Today is the public release of our book. John and I accepted the challenge and it was a true labour of love. And we made if for free. We hope you like it, and welcome feedback. RNA rules.
https://t.co/f7GZU5PSmH.
Durante o Nature & Climate Week, um dos principais eventos globais sobre clima e natureza, estive com minhas queridas companheiras @MarinaSilva , @GuajajaraSonia e @dasilvabenedita .
Três mulheres que seguem construindo a história da política brasileira. Encontrá-las sempre reforça a importância de seguir na luta com coragem pelo povo brasileiro.
@Samuelsworld o cara admitindo que se a familicia entrar no governo vai acabar com o pix... largar tecnologia proprietária pra ficar dependente de tecnologia externa
literalmente
🫏🫏 O cara é muito burro. Zelle não tem nada a ver com o PIX, poucas instituições usam, e só serve para transferências e ainda tem limite baixos, é como se fosse o antigo DOC piorado.
Ele acha que só pq tá lá alguns meses entende de algo dos USA. Nem perguntar para AÍ antes de passar vergonha consegue.
É o que eu estou entendendo? Eles realmente estão negociando o PIX?
Esse vídeo precisa viralizar.
"Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos."
@TjianDarzacq@OmicsOmicsBlog You almost dare to state the obvious when you say nucleic acids... Even use the acronym RNA a couple of times in the text.
"specificity emerges as a collective property of many weak and transient unstructured interactions among proteins and nucleic acids."
What could it be? 😱
@JHdaFonseca Rapaz, o seu ódio pelo Brasil como surgiu?
Não tem almoço grátis.
Porque o império em decadência está atirando bombas para todo lado, por gosto?
One of the most amazing things I’ve ever seen: a standing ovation for the full Daraxonrasib results
I feel inspired and energised, to put it mildly — we have a targeted therapy for pancreatic cancer now, and nothing is undruggable anymore
O Brasil está de volta no ranking das 10 maiores economias do mundo com mais um crescimento do PIB acima das expectativas. Entre 45 países, o Brasil teve o sexto maior crescimento, atrás apenas da Dinamarca e de países asiáticos. Além disso, o crescimento foi puxado pelo consumo, pelo agronegocio e pela indústria, o resultado trimestral mais forte em um ano. Vamos ao trabalho!
@Samuelsworld Ele teve um breve lapso de caráter nesse momento em que pediu demissão do desgoverno. Mas, assim que percebeu que seu prestígio não era suficiente pra ser candidato competitivo a presidente, voltou a ser o que sempre foi. Não dá pra destruir o que nunca existiu.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Ainda é cedo para sabermos todos os impactos que essa classificação do PCC e do CV como grupos terroristas trará para o Brasil.
O que chama a atenção, de imediato e mais uma vez, é a submissão de políticos como Sérgio Moro, Tarcísio de Freitas e Romeu Zema ao bolsonarismo, dando os parabéns a Flávio Bolsonaro.
Flávio é senador da República por um dos estados que mais sofre com o crime organizado e as milícias e nunca fez nada para combater efetivamente essas organizações criminosas. Agora, como pré-candidato à Presidência da República, o melhor que conseguiu apresentar sobre o tema foi pedir ajuda a outro país.
Demonstra que é alguém totalmente despreparado para o cargo que pleiteia e que o objetivo principal da sua ação não é resolver o problema de segurança do Brasil, mas sim tirar o foco das investigações sobre o seu envolvimento com o banco Master.
Tarcísio e Flávio Bolsonaro já apoiaram o tarifaço dos EUA contra o Brasil para tentar proteger Bolsonaro. Agora, apoiam uma decisão que pretende criar uma relação de subserviência do Brasil diante dos Estados Unidos.
Quando o combate ao crime organizado é tratado como segurança pública, Brasil e EUA cooperam de igual para igual. Mas, se os EUA tratam isso como tema de segurança nacional deles, podem exigir dados do Brasil sem ter a mesma obrigação de compartilhar informações conosco. Isso enfraquece nossa soberania e atrapalha o combate ao crime.
Eu acho um escândalo o Tarcísio e o Flávio aceitarem esse tipo de hierarquia. Eles não podem ver o Trump que já começam a beijar a mão. O Lula foi lá, apertou a mão do Trump, e eles vão lá e beijam a mão do Trump. Esse tipo de atitude desmerece o país.
Nota do Governo do Brasil à Imprensa sobre soberania nacional e combate ao crime organizado no país.
Confira a nota na íntegra em nosso Instagram > https://t.co/0ZUGdBQU2B
Entendo que, à primeira vista, declarar criminosos como terroristas pode parecer a estratégia certa. Mas vale lembrar:
Segundo duas das maiores autoridades brasileiras no combate ao PCC e ao CV — o promotor Lincoln Gakiya e o ex-secretário nacional de Segurança Mário Sarrubbo — a decisão dos EUA pode acabar enfraquecendo, e não fortalecendo, a luta contra o crime organizado. Segue um resumo da matéria do @MarceloGodoy000 no Estadão:
O ponto central é que, ao classificar as facções como organizações terroristas, Washington deixa de tratá-las como um problema policial e passa a enquadrá-las como ameaça militar e de segurança nacional. Na prática, isso tira o tema da esfera da DEA e do FBI — com quem o Brasil mantém ampla cooperação cotidiana — e o transfere para a CIA e estruturas militares americanas.
Gakiya afirma trocar informações semanalmente com DEA e FBI e alerta que esse fluxo pode ser interrompido. Sarrubbo vai na mesma linha: segundo ele, a CIA “não conversa com ninguém”, o que deterioraria a cooperação internacional construída nos últimos anos entre Brasil, EUA e países vizinhos.
Isso pode ter consequências concretas. Foi justamente graças à cooperação entre autoridades brasileiras e a DEA que o traficante Fuminho, braço-direito de Marcola, foi preso em Moçambique em 2020.
Os dois também alertam para riscos jurídicos e diplomáticos. Pela legislação americana, a classificação pode abrir espaço para operações extraterritoriais dos EUA, inclusive em tese no Brasil, gerando preocupações sobre soberania nacional.
Além disso, Sarrubbo argumenta que a medida pode trazer insegurança econômica e dificuldades para empresas brasileiras operando nos EUA.
Ou seja: a medida pode soar dura no discurso, mas especialistas diretamente envolvidos no combate ao PCC temem que ela complique justamente aquilo que mais funciona hoje: a cooperação internacional policial.
https://t.co/M5oeojg1K3
@SF_Moro@botelho19007481 Moro, pq vc saiu do governo Bolsonaro pq ele queria proteger os filhos das rachadinhas e milícias, mas agora vc apoia o próprio filho da rachadinha para presidente?
🗳️🗳️ A próxima pesquisa Atlas (que é a única minimamente confiável), vai mostrar que essa ida do Flávio para os USA só prejudicou.
Após Eduardo tentar sabotar o Brasil, fica claro agora que o Clan Bolsonaro nada mais é que cadelinhas dos USA.
Brasileiros não gostam de políticos que se ajoelham para estrangeiros.
Celebrando, nos 126 anos da Fiocruz, as servidoras e os servidores com mais de 30 e 50 anos de serviços prestados. Trabalhadoras e trabalhadores que poderiam já ter encerrado suas carreiras, mas seguem dedicados a promover ciência e saúde.
Na homenagem o reconhecimento a pessoas que sabem da importância de sua atuação para a Fiocruz e para a sociedade brasileira. .
Um vídeo especial para seguir com essa homenagem. Feliz em fazer parte dessa história. Feliz em caminhar com vocês.