Queremos mais mulheres no poder! 🏹
Brígida Curo, camponesa e candidata à vice-presidência do Peru.
Aída Quilcué (@aida_quilcue), liderança indígena e candidata à vice-presidência da Colômbia.
🚨 URGENTE: A FARSA CAIU POR TERRA
Após nós desmascararmos a ridícula tática de obstrução dos bolsonaristas, o partido de Flávio Bolsonaro (PL) acaba de pedir para que a PEC 40/2025 seja votada hoje junto com a nossa PEC pelo fim da 6x1.
A PEC 40/2025, do PL, cria a ESCALA 7x0.
Os bolsonaristas estão nus no meio do Plenário. E, embaixo de tantos ternos, só há derrotados.
E nós derrubaremos a escala 6x1 na Câmara.
Depois do horror na UFPR, onde além da lista nojenta havia um bolão para ver quem cometeria o crime primeiro, a violência de gênero atinge a UFMT. A situação é tão grave que as aulas precisaram ser paralisadas. Grupos criminosos organizam e espalham listas abomináveis apontando quais alunas seriam estupráveis. É o ápice da perversão e da misoginia!
O pânico e a ameaça real à integridade física das estudantes interromperam o direito de estudar. Até quando as mulheres terão a vida colocada em risco por criminosos que se sentem livres e impunes sob a cultura do estupro? https://t.co/MIzmfLhgiF
Aqui o depoimento da psicanalista Vera Iaconelli, que debateu com o ator conservador Juliano Cazarré e deu uma verdadeira aula no GloboNews: “Nem todo homem, mas sempre um homem. Quando as mulheres falam ‘parem de nos matar’, elas não estão falando ‘parem de ser homens’.”
A professora Georgia Kimura usou as redes sociais para expor situações de violências psicológicas que o aluno comete todos os dias.
Sou professora e tudo que ela disse é a pura verdade.
A causa maior penso que são dos pais que não educam seus filhos a respeitar o professor.
Maria Luiza, filha de Daniele, uma mãe solo, emocionou o Brasil ao explicar o porquê sua mãe não viu sua homenagem de Dia das Mães.
E essa é a realidade em milhões de lares no Brasil.
Mães precisam trabalhar exaustivamente para criar seus filhos. Muitas vezes, na escala 6x1.
Mães precisam deixar de ver seus filhos crescerem para que seus filhos tenham as condições para crescer. Para que tenham comida na mesa e um teto sobre sua cabeça.
E a escala semanal de trabalho dessas mães, na verdade, não é nem a 6x1. É 14x0, é 21x0.
Essas mães fazem caber dois, três dias de trabalho, onde só há horas para um. Trabalham fora a semana toda pelo salário, e trabalham dentro de casa ininterruptamente nas funções de cuidado.
Quando finalmente chega o dia da "folga", não há tempo pra folga. Só há tempo para lavar a roupa, para fazer as compras, para pagar as contas, para cozinhar as marmitas e ajeitar tudo que podem para que, por mais uma semana, elas sobrevivam e seus filhos cresçam.
Isso é, sim, um elogio à força, à resiliência e aos milagres que as mães solo do nosso país operam todos os dias. Mas não podemos romantizar essa exaustão e aplaudir essa exploração.
São mulheres que estão trabalhando o dobro, o triplo, sem descanso algum enquanto exercem a maternidade. Enquanto tornam possível a própria continuidade da humanidade.
E a luta pelo fim da escala 6x1 é, também, para que as mães solo tenham mais tempo com seus filhos e os filhos tenham mais tempo com as suas mães.
Mas também é para que as mães solo do Brasil tenham mais tempo para si. Para que as mães solo do Brasil tenham tempo pro lazer, pra cultura, pra educação, pra sua religiosidade, pro ócio, pro descanso ou prum date.
O que nós, que lutamos pelo FIM da escala 6x1, queremos é que as mães possam estar presentes na vida de seus filhos, e que elas não sejam obrigadas a deixar de lado o próprio presente em nome do futuro de todo o país.
Coragem é substantivo feminino. Quem nasce mulher sabe que cada pedra no nosso caminho não aparece do nada. São colocadas ali com um propósito. Bom que muitos universos estão sendo construídos, mesmo neste caminho que pretendem nos impor. Bravo, Bella Campos.
