Jornalista, escritor e conferencista, que aprendeu a depender de Deus e ser tolerante. Que procura ouvir e incentivar as pessoas a encontrarem a felicidade.
A ausência da formação teológica compromete o que a igreja tem de mais valioso para o seu saudável e bíblico crescimento - o seu capital humano. Negligenciar a educação, a longo prazo, será desastroso e pode destruir o futuro da igreja.
1. Se puder, não enfrente a tempestade, amarre o barco da sua vida em um porto seguro e espere a tempestade passar.
2. Se estiver em meio a uma tempestade, procure logo abrigo - Nenhum é melhor do que Cristo.
#Felicidade é parar de correr atrás de coisas demais e viver a vida com mais calma e sempre interessar-se por seguir crescendo. É fazer com que as ilusões se convertam em esperança; amar com intensidade, sem nunca esmorecer; saber que mesmo a rotina de dias iguais é amor.
Felicidade é buscar sempre mais, mas estar contente com o que já alcançou; desejar o novo, mas estar satisfeito com o que tem; ter sonhos alcançados, derramar lágrimas de riso e de dor ao chegar onde almeja ou sentir o coração despedaçado por fracassar.
Felicidade é viver sem medo, respeitar-se, dormir em paz, com o dever cumprido, a consciência limpa, sem carregar culpas, ser agradecido, ter um lar pra voltar e alguém para amar e ser amado de volta. É ter esperança além da morte, encontrar Deus e morrer em paz.
@silmarcoelho Tenho uma profunda admiração pela coragem do @PastorMalafaia oro por ele para que Deus o sustente.
Parabéns @silmarcoelho não poderia esperar outra postura sua. Um amigo fiel que Deus me deu há mais de quarenta anos.
O desânimo proíbe a alma de sonhar; ele é íntimo do fracasso.
Desistir é trair a vida. Quem escolhe desistir resolve perder antes de esgotar todas as alternativas.
Diante de você está uma escolha decisiva. O que você vai afazer? Dar outra desculpa? Protelar e deixar a decisão para o amanhã? Ou vai decidir mudar o rumo da sua vida e ser uma pessoa da qual pode se orgulhar?
Somente quem ousa viver a vida à beira do abismo é capaz de ir além do horizonte sem procurar conforto nas certezas instituídas por aqueles que nunca se atrevem a tomar a decisão de abandonar terra firme. #SilmarCoelho
Estamos assistindo — calados ou cúmplices — à normalização do inaceitável: adultos emocionalmente devastados tratando bonecos de silicone como se fossem filhos reais, em um surto coletivo cuidadosamente embalado pela indústria, promovido pelas redes sociais e blindado pela covardia de quem se recusa a dizer a verdade.
O mundo enlouqueceu. E pior: passou a chamar de “terapia” aquilo que é, na essência, uma fuga patológica da realidade.
Como escreveu meu amigo Flavio Gordon, com precisão:
“Frutos de uma cultura hiper-subjetivista e narcisista, o aborto e a ‘parentalidade’ reborn são a contrapartida um do outro: enquanto o primeiro reduz a pessoa à condição de ‘amontoado de células’, a segunda eleva um amontoado de átomos à condição de pessoa. Em ambos os casos, o produto é o mesmo: um bebê sem vida. É o triunfo da cultura da morte.”
Nada mais representa tão bem o colapso moral e mental de uma era.
Que a presença de Deus lhe traga escape, abra a porta e desate os nós que embaraçaram a sua vida.
“Deus não rejeita o para sempre? Ele voltará para você é lhe abençoará.