@crushdobbb20 FUX ficou foi para história com este voto, se mostrou ser o mais preparado. Pelo visto, um juiz de carreira é bem diferente de advogados indicados por presidentes. Foram 13 horas de uma aula em forma de voto, com imparcialidade e experiência.
e oq ela tava fazendo no meio do caos e quebra pau do 8 de janeiro? a sua corrida matinal? ou vai ver ela tem um super sentido e sentiu que tinha alguém ferido precisando dela lá na esplanada
cada coisa que esse tal de algoritmo joga na minha timeline…
Mais uma vítima do 8 de janeiro.
Geissimara Alves de Deus, 28 anos, não foi condenada por destruir, incitar ou desobedecer. Foi presa por tentar salvar uma vida. No dia 8 de janeiro de 2023, em meio ao caos na Esplanada dos Ministérios, ela viu uma mulher ferida, sangrando após ser atingida por tiro de bala de borracha. Um policial orientou Geissimara — fisioterapeuta de formação — a levar a ferida para dentro um dos prédios e juntos levaram a vítima até o Palácio do Planalto. Lá, sem provas, sem imagens, sem sequer um celular funcionando — a bateria havia acabado — ela foi detida em flagrante.
Desde então, sua vida virou um retrato da degradação humana dentro do sistema prisional. Condenada a 14 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal, Geissimara foi enviada para uma ala de alta periculosidade num presídio em Aparecida de Goiânia. Espancada enquanto dormia, enfrentou problemas gástricos graves por conta da alimentação precária. Perdeu mais de 30 kg. Hoje pesa apenas 38 kg, com um índice de massa corporal (IMC) de 15,23 — considerado gravemente abaixo do saudável para sua altura de 1,62m.
Os laudos médicos oficiais apontam desnutrição proteico-calórica moderada (CID-10: E44.0), gastroenterite crônica de possível origem psicossomática, gastrite, enterite por intolerância à lactose, transtorno de estresse pós-traumático (F43.1) e episódio depressivo grave (F32.2). A rejeição alimentar e o uso contínuo de medicamentos controlados não surtiram efeito. A cada semana, Geissimara definhava mais dentro do presídio.
Por um tempo, foi transferida para a ala das grávidas, onde cuidou de bebês com carinho e dedicação. Chegou a ser madrinha de um deles. Mas sua delicadeza foi mal interpretada, porque pedia por mais tempo de sol para os bebês. Disseram que ela era “chata demais” — e a devolveram ao convívio com presas violentas.
A defesa, liderada pela advogada Dra. Kelly Maria Silva de Espíndola, fez sucessivos pedidos de prisão domiciliar humanitária. “Defender Gessimara é mais do que exercer minha profissão. É um chamado à consciência jurídica, à dignidade humana e à verdade”, declarou. “Ela não é um número. É uma vida. Uma mulher jovem, honesta, que tentou ajudar e foi esmagada por um sistema que, muitas vezes, prefere punir antes de ouvir.”
Eu morro de dar risada de ver essa transformação que a juventude sofreu sem nem se dar conta disso:
Até muito pouco tempo atrás, o jovem sentia orgulho de ser rebelde, de constestar a autoridade e se insurgir contra o arbítrio dos poderosos.
Hoje, o modelo ideal do "jovem rebelde" é aquele que luta pela censura, defende o estado, abraça pautas criadas em universidades estrangeiras e briga pelos interesses da Big Pharma.
Em menos de uma geração, o lema do "jovem rebelde" passou de "Fuck you, I won' t do what you tell me" para "pq vcs não querem entregar todos os seus dados para o estado hein"
🇧🇷🇺🇸 Em nota, Eduardo Bolsonaro diz que tarifas de Trump correspondem ao sucesso do trabalho que ele tem realizado junto ao governo americano.
Diz que as medidas são resposta "a abusos de Moraes e à ruptura do Brasil com valores do mundo livre" (GloboNews).
tava com 100% do soch feito, bem lindo, entrei agr pra mostrar pra minha mae e um dos professores postou 40 questões 🤡🤡
tive 10min de glória e orgulho do erivaldo