyssey 2, de 1978) chegou ao Brasil em 1983 pelas mãos da Philips, com o nome de Odyssey (sem o “2”).
O melhor, mesmo, é a gaiatice típica do cearense e ela se amplifica mesmo com o busão lotado. Daí temos um dilema... Uma viagem tranquila contando as carnaubeiras ou a descontração e a fuleiragem dentro de um ônibus lotado. O que você prefere?
Pegar a mesma condução, todos os dias, no mesmo horário, rende algumas boas histórias.
Os passageiros, que nunca sei os nomes, já se tornam próximos, mesmo que nunca tenhamos trocado meia dúzia de palavras.
Eu vou observando tudo, na medida do possível, já que a viagem dura quase duas horas por trecho e tenho uma janela inteira para ver a paisagem mudando com as primeiras chuvas do ano.
Estava passando por uma repartição pública naquela manhã chuvosa e um senhor, sexagenário, acendia um cigarro.
Um outro chegou perto e perguntou... É cigarro, é?
Não! É uma vela.
Sorri e continuei meu caminho.
Papai, pega meu paninho...
Peguei uma fralda de pano e coloquei nos olhos dele.
Boa noite, papai. Boa noite, Nemo.
E assim Duduzim se despediu de mim e do seu novo amigo, o peixinho azul.
"Cheia de manias / Toda dengosa / Menina bonita / ..."
Desliguei o celular e adiei a programação. Nada mais importa.
Agora eu só queria, mesmo, era uma fotografia do Raça Negra...
Baixei um filme indiano de duas horas.
Peguei aquele fone de ouvido super poderoso.
Agora era só entrar no ônibus e relaxar naquela segunda-feira chuvosa.
Na subida, uma mulher toma a frente e senta na última cadeira vazia.
Ok, vou lá pro fundo, perto da roda, me escorar num recuo minúsculo.
Fui andando e, ao chegar lá, a caixa de som do coletivo era do lado da minha orelha.
O ônibus chacoalhava e o motorista aumentava o som: