Quero deixar uma mensagem especial à comunidade judaica do Brasil.
Neste Yom Kippur, uma data tão importante de reflexão, oração e reconciliação, quero expressar todo o meu respeito e consideração.
Que este Dia do Perdão seja também um tempo de renovação, de esperança e de fortalecimento da fé e dos laços familiares.
Desejo a todos um jejum significativo, muita paz e um novo ciclo de bênçãos.
Gmar Chatimá Tová.
Que todos sejam inscritos e selados no Livro da Vida.
Enquanto lula tira a esperança e a comida da mesa de milhões de brasileiros, seus co-autores estão em Londres tomando uísque Macalan, fumando charuto caro e rindo da cara do povo sofrido.
EDITORIAL | O mergulho do STF no descrédito – “Um STF que se deixa rebaixar ao rés do chão da maneira degradante a que todos assistimos corrompe o patrimônio simbólico do decoro e da imparcialidade, húmus de sua legitimidade”. Leia o texto completo: https://t.co/Ct9kAzSsnh
CASO MASTER | O jurista Wálter Maierovitch afirmou ao Estadão que os ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin fizeram uma "defesa pela impunidade" de Alexandre de Moraes durante a sessão que discutiu as suspeitas envolvendo o ministro e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Saiba mais em https://t.co/g388HWktVG
“Numa nota oficial que o STF emitiu em abril, Alexandre de Moraes foi peremptório. Disse que “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”. Não é bem assim. Foram vários voos e pelo menos um deles, ocorrido em 22 de agosto de 2025, está registrado em vídeo.”
O Brasil não pode assistir inerte à credibilidade de seu tribunal constitucional ser destruída pelas evidências montantes de corrupção de seus membros. As instituições e a sociedade precisam reagir.
(@laurojardim publicou hoje o vídeo no @JornalOGlobo)
A desfaçatez é inigualável.
Depois de tudo que aconteceu em 2022, com um partidarismo claro das cortes superiores a favor do Descondenado, culmimando na confissão de Barroso — "nós derrotamos o bolsonarismo" —, agora Gilmar coloca dúvidas sobre a isenção da justiça eleitoral, hoje sobre a presidência e vice-presidência de Kassio Nunes e André Mendonça, dois ministros indicados por Bolsonaro.
Ele vai mais longe, instigando o MP eleitoral a questionar os ministros!!!
Isso horas depois dele ter dado uma canetada numa ação da AGU para blindar o aumento de 15% no Bolsa Família, anunciado 17 dias antes da abertura das urnas. Tudo feito com a manobra de desarquibar uma ação para garantir a prevenção do caso a Gilmar, já deixando engatilhado um possível recurso, pois o mesmo caso está na mão do ministro Mendonça, na justiça eleitoral.
Lembrando que o mesmo Supremo, contando com voto de Gilmar, em 2024 declarou inconstitucional o aumento do Bolsa Família em ano eleitoral.
Impressão minha, ou há sinais de desespero do regime, com a chance cada vez maior de Flávio ser eleito?
Fernando Schuler, gigante! 👊👏
“Peço desculpas ao povo brasileiro, que talvez tenha esperado de mim uma postura diferente”, disse a ministra Cármen Lúcia, em um dos momentos mais curiosos da sessão do STF. Por um instante, imaginei que a ministra iria emendar algo como “desculpa pelos desvios éticos”, ou quem sabe “pela nossa recusa de investigar qualquer coisa”, ou ainda um “por estes sete anos de inquérito das fake news”. Mas não. As desculpas eram por “não ter ajudado a acalmar as coisas” no Tribunal. A ministra critica a “espetacularização” e produz ela mesma seu pequeno espetáculo. E é incrível que ele funcione. (…)
As cisões internas e o espetáculo de maus-modos de seus integrantes não são o problema do Supremo, como sugere a ministra. Se fosse isto, um bom curso de boas maneiras resolveria o problema. O problema central é o STF ter se convertido, ele mesmo, em um poder destituído de limites. Na prática, fora do sistema de freios e contrapesos da República. Foi assim quando, há dez anos, o País assistiu à Constituição ser “relativizada”, com a manutenção dos direitos políticos da presidente destituída, no impeachment. Foi assim em 2019, quando se criou o inquérito sobre fake news com base em um artigo do regimento da Corte falando em infrações cometidas na “sede” do Tribunal; foi assim quando a própria ministra mandou pelos ares a vedação à censura prévia, apoiando em 2022, a proibição do lançamento daquele documentário irrelevante sobre o atentado ao ex-presidente. Depois disso, vivemos nosso longo transe de exceção. As pessoas sem foro julgadas no Supremo, a censura prévia em larga escala, a quebra da imunidade parlamentar. E mesmo, de modo particularmente ridículo, do sigilo de fonte, por estas semanas. Definitivamente, o problema do Supremo está longe de ser o bate-boca, as referências à máfia, a enrolação sobre o tal “código de ética” e mesmo a procrastinação de um pedido de vistas sem sentido e igualmente bem “dramatizado”, de Flávio Dino.
O fato é que há um longo caminho à frente. O fórum Brasil Adiante, organizado pelo Estadão, identificou questões muito simples que nossas instituições – se tivessem alguma coragem – poderiam enfrentar. Uma delas é disciplinar as decisões monocráticas. A imagem da guerra de decisões entre os ministros, em direções opostas, à revelia de qualquer decisão colegiada, que deveria funcionar como regra na Corte. Isto vem de longe e tem ajudando a converter o Congresso em um poder algo irrelevante. Poder que aprova a lei da “dosimetria” e, ato seguinte, observa inerte esta mesma lei simplesmente ir para uma gaveta, por tempo indeterminado, por uma simples decisão monocrática no Supremo.
Não acho que a ministra ou muitos de seus colegas devam desculpas pela “intranquilidade” no País na última semana. Mas pela lógica de exceção criada no Brasil nos últimos anos. Não porque geraram algum “mal-estar cívico” na sociedade, mas porque falharam na única obrigação em que uma Suprema Corte não poderia ter falhado, que é garantir a vigência das leis e da Constituição.”
Vaza a foto de Paulo Gonet, fumando charuto e tomando Whisky Macallan com Vorcaro.
Três dias atrás, em pleno STF, Gonet negou “proximidade” com Vorcaro. Tá explicado o motivo dele ter ido ao STF defender seus amiguinhos.