o momento que eu mais senti amor por alguém foi no cotidiano. Foi ao acordar e ter café pronto, foi cozinhar junto ouvindo música, foi depois de limpar a casa inteira e deitar pra assistir. TUDO TUDO que é amor nasce no cotidiano e tudo que não é amor, se desfaz no cotidiano
a primeira vez que eu a vi, eu impliquei com a cor do cabelo. era vermelho. depois eu entortei o nariz, como toda cantora entorta o nariz pra outra cantora. mas vocês não sabem.. depois, depois eu me apaixonei até anel de ouro eu dei!! ela me fez canções e hoje ela está aqui
como é bom ser eclético e ter amigos de várias bolhas. é convite pra fritação em túnel, show de mpb e trap, apresentação de quadrilha, evento acadêmico, barzinho derrubado, restaurante chique, parada do orgulho, remar, gira no terreiro… aceito todos
se relacionar escancara mesmo né coisas sobre nos.... que presente poder ter essa troca.... que bençao estar aberto a reconhecer e melhorar... eu prefiro ser essa metamorfose ambulante
sou formada em letras e minha amiga em ciências sociais, ambas com pós, e ambas decidimos largar o magistério e fazer outra graduação pq nos sentimos desvalorizadas... aí simplesmente rola esse diálogo:
– quer fazer o quê, amiga?
– psicologia, e você?
– serviço social.
🤡🤡🤡