El dominio LA DERECHA DIARIO estaba registrado a nombre de Fernando Cerimedo. Recién hace dos días, el 22 de agosto, lo pusieron a nombre de un pibe de 22 años. Borrando vínculos con el asesino.
🇧🇷 NIKOLAS FERREIRA (PL-MG) EM 2026:
- 60 presenças
- 123 folgas
- 45 dias de férias
- 5 faltas
- Não trabalhou em 74% do ano!
Ao mesmo tempo, é um dos deputados que mais critica o fim da escala 6x1 para os trabalhadores!
Esse é o ídolo da Ana Castela!
🚔Sabe quem Eduardo levava de carona no avião presidencial durante o gov Jair?? Giovanni Larosa, que é correspondente no Brasil do site de Fernando Cerimedo, o La Derecha Diario, ao menos desde 2021.
➡️Quanto Jair Bolsonaro pagou, ao todo, pelos serviços ilegais de Cerimedo?
Apoiar Nikolas Ferreira significa que a Ana Castela defende:
- Escala 6x1 pro povo: Nikolas é assumidamente a favor
- Alimentos mais caros: Nikolas votou contra zerar os impostos da cesta básica
- Remédios mais caros: Nikolas votou contra a redução de impostos sobre remédios
- Contra benefícios sociais para os mais pobres: Nikolas votou contra o Gás do Povo
- Contra investigar deputados criminosos: Nikolas votou a favor da PEC da Blindagem
- Fim de direitos trabalhistas: Nikolas quer trabalhador e empresário "negociando" acima da CLT. Na prática, o empresário vai impor as suas vontades
Precisamos deixar claro o que significa apoiar o Bolsonarismo no Brasil!
Me sinto na obrigação de reviver esse vídeo da Marília Mendonça toda vez que vejo algo relacionado a sertanejo e política,justamente para quebrar a ideia de que todo sertanejo é de direita, porque não é.
Según New York Times, el régimen de Trump está cazando caballos salvajes protegidos y son enviados al matadero, el gobierno vende estos caballos a bajo precio (25$) y terminan en camiones lejos de la frontera para ser sacrificados.
Utilizan helicópteros para asustarlos y cazarlos hasta llevarlos a corrales donde luego los venden barato para ahorrarse el mantenimiento, tolerando de facto el desvío hacia el matadero.
La especie más depredadora y nociva es la del ser humano.
Atualização, às 10h23. Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Lulinha, enviou a seguinte nota: "Os limites éticos e legais foram, na verdade, extrapolados por setores da polícia federal capturados novamente por interesses políticos e eleitorais, a serviço de uma oposição bolsonarista que , pela ausência de votos, pretende ganhar as próximas eleições no “tapetão”. Em um vergonhoso relatório de pouco mais de 45 páginas de texto narrativo, foi apresentado um verdadeiro quebra-cabeças de ilações . Foram encontradas 57 ocorrências de marcadores de inferência não conclusiva. Muitas dúvidas e uma única certeza . Não há, nos inquéritos, uma única prova ou indício de desvio de dinheiro público , um único ato de ofício , o envolvimento de uma única autoridade com foro por prerrogativa de função e muito menos um único fato relacionado direta ou indiretamente com o INSS. Fábio segue à disposição da justiça e das demais autoridades para esclarecer tudo o que for necessário"
Em abril de 2020, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça atirando. Acusou o então presidente Jair Bolsonaro de interferir na Polícia Federal para blindar o filho Flávio, investigado no escândalo da rachadinha. Para o lugar de Moro, o capitão escalou um auxiliar mais discreto, que chefiava a Advocacia-Geral da União. Era André Mendonça, que se notabilizaria por usar o cargo para abrir inquéritos contra críticos e opositores do chefe.
Em seis anos, Moro reatou com o bolsonarismo, virou senador e agora disputa o governo do Paraná pelo PL. Seu substituto na Justiça foi alçado a ministro do Supremo Tribunal Federal. Hoje é relator de dois casos com potencial para influir no resultado da eleição.
Estão nas mãos de Mendonça o caso Master, que arranhou a imagem de Flávio Bolsonaro, e dois inquéritos do caso Lulinha, que ameaça os planos do presidente. As investigações parecem andar em ritmos diferentes. Uma não produz fatos novos desde maio, quando o site The Intercept Brasil revelou a intimidade do senador com Daniel Vorcaro. A outra ocupa o noticiário com vazamentos em série, pautando a eleição a seis semanas do primeiro turno.
