feminista negra | ativista | advogada com OAB e tudo | doutoranda em direito (UFBA) | mestra em direitos humanos (UNB) | fã de RBD | sommelier de cardápio
Se já estão em choque ao descobrirem que Israel traficava os órgãos de palestinos, imagina quando descobriram que brasileiros eram traficadas como escravas sexuais para lá?
Obs.: A história que originou a novela Salve Jorge se passou em Israel, não na Turquia.
eu queria entender pq o algoritmo está me enviando diversas propagandas de investimento e administração de patrimônio para quem já acumulou mais de um milhão de reais. certamente eu não sou o público mas me sinto lisonjeada.
Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
Sana gelmeden önce ışık saçan kadın sana geldikten kendini unutacak hale geldiyse "Ben nasıl yetersiz bir adamım ki bir kadının gözündeki ışığı, içindeki yaşama sevincini öldürdüm" diye kendine sor.
Senin bebeğini doğurup bakmaktan kendini unutmuş kadına merhamet gösterip yardım etmek yerine, çekip elaleme kötüleyip, ağızlara malzeme ediyorsan ben adam mıyım diye kendine sor.
a maternidade é uma solidão desgraçada. achei que tinha entendido e digerido, mas volta e meia me pega o quão solitário é estar nesse lugar. estou por minha própria conta e ainda dando conta (nem sempre de tudo, mas sempre do mais importante que é meu filho).
Been seeing comments about Norway having so many fans, while Senegal barely has any.
That’s because Senegalese supporters were not given visas to come to the U.S.
Even before a ball is kicked, Western/European teams already have an unfair advantage.
eu não tenho pai presente mas tenho padrinho. fui pedir desculpas a ele por atrapalhar o feriadão dele com uma demanda e ele meteu serinho “não se desculpe nunca. eu existo pra te ver feliz”. 🥰 🥹
Acabei de ver um japonês que fala português vendo jogo da Copa e ele bravo perguntando: "por que se fala O Rafinha? Não seria O RAFINHO??? por que isso????"
E agora tem um eco na minha mente pensando em como português brasileiro é uma língua desobediente kkk
My friend from Argentina told me that they are doing the same with concerts and festivals. If you have money to buy a ticket, you have money for you child. Period.