Diante do Descondenado queimando R$ 300 bilhões (!) em ano eleitoral para comprar votos, quem a "Amélia" da Globo acusa de irresponsabilidade fiscal?
Flávio Bolsonaro!
Até quando ela será tratada como "jornalista", e não como militante de redação petista?
Uma revelação da jornalista Bela Megale, em sua coluna no jornal O Globo, repercutida nesta quarta-feira, 21 de outubro, expõe os bastidores políticos da mais alta Corte do país na reta final da eleição presidencial.
Segundo a reportagem, ministros do STF alinhados a Alexandre de Moraes avaliam que Lula tem grandes chances de derrotar Flávio Bolsonaro no próximo domingo, apesar de ter perdido o primeiro turno.
E o mais grave não é a previsão. É quem está fazendo essa avaliação!
Os magistrados acreditam que a reação dos grupos ligados a Lula, somada às recentes medidas econômicas do governo, poderá influenciar o resultado nas urnas.
A coluna revela ainda que um dirigente do Centrão apresentou aos ministros a previsão de uma vitória de Lula por aproximadamente um milhão de votos.
Estamos falando de ministros do Supremo Tribunal Federal, não de analistas eleitorais! Magistrados com poder para julgar processos envolvendo os candidatos e tomar decisões capazes de interferir diretamente no ambiente eleitoral.
E há uma coincidência política impossível de ignorar.
Outra reportagem de Bela Megale revelou que Lula estaria telefonando a ministros do STF para reclamar de Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, acusando-o de favorecer Flávio Bolsonaro.
De um lado, o presidente candidato recorre a interlocutores no Supremo para contestar decisões eleitorais. De outro, ministros alinhados a Moraes discutem nos bastidores a possibilidade de sua vitória.
Tudo isso a quatro dias da eleição!
Depois das controvérsias envolvendo a atuação do Judiciário em 2022, essas revelações tornam ainda mais urgente o escrutínio sobre a independência da Corte.
O que está em jogo é também uma disputa institucional pelo poder. A nova composição do Senado, somada a uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, irá ampliar a pressão pelo impeachment de ministros do STF. Para esta Corte, a continuidade de Lula significaria preservar o atual status quo, enquanto uma mudança de governo ameaçaria o aparelhamento de poder que hoje os protege.
A “Justiça” de Lula e de seus colaboracionistas tornou-se instrumento de articulação política.