O mais impressionante no debate sobre as bets é o quão raso ele vem sendo travado.
As pessoas — inclusive na imprensa — falam em proibição como se fosse possível, numa canetada, tirar as apostas do mapa.
Teimam em ignorar a realidade: perto de metade do mercado brasileiro está nas mãos de casas ilegais, que continuarão oferecendo seus jogos e “tigrinhos”, alimentando o vício de quem não consegue parar de apostar, sem pagar impostos, sem gerar empregos e sem patrocinar clubes de futebol.
É o velho caso de tirar o sofá da sala e aplaudir, como se a solução estivesse ao alcance das mãos.
A regulamentação era necessária. A discussão sobre publicidade, limites e mecanismos de proteção ao apostador também é.
Mas simplesmente eliminar as empresas regulares, que geravam empregos e pagavam bilhões de reais em tributos significa deixar a pista ainda mais livre para os operadores clandestinos.
Aliás, se a preocupação central fosse realmente a saúde das pessoas e o combate à ludopatia, seria difícil explicar por que apenas 1% dos recursos provenientes das destinações legais das apostas foi reservado especificamente à saúde.
Isso mesmo: quando Congresso e Governo Federal estabeleceram a divisão desses recursos, a saúde ficou com apenas 1% — justamente a área que deveria ter papel fundamental na prevenção e no tratamento da dependência em jogos.
Você sabia?
Salário mínimo: R$ 1.621,00
Bolsa família: quase R$ 800,00
Trabalhar pra que? Ganha metade ficando em casa sem fazer nada.
Somos o único país do mundo que incentiva a vagabundagem.
@futebol_info Ruma de dirigente irresponsáveis, assinar um contrato ate 2028 aí demite o cara final do ano ou depois do carioca e se lasca pra pagar multa
Mendonça está na relatoria do inquérito legal do Master há 7 MESES e meio.
Moraes está na relatoria do inquérito ilegal das fake news há 7 ANOS e meio.
E Fachin avalia assumir relatoria de Mendonça, só porque fatos revelados irritaram Moraes, que nunca foi removido.
Submissão?