O Presidente Azeri certeiro nesta declarações. Em Portugal os "anti-imperialistas" ainda romantizam a União soviética, mas ignoram e fecham os olhos ao que foi na realidade a URSS.
Recently, Azerbaijan's President Ilham Aliev used the language of decolonization, describing Azerbaijan as colonized by Russia in the 19th and the 20th century.
"We were colonized in the 19th century and lived as a colony. Then, when the Soviet Union was established, we were not independent. We were part of the Soviet Union. A republic? Yes, but without any rights."
I suppose each of the "republics" of the Soviet Union can say the same about themselves. The Soviet Union was a colonial Russian project, a reconstruction of the Russian Empire that declared the break from the Empire ideologically but used the imperial and colonial strategies and tactics to piece the state together.
@romeu Não poderia concordar mais! É só andar um bocadinho nas redes sociais para ver Moçambicanos e Angolanos entre outros a desejarem a vitória da Ruzz. Até demonstram satisfação quando zonas civis são bombardeadas.
Há com cada alucinado! O Gerasimov e a sua doutrina em 4.5 anos de invasão a larga escala não atingiram nenhum dos objetivos, atualmente perde cerca de 30 mil homens por mês que vão + a mais de 1.3M de baixas. Creio que o prêmio que vai ter enquanto vencedor, é uma queda da 🪟
O problema da água em Almada não se resolve com comunicados nem com negações.
Almada tem perdas de água na rede acima dos 35-40% ( uma das piores taxas do país )
O consumo médio ultrapassa os 300 litros por habitante/dia, quando a média nacional é de cerca de 180 litros.
Enquanto isso, o município permitiu durante anos a proliferação de bairros ilegais com centenas de puxadas clandestinas que sangram a rede todos os dias.
A realidade está aqui ⏬️
@SICNoticias Quem nasceu nos anos 80 também era assim e nos 90 também. Tantas outras gerações o fizeram, e contínuam a fazê-lo. Enfim conversa, para encher salsichas neste caso..
@pjorgeduarte@ffigueiredo14 Tu é q ñ deves perceber q um festival de música não é um serviço básico que tenha de ter acesso garantido com custos acessíveis. Ñ há monopólio de festivais de 🎼, há vários pelo país fora, organizados por promotores diferentes. E em muitos deles nada impede de levar uma 🥪 de 🏠
@pjorgeduarte@ffigueiredo14 Certo, porque as pessoas escolhem serem vítimas de furto.. ou de violência doméstica... vs irem a um festival de música. Belo paralelismo que para aí vai nessa cabeça.
@ffigueiredo14 Para mim, a maioria deles, especialmente nos grandes centros urbanos, tornaram-se apenas um desperdício de dinheiro, que oferecem mais chatices que diversão. Prioridades e opções, cada um tem as suas, ninguém é obrigado a ir ao RIR ou ao NOS Alive
@ffigueiredo14 Embora, e felizmente poderia pagar a minha presença em grandes festivais, o 💶 dos mesmos, da 🥛 e 🍔, não me agrada, por isso, simplesmente opto não ir. Não é preciso o estado regular os moldes em que dentro dos festivais o negócio é feito. O consumidor é que deve avaliar.
At least i know where to find everyone for the mobilisation, they're queuing for fuel. The problem is, cos there's no fuel, they're immobilised.
I remain a master strategist.
For some reason @AgnesCallamard hasn't mentioned our deliberate killing of civilians with ballistic missiles over the past few days.
Wonder why. Other crimes against humanity seem to get their due attention...
📌 Pre-war times. You are a dictator of a huge country rich in resources. You are lucky with your people, and you can do whatever you want with them. Oil money is flowing, corrupt friends are getting fat, the West is shaking your hand, and everything is generally smooth.
📌 In old age you develop dementia and a manic fixation on alternative history, you want to enter textbooks as “Vladimir the Great” and the “gatherer of Russian lands,” and delusions of grandeur are pressing harder and harder on your skull.
📌 You announce “special operations,” expecting to take Kyiv in three days.