🏳️⚧️ DIA DA VISIBILIDADE TRANS
Em alguns meses, a primeira eleição que colocou pessoas trans na Câmara completará 4 anos.
Desde então, estamos na luta pela cidadania plena da nossa comunidade.
Mas essa luta é árdua. Pois, pra muita gente, é impossível sermos VISTAS nesse espaço. É inconcebível que pessoas tão semelhantes às que hoje estão na esquina, em um lugar de servidão compulsória, estejam fazendo política e lutando por dignidade.
Aí vêm a revolta e o ressentimento. Um acúmulo feroz de insatisfação caindo, de uma só vez, na cabeça das pessoas trans que se recusam a andar cabisbaixas.
Os olhos dos transfóbicos se avermelham de raiva sempre que os olhos de uma pessoa trans lacrimejam pela emoção de conseguir sua carteira assinada, seu sonhado diploma, a retificação de seus documentos ou uma simples consulta médica.
E é contra esse olhar de ódio que estamos lutando. A nossa luta é pra que pessoas trans, do Brasil e do mundo, tenham direito de serem vistas como gente, não como alvo ou produto.
E vai, sim, ser muito difícil mudar esses olhares.
Mas, nesse Dia Internacional da Visibilidade Trans, eu garanto: nos invisibilizar ou nos esconder nunca será o caminho, pois eles sempre vão nos encontrar.
E, se não quiserem nos ver como pessoas de direitos, que nos encontrem no campo de batalha, prontas e prontos pra lutar.
alunos do colégio Etec Fernando Prestes, em Sorocaba, realizam ato em solidariedade a aluna vítima de abuso sexual. Os autores foram outros dois alunos do colégio.
Toda solidariedade à vítima e aos alunos que estão pedindo por justiça!
VITÓRIA DAS MULHERES!
Ontem a Câmara Federal aprovou lei que permite que juízes - e delegados, em alguns casos - possam obrigar o uso imediato de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres em caso de risco urgente.
A medida ainda prevê que mulheres recebam dispositivos para monitorar aproximações que descumpram a norma.
Essa tecnologia já é utilizada em alguns estados e é urgente que leis que funcionam para garantir nossa sobrevivência se tornem federais. Medidas de educação, prevenção, proteção e punição devem caminhar lado a lado para que exterminemos esta epidemia de feminicídio de nosso país.
Agora é hora do Senado atuar pela vida das mulheres aprovando esta medida.
Bianca Francelino é médica e atua na medicina esportiva. Na entrevista, vê-se a miséria que a atravessa: uma misoginia bruta que ainda se imagina recreativa.
8M: A TOMAR AS RUAS PELOS NOSSOS DIREITOS!
De norte a sul, coletivos feministas ocupam o espaço público contra a violência e os retrocessos em direitos.
Atos no Brasil e no mundo:
https://t.co/WjoBc6KocV
Os quatro criminosos que estupraram a adolescente de 17 anos, seguem foragidos. Há indícios de que, outras meninas também possam ter sido vítimas do grupo.
Até quando meninas seguirão sendo brutalmente violentadas??
Chega de crimes de ódio e de abuso sexual contra mulheres!!!!
MULHERES VIVAS
Começou em Brasília! As mulheres se reúnem para dizer: parem de nos matar!
Fotos: Juliana de Almeida / Cobertura Colaborativa Midia NINJA #queremosmulheresvivas
@MidiaNINJA Povo na rua hoje na Orla de Pajuçara em Maceió, marchando e exigindo respeito pela Vida das Mulheres! Todos dizendo: Basta! Basta de misoginia, feminicídio e toda violência de gênero.
A luta pela vida das mulheres é de todos nós!
#queremosmulheresvivas
Fotos: Adriano Arantos
@MidiaNINJA VAITIMBORA MACHISTA!
Manaus deu seu recado em manifestação por mulheres vivas e ainda precisou enfrentar machista que causar em meio ao ato. Não pode mais haver espaço de tolerância ao machismo, em lugar nenhum!
#queremosmulheresvivas
Video: Vinny Batista