Ninguém deve se sair bem dessas histórias. Flávio foi flagrado pedindo R$ 134 milhões a um banqueiro preso por aplicar golpes, subornar políticos e atuar como chefe de máfia. Fábio Luís, o Lulinha, recebia favores e mordomias da lobista Roberta Luchsinger, que buscava negócios com o governo do pai dele.
Os escândalos devem servir de munição para as duas campanhas, como é próprio da política. A questão é saber se o árbitro vai apitar o jogo com imparcialidade, sem vestir a camisa de um dos times.
Mendonça não costuma dar entrevistas, mas seu gabinete fala pelos cotovelos. Na quinta-feira, soube-se que a Procuradoria-Geral da República pediu o envio do caso Lulinha à primeira instância. Argumentou que a investigação não cita autoridades com foro privilegiado, o que justificaria a permanência no Supremo. Assim que o pedido veio a público, Mendonça fez circular que vai recusá-lo. A informação foi atribuída a “interlocutores” do ministro — método de divulgação judicial que fez escola na Lava-Jato.
Em 2018, a caneta de Moro desequilibrou a eleição presidencial em favor de Bolsonaro. Depois de prender o candidato que liderava as pesquisas, o juiz interrompeu as férias para impedir o cumprimento de uma decisão que mandava soltá-lo. A seis dias do primeiro turno, divulgou uma delação de alto impacto contra o PT. O titular da 13ª Vara Federal de Curitiba desfrutava uma imagem de herói, depois demolida pela anulação de suas sentenças.
Em declarações a um podcast de seu próprio instituto, Mendonça prometeu conduzir todos os inquéritos com “rigor técnico” e “imparcialidade”, por entender que corrupção “não tem cor partidária”. Bonitas palavras, mas melhor seria demonstrá-las na prática.
Nesta quinta, Flávio disse considerar seu envolvimento no caso Master uma “página virada”. O candidato do PL tem razões para se sentir protegido. Desde que as conversas com Vorcaro vieram à tona, nada lhe aconteceu. Ele permanece a salvo de novos vazamentos, operações de busca ou intimações para se explicar à polícia. (por Bernardo Mello Franco, em O Globo)
@LigianePestana Sim. Cerimedo tem relação estreita e de longa data com Eduardo Bolsonaro desde cerca de 2010 (encontros, contratos em campanhas de 2018/2022 e lives conjuntas). Com Flávio, é descrito como consultor digital e celebrou publicamente seu encontro com Trump, além de laços com o clã.
Sim, é verdade. Fernando Cerimedo, marqueteiro argentino, trabalhou em estratégias digitais para a campanha de Jair Bolsonaro em 2018 (via McCann, contratado por Eduardo Bolsonaro, com ações paralelas nos últimos 40 dias) e atuou como aliado digital em 2022, com lives e divulgação de conteúdos sobre as eleições, além de laços próximos à família Bolsonaro.
Caiu o fantoche do Bannon pra América Latina. Ajudou a destruir democracias entre nossos vizinhos e estava já em ação com a familícia Bolsonaro pra corromper nossas eleições. Defendem regimes ditatoriais e mulher no cabresto, mas quando a casa cai choram como os covardes que são.
🤦🏼♀️Sale de un helicóptero —por el que, según se ha denunciado, se estarían gastando más de $200 millones por viaje—, se sube a una camioneta y recorre menos de 100 metros porque, al parecer, caminar no era una opción. ¿Y los medios? ¿Por qué no están cuestionando este gasto tan desproporcionado? ¿En dónde quedó el discurso de austeridad? Qué desgaste esto 🤬
Entonces… ¿el tipo que nos acusaba de ser un narcogobierno está preso por contratar a dos narcotraficantes que dispararon contra su pareja embarazada que iba a revelar sus casos de corrupción?
Los narcos, los delincuentes y los corruptos siempre fueron ellos.
🚨🇧🇴🇨🇴 BOMBA EN BOLIVIA: uno de los sicarios colombianos presuntamente contratados por Fernando Cerimedo se entregó, acorralado, y evalúa hablar. Su declaración podría sacudir la investigación.
En Bolivia tiembla el poder. Y en Argentina, también. 🇦🇷