📌 The blitzkrieg didn’t work, and the “short SMO” has now lasted longer than the Soviet–German war.
📌 Red lines were gradually shifted, and then everyone just stopped caring about them altogether. Trump in Alaska suggested forgetting everything and “turning the page” to do business, but you recklessly rejected this generous offer.
📌 Money is running out, the people are getting angrier. A “gas station country” is out of gasoline, and Ukrainian drones are flying over Moscow and St. Petersburg.
📌 The only allies left are Lukashenko, the Taliban, and African cannibal dictators.
📌 Not only the West is laughing at you anymore — even people in your own inner circle are.
📌 You are being told not about the capture of Kyiv, Odesa, or Lviv, but about the capture of Kostiantynivka. But even there, you were “scammed.”
📌 “Cough-cough, we are winning, right? Have we already taken Mala Tokmachka?”
Day 1595 of my 3 day war. To prevent imperialists discovering location of my front line bunker in Moscow, we camouflaged the inside of it.
I remain a master strategist.
🎯 não poderia concordar mais com esta análise. Basta ver o volume de propaganda que aumentou em redes como o Facebook anunciando a queda de Konstiantynivka, e que as portas para o Donbass se abriram. A realidade felizmente é diferente da fabricada pelo ghoul do Kremlin.
Há uma regra antiga na análise de intelligence: quando a propaganda sobe de tom, é porque a realidade desceu de nível. Esta semana, a regra confirmou-se com precisão quase laboratorial.
Comecemos pelos factos. A Crimeia, jóia da coroa imperial de Putin desde 2014, está sob estado de emergência desde 26 de Junho. Sebastopol vive às escuras há dias, com a rede eléctrica atingida sete vezes numa só madrugada. O combustível está racionado por código QR, reservado a serviços críticos. As estações de serviço secaram para os civis. Os acampamentos de Verão para crianças foram suspensos. Milhares de carros fazem fila na ponte de Kerch, com quase o dobro dos veículos a querer sair do que a entrar. Não é uma evacuação anunciada. É pior: é um êxodo.
A Frota do Mar Negro já não está lá. Os últimos navios de combate deixaram Sebastopol em Julho de 2024, empurrados por drones navais de um país que não tem marinha. Agora, segundo a resistência ATESH e o ISW, é o próprio comando que prepara a mudança para Novorossiysk. Oficiais superiores vendem casas à pressa e retiram as famílias sem esperar pela ordem formal. As administrações de ocupação de Kerch e Feodosia receberam instruções para evacuar documentos e equipamento. Quando a burocracia foge primeiro, o resto é apenas calendário.
A estratégia ucraniana é fria e legível: não reconquistar a península, mas torná-la ingovernável. Cortar as rotas logísticas, degradar a energia, secar o combustível, isolar a guarnição. O tráfego de carga militar russa nas principais vias de abastecimento caiu cerca de setenta por cento. Zelensky chamou-lhe uma operação “cuidadosamente calculada” para forçar a Rússia a escolher a paz. É a versão do século XXI do cerco: sem trincheiras, com drones e paciência.
E o que faz Putin enquanto perde o controlo efectivo do território que definiu o seu mito de restaurador imperial?
Telefona a Trump e anuncia a conquista de Kostiantynivka. Kiev desmente. O Estado-Maior ucraniano confirma que a cidade continua sob controlo das suas forças. Zelensky classifica a alegação como “mais uma mentira russa” e acrescenta um convite delicioso: se Kostiantynivka é russa, que Putin lá se encontre com ele para negociar a paz.
Putin, naturalmente, não aparecerá. Reclama cidades que não tem e evita as que diz ter.
Eis o retrato completo: um presidente que anuncia vitórias fictícias no Donbass enquanto os seus almirantes fazem as malas na Crimeia. A guerra de narrativas ganha-se em Moscovo. A guerra logística perde-se em Sebastopol. E na história militar, entre a narrativa e a logística, a logística ganha sempre.
A Crimeia foi o troféu que lançou esta guerra. Está a transformar-se na factura que a pode encerrar.
#Crimea #Ukraine #Russia #UkraineWar