Se todos esses pastores que, a serviço de interesses políticos do Bolsonaro fizeram lóbi para passar votos impressos, lutassem pela justiça social, em nome de Jesus, Brasil estaria bem melhor.
Gleisi Hoffmann, Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila apareceram com seus registros públicos alterados para mortos.
Esta manipulação dos registros é muito, muito mais grave do que se está falando.
O Presidente sancionou a lei que permite a privatização da Eletrobrás. E não parou por aí! Com apoio de seus aliados ele conseguiu ser ainda mais perverso: negou a proteção dos empregos dos servidores. Agora, além de energia mais cara, vai ter mais gente desempregada no Brasil!
Se é mais fácil para as pessoas identificarem a sua ideologia política do que pereceberem seus valores de fé, é bem provável que a sua ideologia política tenha se tornado sua religião.
Os posicionamentos do presidente Jair Bolsonaro e a maneira como reiteradamente se dirige ao povo brasileiro extrapolam a dimensão político-ideológica, estão na categoria da inadmissibilidade ética e na ordem da espiritualidade perversa.