Em Portugal, estamos há anos a arrancar as árvores das nossas cidades. Chamamos “jardins” a chão alcatroado com algumas plantinhas.
Não há árvores. Não há sombra. Não há cor. Não há vida. Prefiro mil vezes os constrangimentos das raízes a brotar nos passeios do que cidades mortas onde o calor fecha as pessoas em casa ou em grandes centros comerciais.
Voltem a encher as cidades de árvores.