@EricLDaugh Following the footsteps of a former prime minister in Portugal (José Socrates) - now on trial for corruption, money laudering and other crimes
How home prices have changed over the past year (Q4 2025 vs Q4 2024):
Portugal: 23.6%
Romania: 14.9%
UAE (Dubai): 12.9%
Lithuania: 11.3%
Switzerland: 4.5%
Netherlands: 3.5%
Singapore: 3.3%
Sweden: 0.8%
Thailand: 0.6%
Canada: -6.2%
China: -8.5%
Note: These are nominal figures.
Cecília Meireles a relatar factos sem dó nem piedade.
“Gostava de ver alguém daquela flotilha a exigir a libertação imediata dos reféns, incluindo as mulheres judias que ainda hoje estão sujeitas a tortura sexual”
👏
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O New York Times, insuspeito de gostar de Israel, documentou os horrores. Numa longa investigação descreve uma mulher puxada de uma carrinha e violada por cinco homens antes de ser morta com uma faca, outra mulher depois de ter sido violada, foi, por mera diversão, cravada com dezenas de pregos nas virilhas e nas coxas, duas outras mulheres foram liquidadas com uma bala na vagina, ainda outra cujos seios foram cortados com um x-ato por um homem enquanto outro a penetrava e outra ainda – citando o diário norte-americano – cujo rosto foi esfaqueado antes de ser decapitada.
Tudo isto foi filmado, está documentado, são factos indesmentíveis.
Com base em imagens de vídeo, fotografias, dados de GPS de telemóveis e entrevistas com mais de 150 pessoas, incluindo testemunhas, pessoal médico, soldados e conselheiros especializados em violação, o New York Times identificou pelo menos sete locais onde mulheres e raparigas israelitas foram agredidas sexualmente ou mutiladas: no Festival Nova, ao longo da estrada da morte a 232, e nos kibbutzim de Be'eri, Alumim, Nahal Oz de Re'im. Relatório após relatório, provas, testemunhos, como de Amit Soussana, refém em Gaza que foi violada – destino que tiveram várias reféns mulheres e pelo menos dois dos reféns homens - foram apresentados no Conselho de Segurança da ONU. O mundo recusou-se a ver e a ouvir. A ONU Mulher precisou dois meses para denunciar estes crimes.
O mundo esqueceu-se das 36 meninas e meninos chacinados, queimadas vivas, fuziladas, a 7 de Outubro, Mila Cohen foi metralhada no berço, tinha 9 meses, Naama Abu Rashed, beduína-israelita, tinha 14 horas de vida quando morreu, foi atingida a tiro quando ainda estava no ventre da mãe. Os terroristas não se compadeceram com uma mulher em trabalho de parto.
Quarenta e duas crianças foram feitas reféns, entre elas o bebé Kfir Bibas, com 8 meses e o seu irmão Ariel. Seriam estrangulados em Gaza, entregues a Israel num caixão, juntamente com a mãe Shiri, num espetáculo macabro transmitido pelas televisões. A morte deliberada, intencional destas crianças é um escândalo absoluto tal como é um escândalo absoluto as crianças mortas em Gaza. Ambas têm o mesmo carrasco: o Hamas.
Mesmo aos olhos de quem não tem ilusões sobre as Nações Unidas – que teve o Irão a presidir à conferência sobre o desarmamento em Março de 2024, ou a China e Rússia na Comissão de Direitos Humanos em 2023 – o “sim, mas” das Nações Unidas e do seu Secretário-Geral, seguido por moralistas de cátedra, foi aberrante. A duplicidade de critérios, nada de novo no que toca an Israel desde 1948, gritante.
Também não é nada de novo, para os que estudam história e não a “aprendem” nas redes sociais ou em editoriais inflamados , que houve um nazismo árabe, que o Grande Mufti de Jerusalém viveu em Berlim onde a partir de 1941 teve um papel não negligenciável na decisão dos nazis alemães exterminarem os judeus na Europa. Está nas actas de Nuremberga.
Good morning.
The reason you feel Charlie’s death so deeply is because grief doesn’t measure itself by proximity. It measures itself by meaning. You didn’t have to know him personally to feel the sting of his absence, because when a voice like his goes silent, something in the atmosphere shifts.
The reason it feels heavier than so many other tragedies is because your spirit recognizes that this is not just about a man, it is about a battle. Scripture says eternity is written on our hearts, and when someone who carried truth with boldness is suddenly gone, eternity aches within us. It’s like our souls know instinctively that the darkness celebrated, and that strikes us at the core.
The reason you can’t shake it is because psychologically, we don’t only attach ourselves to people…we attach ourselves to symbols. Charlie became a symbol of conviction in a time of compromise, courage in a time of fear. And when a symbol is struck down, it rattles something primal and eternal inside us.
That’s why even those who never met him feel it. There is a strange thread pulling at us, and it is not imagined. It is real. We are bound together by shared purpose, by shared longing for truth, by the Spirit of God Himself weaving us into a fabric that cannot be torn apart. This loss pulled at that fabric, and every one of us felt the tug.
So if you’ve wondered why this hits so hard, it’s because your soul knows. This is bigger than news. This is bigger than politics. This is about eternity, about truth, and about the weight of a man whose life carried both.
Love y’all.