Na vida não é suficiente a força física e a vontade de ação: é preciso sobretudo a força da bondade, da paciência, da tolerância; e é preciso também a humildade, a doçura do sorriso, a comoção da fé: é necessária a poesia - não o sentimentalismo moderno -, mas a “Beatrice dei cuori”.
Isso acontece o tempo todo.
É puro mecanismo de validação social. Um homem comprometido já passou no teste de outra mulher e isso transmite inconscientemente, confiança, capacidade de compromisso e valor.
E se a mulher que o escolheu for admirável por muitas pessoas, o efeito multiplica: outras mulheres passam a vê-lo com ainda mais interesse.
Muitas pensam sem perceber:
“Se essa mulher o escolheu e mantém por perto, ele deve valer a pena” ou “O que ela viu que eu não vi?”
Enquanto está solteiro, costuma ser invisível ou descartável. Assim que surge concorrência, vira “o que ela perdeu”.
Clássico efeito de pré-seleção: o que já é desejado por outras se torna ainda mais desejável.
Você odeia trabalhar porque é “neurodivergente” e quer jogar videogame o dia inteiro.
Eu odeio trabalhar porque, espiritualmente, sou uma aristocrata e considero o emprego um insulto pessoal.