Teve gol anulado do Egito
Teve pênalti não dado para o Egito
Como alguém pode celebrar uma seleção que passa cada fase com uma ajuda vergonhosa da arbitragem?
não adianta PORRA NENHUMA vocês colocarem na presidência uma pessoa que não é extrema direita mas só colocar deputado do PL, aprendam a votar ou nunca vai mudar PORRA nenhuma nesse país
“O Brasil não está em clima de copa, não tem ruas pintadas e decoração.”
Um segredo, galera: na nossa infância, quem fazia isso eram os adultos. Adivinha quem tem que se mobilizar para pintar e decorar a rua agora, em 2026? Nós, os adultos.
E nem conversamos com os vizinhos 😂
Falando pelo Orelha todos os dias! Não vamos parar. Vai ter CPI, vai ter justiça!
O delegado topetudo já tá gravando vídeo com medo… o mundo inteiro entrou nessa luta!
NÃO PAREM DE POSTAR!
E FODA-SE quem vier com deboche ou tentar desmotivar.
#JustiçaPorOrelha
Esta é a PM assassina. Matou sem nenhum motivo. Alegou que a vítima deu um tapa na cara dela. Imagens mostram que a vítima não chegou perto dela. Matou por medo e descontrole.
Pior do que o tiro que ela deu, foi o que veio a seguir.
A mulher, mãe de 5 filhos, agonizou no asfalto por 30 minutos até morrer. Sem socorro. Os policiais não a socorreram e não permitiram que populares , nem o marido dessem socorro
Homicídio coletivo. Formação de quadrilha.
Assassinos de farda.
O político da direita que tentou induzir a companheira a abortar a própria filha disse que foi um “momento de fraqueza” e não quer responder pelos próprios atos.
Mas quando uma menina vítima de estupro precisa do aborto legal, essa gente vai na porta do hospital atacar a criança pra tentar impedir que ela exerça seu direito.
Político pode ter “momento de fraqueza”.
Meninas vítimas de estupro precisam virar mães aos 13 anos pra satisfazer o sadismo do político.
Uma mulher foi estuprada e assassinada dentro de um convento.
Uma mulher policial foi morta pelo próprio marido, também policial.
Uma mulher foi estuprada dentro da delegacia onde trabalhava.
Outra foi violentada dentro de um ônibus, pelo motorista que dirigia o veículo.
Todos esses casos destroem a falácia de quem culpa a vítima. Eram mulheres mais velhas. Eram mulheres armadas. Eram mulheres que estavam em ambientes que, em tese, deveriam ser seguros: um espaço religioso, o local de trabalho, uma viatura ou um transporte público. Não importou a idade, a profissão, o acesso a armas ou o suposto “ambiente protegido”. A conclusão é dura, mas inescapável: não estamos seguras em lugar nenhum. Não importa a idade, a roupa que vestimos, o horário, se estamos armadas ou desarmadas, se estamos em casa, no trabalho, na igreja ou na rua. A violência contra a mulher não respeita fronteiras, nem regras, nem ilusões de segurança. Não há lugar seguro. Não há idade segura. Não há roupa segura. Não há arma que baste.
A única coisa que falta é a sociedade parar de perguntar “o que ela fez?” e começar a perguntar “por que ele fez?”.
BRASIL CONTRA MISOGINIA
🚨 URGENTE!
Está marcada para amanhã, às 14h, no Senado, a votação do Projeto de Lei que criminaliza a misoginia e a equipara ao crime de racismo, assim como o STF já fez com a LGBTfobia.
Porém, há um problema: o PL, partido de Flávio Bolsonaro, irá tentar IMPEDIR a aprovação. Talvez, tentem até obstruir a votação e impedir que ela seja devidamente realizada.
Na opinião dos bolsonaristas, o Projeto de Lei vai contra a "liberdade de expressão" dos machistas, misóginos, incels e do movimento red pill.
Pra vocês terem ideia, Eduardo Bolsonaro acabou de declarar que o Projeto de Lei é "agressivamente antimasculino". Sim, para ele, o "masculino" é odiar mulheres.
Por isso, amanhã é dia de todos os olhos no Senado. É dia de estarmos atentas e cobrarmos os senadores para que eles votem a favor da dignidade e da VIDA das mulheres e meninas do Brasil.
E é importante lembrar: era pra proposta de criminalização da misoginia já ter sido aprovada em outubro, 5 meses atrás.
Mas o grupo de Flávio Bolsonaro no Senado apresentou um recurso contra o que era para ser a última votação da proposta, fazendo com que ela tenha que ser votada novamente no Plenário.
Os senadores que assinaram o recurso foram: Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Rogério (PL-RO), Magno Malta (PL-ES), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Márcio Bittar (União-AC), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC) e Wilder Morais (PL-GO).