DIAGNÓSTICO NO JOELHO GARANTE APOSENTADORIA? | Problemas no joelho não garantem aposentadoria por incapacidade permanente de forma automática. O INSS avalia o comprometimento funcional e a impossibilidade de reabilitação para outras funções.
Saiba como instruir o pedido de aposentadoria por invalidez em casos ortopédicos e evitar o indeferimento administrativo. Confira a análise técnica no blog do Previdenciarista.
Documentos como ressonâncias e laudos detalhados devem comprovar que o quadro é irreversível. O benefício costuma ser precedido pelo auxílio por incapacidade temporária para observar a evolução clínica.
A perícia médica analisa a capacidade de permanecer em pé e realizar esforços físicos conforme a profissão. Trabalhadores braçais possuem maior probabilidade de reconhecimento do que profissionais administrativos.
A Portaria DIRBEN número 1.333/2026 atualizou os procedimentos de reabilitação profissional no INSS. A norma reafirma que a incapacidade para a profissão habitual não garante automaticamente a aposentadoria por incapacidade permanente. 🧵
Para a advocacia previdenciária o cenário exige análise detalhada das condições biopsicossociais do cliente. Reabilitações meramente formais e sem viabilidade de mercado devem ser contestadas tecnicamente. Confira os detalhes no blog.
A nova regulamentação torna os fluxos de acompanhamento mais uniformes em todo o país. O encerramento do programa de reabilitação sem sucesso é pressuposto para a concessão da antiga aposentadoria por invalidez.
O segurado pode ser obrigado a mudar de ramo profissional caso a perícia identifique capacidade residual. O objetivo do programa é capacitar o trabalhador para funções compatíveis com suas limitações físicas ou mentais atuais.
Completar 60, 65 ou 70 anos não gera mudanças automáticas no INSS, mas altera profundamente a análise jurídica do direito previdenciário. Entenda os impactos técnicos para a sua advocacia: 🧵
Já aos 70 anos, a fragilidade social e as limitações funcionais tornam-se argumentos centrais em revisões. A idade avançada também pode elevar o fator previdenciário em cálculos específicos.
O marco dos 65 anos é o gatilho para o BPC/LOAS. É o momento de revisar estratégias para clientes com histórico contributivo insuficiente que necessitam de amparo assistencial.
Aos 60 anos ocorre a dispensa de perícia médica revisional para benefícios por incapacidade temporária. Além disso, critérios como baixa escolaridade ganham peso na conversão para aposentadoria por invalidez.
A TNU encerrou o julgamento do Tema 326 que discutia a responsabilidade civil do INSS por descontos associativos indevidos em aposentadorias e pensões. A decisão foi unânime.
O encerramento do tema impacta a estratégia de advogados que buscam indenizações por danos morais contra a autarquia pela falha no dever de vigilância. Detalhes no site do Prev.
Sem uma tese nacional definida pela TNU os processos individuais permanecem sob análise dos juízes conforme as provas de cada caso e os limites do acordo firmado entre órgãos públicos.
A matéria foi desafetada após o INSS desistir dos pedidos de uniformização. A autarquia fundamentou o recuo no acordo homologado pelo STF na ADPF 1236.