amo o uruguai mas difícil competir no carisma com um país cuja capital se chama PRAIA o goleiro se chama VOZINHA e o idioma é PORTUGUÊS
perdón, mis hermanos
incrivel como a globo fala do fato de todos os torcedores de Senegal terem o visto negado pelos EUA com a maior naturalidade do mundo, sem o minímo tom de critica
bicho filho da puta é o tal do jornalista/comunicador da grande mídia
@matheus_salmaso@ehassimesmo24@lucasfresno E é aquilo, pênaltis é o critério de desempate. Mesma coisa que o saldo de gols na fase de grupos, o jogo em si se encerra na prorrogação
Não interessa se o policial sabe ou não da lição ensinada na sala de aula.
Não interessa se o que argumentou tem validade, é estúpido (sim, é) ou se ancora em algum tipo de fantasia narrativa.
Não interessa.
Porque ele não têm qualquer autoridade legal ou profissional para invadir a unidade escolar.
Não desfruta de autoridade ou autorização para violar a competência do professor.
Não tem direito algum de conspurcar o ambiente escolar com a farda, a arma, a truculência inerente à presença.
De nada importa se falou bem ou mal, se foi cordato ou rude (sim, foi), que palavras ou gestos escolheu.
Nada disso pertence ou deveria estar na área escolar, um espaço de aprendizado, de desenvolvimento humano, crítico e social.
Debater modos, argumento, conteúdo do que falou um policial invasor do universo escolar é, em si, um flerte com o absurdo.
É pressupor a possibilidade de coexistir a ostensividade policial com a liberdade de docência, um paradoxo da excrescência.
É essa concessão ao inaceitável a base para militarizar o ensino e trocar o senso crítico pela coleira da estupidez com disciplina.
Para submeter a criatividade e o livre pensar ao filtro de fanatismos e repressões com a ideia burra de associar educação à força.
Para dar respaldo a uma linguagem fascista de (falsa) ordem sob controle e castigo útil a um projeto de poder de sádicos e alienados.
A bizarrice antecede palavras, posturas, citações a lei, conceitos, divergências, debates.
A violência é a polícia na escola.
Minha avó sempre contava que, quando era mais nova, o pai dela tinha um hábito estranho.
Quando chegava visita em casa, ele se escondia no mato para não precisar lidar com ninguém.
Eu achava aquilo um completo absurdo.
Hoje eu entendo perfeitamente o meu bisavô.
O que me faz pensar que talvez eu tenha um problema.
Eu não tenho um mato para me esconder.
Tenho que ser concursado
Eu odeio empresa privada
Eu odeio as idiotices do mundo corporativo
Odeio mentir que visto a camisa de alguma empresa
Odeio a ideia de ter que se destacar
Eu quero fazer meu trabalho, ir pra casa no horário e receber meu salário