Bateu um cansaço.
Turma tá cansada de quem tem tanta coisa pra esconder, de quem mente toda semana. De quem enriqueceu por meios ilícitos e por isso precisa do STF pra não ir pra cadeia.
Estamos cansados de quem diante dos holofotes promete confronto, mas negocia acordos no escurinho.
Bom dia, mermao!
Vou dar uma passada aí!
Tá precisando de um ferro de solda pra tornozeleira eletrônica?
Posso levar o do papai!
Estou e estarei contigo sempre.
Abs!
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme).
Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident.
Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité.
Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison.
Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme.
Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable.
Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion.
C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part.
Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes.
Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre.
Alors pardon. Et au travail.
Um pré-candidato que esconde por 6 meses do eleitorado sua relação pessoal com o protagonista do maior escândalo do país, sem jamais ter revelado que pediu a ele dinheiro para financiar um filme de autopromoção da família, mostra sua absoluta falta de transparência e sinceridade.
Vou dizer o que precisa ser dito.
José de Abreu é uma das figuras públicas mais abjetas da história do Brasil. Um homem que cuspiu em casal em restaurante. Que republicou ameaça de agressão física contra uma deputada. Que foi condenado na Justiça por ofender colegas. Um camarada desprezível.
Mas há uma primeira vez para tudo.
Hoje ele escreveu que, se fosse Lula, viveria o que resta de vida longe dessa política podre — fazendo palestras, viajando o mundo.
Concordo inteiramente.
Só acrescentaria: seria a primeira decisão sábia de um governo que não tomou quase nenhuma.
A conta já chegou.
R$ 35 milhões para resort ligado a magistrado, ok.
R$ 80,2 milhões para escritório de esposa de magistrado, ok.
Manobras para blindar os dois, ok.
Jatinhos para os três viajarem, ok.
Mas bonequinhos?
“Não se pode”.
Como é muito difícil enganar a matemática, algo que alguns de nós adevogados insistem em ignorar, vamos transformar em horas/advogado o que o escritório da Vivi disse que trabalhou pro Master, colocando uma hora média gorda por profissional (R$ 2.000,00):
(1/x)
📝OPINIÃO: Com a palavra menor que seus fios de cabelo, Jardim protagoniza vexame histórico
Ninguém perguntou, ninguém cobrou, ninguém queria saber. O treinador português Leonardo Jardim cravou por diversas oportunidades: “No Brasil eu só treino o Cruzeiro”. Seu auxiliar achegou a colocar o caráter do treinador como garantia há um mês e meio.
Jardim mentiu. Nada de novo no futebol, porém algo que vai de encontro ao que o treinador passava a cada declaração pública. Chegou a dizer que era cruzeirense, outra inverdade, claro.
No fim das contas, Jardim quis ir para o Flamengo. Foi escolha dele. Primeiro pela quebra da promessa. Sem ela, nada estaria acontecendo. Porém, há outras camadas.
Todo mundo sabe que, erroneamente —ao meu ver, o trabalho de Tite estava, até então, condicionado a um título mineiro. Se Jardim tivesse mesmo o Cruzeiro como uma espécie de prioridade, poderia esperar mais cinco dias, inclusive sob a companhia do seu intitulado“irmão mais velho”, Pedrinho, visto que está em BH.
Mas não, ele correu para fechar com os cariocas, correu tanto que, possivelmente, nem esperou Filipe Luís cair para negociar. Até porque, quem poderia esperar o vexame de ganhar de 8 a 0?!
“Ah, mas o Flamengo tem dinheiro, paga salários altos, tem time forte e pode se reforçar”. E Pedrinho mediria esforços para ter o português de volta?
Bem, pelo português ele retirou uma multa contratual (que se mostrou mais um prejuízo, afinal, se fosse para assumir o Flamengo em março, que o fizesse após pagar sua parte), despendeu uma fortuna pra colocar Dudu no rival, investiu no ponta Marquinhos, reforçou as posições pedidas, deu plenos poderes ao técnico no clube, contratou o scout pedido e depois o fez diretor, criou plano de carreira, ofereceu renovação com cifras altas e, no auge da vontade de garantir uma permanência, até aceitaria ausência nas primeiras semanas do ano.
Nada disso foi suficiente. Talvez Jardim tenha um lado surfista, ou seja um inveterado amante das cores vermelho e preto. Pedrinho o ofereceria quase tudo que ele poderia pedir, exceto ser o Flamengo, que é o que o português mostrou querer. Quis tanto que desonrou um bem mais precioso que o dinheiro que ele sempre disse não ser problema: sua palavra.
A DIRETORIA AZUL
Na outra ponta, a diretoria do Cruzeiro pode, quem sabe, enfim aprender a lição. Paternalismo no futebol não existe. Bap, com postura oposta, mais uma vez consegue o que quer. Poderia ter sido aprendido com Dudu, que ganhou inexplicável nova chance apoiado na amizade com o tal Mattos, e depois tentou ruir com o projeto do clube, dentre outros casos.
“Poderia ter demitido o Tite antes”. Poderia, mas quem fez a promessa foi o português que já havia feito de tudo para sair.
Poderia se a palavra do português valesse uma fração de um tostão. Porque um Tostão pra nós vale muito e está em um lugar que Jardim não merece, em nem vai, se aproximar.
I was 19.I received 60 lashes from the back of my neck to my ankles.
My crime?Attending a party without a hijab and dancing!
Iranian women are fighting and dying for the freedom to choose their clothing & their beliefs.
And you,in a free country,mock their clothing?
Shame on you.