@MeninRibeiro E esse trecho do comunicado?
"o Comitê avalia que trajetórias alternativas garantindo a convergência da inflação à meta no primeiro trimestre de 2028 ..."
Será que estão antevendo recessão à frente?
A COPA DO MUNDO é o último resquício de um mundo que não existe mais.
Mesmo se você não gosta de futebol, vai entender do que eu estou falando e valorizar mais o evento esportivo mais importante da humanidade .
Esse texto não é sobre futebol, é sobre o ser humano. Sobre o que nos une e sobre o que nos separa
Vem comigo que hoje vou misturar Neymar, Virgínia e Harari!
Eleição é guerra.
A DIREITA precisa entrar no clima adequado.
Precisa estar na mesma página.
Não é uma eleição apenas, em jogo.
É uma guerra política.
Foda-se os nossos pequenos defeitos e divergências.
Esqueça micro desvios.
Nenhum deles é maior do que o objetivo principal.
Aprenda com a ESQUERDA.
Quem passar para o segundo turno precisa ter o apoio integral do restante da direita. Isso deveria ser inegociável.
Se for Renan,
os Bolsonaros precisam apoiar.
Se for Flávio,
o MBL precisa apoiar.
Tudo que fuja disso começa a parecer mais interesse pessoal do que projeto político.
Wishful thinking nesse post?
Sim. Só nesse.
Pelo menos neste post,
preciso falar qual deveria ser a estratégia.
@HeglerHenri Stalin foi um dos maiores genocidas da história (pesquisar por Holodomor ou assistir o filme A Sombra de Stalin), mas ainda hoje é idolatrado pela esquerda.
@HeglerHenri Nos anos 30 o principal adversário do comunismo soviético era o fascismo (ambos com a mesma origem de esquerda, diga-se de passagem). Com isso o Stalin (ditador soviético) passou a chamar todo mundo que era seu adversário de fascista. E a esquerda mantém isso até os dias atuais.
“Mas se o governo gasta demais, quem paga a conta dessa dívida?”
R: Sempre é o cidadão. Nunca é o governo. Nunca é o político que assinou.
E chega de 5 formas, te explico abaixo 👇
Thomas Sowell talvez seja o melhor retrato da votação de ontem sobre a escala 6x1.
Ele ensinava:
“Quando as pessoas desejam o impossível, somente os mentirosos podem satisfazê-las.”
É exatamente isso.
Os deputados que votaram a favor dessa proposta estão vendendo ao brasileiro uma promessa bonita, simples e eleitoralmente sedutora.
Mas a economia não funciona por decreto.
A fase do Papai Noel já passou. E essa conta, cedo ou tarde, será cobrada de quem produz, de quem emprega e, principalmente, de quem mais precisa trabalhar.
Prometer redução de jornada sem encarar produtividade, custo do trabalho, informalidade, competitividade e sobrevivência das pequenas empresas é tratar o trabalhador como massa de manobra.
É fingir que boa intenção paga salário.
Não paga.
Quem paga salário é empresa funcionando, economia crescendo, investimento acontecendo e produtividade aumentando.
Por isso, os deputados que votaram contra essa ilusão merecem ser lembrados.
Foram poucos. Mas foram os que tiveram coragem de enfrentar o aplauso fácil e dizer o óbvio: não existe prosperidade construída contra a realidade econômica.
Essa lista merece um quadro.
E Santa Catarina merece destaque: dos 22 parlamentares que votaram contra, 10 são catarinenses.
Em um Congresso cada vez mais dominado por fisiologismo, eles escolheram responsabilidade.
E responsabilidade, hoje, virou ato de coragem.
#Escala6X1 #Prosperidade #LivreMercado
@PedroChermont Parabéns Pedro, baita história!
O espaço aqui é curto, mas quais caraterísticas te chamam atenção (ou são exclusivas) quando você encontra Good People?
Taxa de investimento:
🇧🇷 ~ 18% do PIB
🇨🇳 ~ 40% do PIB
Gasto com previdência social:
🇧🇷 ~ 12% do PIB
🇨🇳 ~ 2% do PIB
Na China o sistema de proteção social é frágil (não tem SUS, previdência pública é baixa, ensino médio e superior são pagos), ao contrário do Brasil. Por isso, as pessoas poupam mais para o futuro do que no Brasil. Há coisas ruins e boas nisso.
Na China, os salários das estatais são mantidos baixos para elas darem lucro. Os lucros viram poupança pública. No Brasil, muitas estatais dão prejuízo e consomem recursos públicos. Há coisas ruins e boas nisso.
Não há investimento sem poupança (doméstica ou externa). Não há poupança sem reduzir o consumo presente.
Em última instância, o que estamos escolhendo é qual geração vai se beneficiar mais. Ao escolher consumo, estamos privilegiando a geração atual (inclusive de aposentados). Ao escolher poupança, você privilegia as gerações futuras mesmo que a atual consuma menos.
Não existe uma resposta única nisso. Mas parece claro que, nesse espectro, estamos errando muito pra um lado.
(A China provavelmente exagerou pro outro lado e vai corrigir, crescendo menos e elevando padrões de consumo, mas isso é outra história)
@Leonardootero61 Leo, na vossa visão, quais segmento de IA deverão ser vencedores daqui pra frentes (foundry, chips, memória/armazenamento, energia, infra de datacenters, etc)?
OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER
"Direita criou uma armadilha para si mesma"
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