Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, mas precisa compreender de fato o recado que os brasileiros deram nas urnas.
Em sua “Declaração à Nação”, Temer diz que “as urnas falaram”, que o brasileiro quer mudança e que o Congresso foi renovado. Diante disso, Temer deve respeitar o recado das urnas, em vez de tentar moderá-lo no dia seguinte.
Foi Temer quem indicou Alexandre de Moraes ao STF, em 2017. Foi ele também quem, em 2021, no auge do confronto entre Jair Bolsonaro e Moraes, apareceu para intermediar a crise e ajudar na construção da “carta da democracia” que marcou o recuo de Bolsonaro.
Anos depois, Bolsonaro acabou preso. Portanto, é legítimo questionar o resultado daquela estratégia de conciliação. O próprio Temer afirmou, à época, que não havia costurado qualquer acordo para impedir prisões, mas uma “distensão” entre os Poderes.
Por isso, quando Temer reaparece falando em “reconexão”, cabe perguntar: reconexão com quem e para quê? Para mudar o sistema ou para protegê-lo mais uma vez?
As urnas não deram ao bolsonarismo apenas uma vaga no segundo turno. O PL elegeu 19 senadores e chegará a 28 das 81 cadeiras. É uma mudança na correlação de forças no Senado, responsável por processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade.
E aí aparece também Valdemar Costa Neto dizendo que “não podemos pôr fogo no país”. Que fogo? Aplicar a Constituição é incendiar o Brasil? Processar um pedido de impeachment com fundamento jurídico e devido processo é incendiar o Brasil? Reformar instituições por meio do Congresso é incendiar o Brasil? Cobrar limites entre os Poderes virou radicalismo?
Esse discurso de “pacificação” e “moderação” não pode servir novamente para preservar tudo como está.
O bolsonarismo não atravessou tudo o que atravessou, chegou ao segundo turno e conquistou uma força inédita no Senado para, 24 horas depois, devolver as chaves aos mesmos personagens que agora aparecem oferecendo moderação e acomodação.
A régua precisa mudar. Flávio Bolsonaro precisa entender que apoio não pode custar recuo. A última conciliação terminou com centenas de condenados e seu próprio pai preso. A história já mostrou o preço.
Brasileiro se depara com pestistas votando nos Estados Unidos🇺🇲
O Presidente Trump deveria deportar todos petistas de volta para o Brasil. É fácil viver em um país de 1° primeiro mundo, enquanto decidem o inferno para o Brasil.
@karinamichelin Agora a palavra do momento nas mentes esquerdistas, é essa: soberania!!! Destruiram o país com suas políticas populistas e fisiológicas, e agora falam como se atual situação do pais, nada tem a ver com eles🤔
Lula jogou a bandeira do Brasil diante das câmeras logo depois de votar neste domingo, 4 de outubro, em São Bernardo do Campo. A cena durou poucos segundos, foi transmitida ao vivo e rapidamente começou a circular pelas redes sociais em pleno dia de eleição.
Encerradas as fotos com Alckmin, Lula embolou a bandeira brasileira e a arremessou, diante de jornalistas e fotógrafos.
Depois de votar, Lula falou aos jornalistas sobre democracia, soberania popular e respeito ao resultado das urnas. Disse ainda que o brasileiro teria de escolher entre o “fortalecimento do regime democrático” e a “barbárie”.
Enquanto isso, as imagens de Lula jogando a bandeira brasileira começaram a ganhar força nas redes sociais.
Segundo informações que circulam nos bastidores, integrantes da campanha de Lula teriam entrado em “pânico” com a repercussão do vídeo. Um membro da equipe teria dito: “Ele não podia ter feito isso; tem milhões de pessoas votando agora, vai custar votos.”
Em pleno domingo eleitoral, Lula produziu sozinho uma das cenas mais bizarras do dia; abriu a bandeira do Brasil para a fotografia e, segundos depois, embolou o símbolo nacional e o lançou para longe diante das câmeras. E tudo isso diante de um país que ainda está votando.
A um dia das eleições, o Brasil assiste a uma sequência de acontecimentos que não pode ser banalizada.
Nesta sexta-feira, 2 de outubro, antes de seguir para Belo Horizonte, Lula discursou no Rio de Janeiro e chamou seus apoiadores para uma “ação revolucionária”. Horas depois, em Minas Gerais, Janja pegou o microfone e, pela segunda vez em quatro dias, atacou publicamente Nikolas Ferreira: “Um salve para todo mundo de Minas Gerais! Menos para o piá de bosta!”. Depois, repetiu a ofensa e chamou o deputado de “mentiroso”.
Enquanto o palanque petista baixa o nível da campanha, uma situação excepcional se desenrola no campo diplomático. Os Estados Unidos suspenderam os serviços consulares no Brasil por preocupações de segurança, sem revelar a natureza da ameaça. A Austrália também fechou sua embaixada em Brasília e, em alerta aos cidadãos, mencionou riscos de “terrorismo” e “crimes violentos”.
No mesmo dia, a campanha de Lula pediu ao TSE que a suspensão dos serviços americanos fosse incluída na investigação sobre “suposta interferência estrangeira nas eleições”. Lula também levou o tema ao discurso em Belo Horizonte.
É justamente essa movimentação que Nikolas diz estar observando. Neste sábado, escreveu no X: “Sinto que a esquerda não vai aceitar perder as eleições e que o país está prestes a passar por momentos nunca vistos antes…”. Questionado sobre a gravidade da publicação, respondeu: “Não tô de tic tac não… tô só analisando friamente a movimentação da esquerda com ‘interferência americana’. Tá estranho.”
O suspense já está instalado no país; representações diplomáticas fechadas por segurança, um alerta estrangeiro mencionando terrorismo, acusações de interferência americana, Lula falando em “ação revolucionária”, Janja atacando novamente um deputado adversário e Nikolas dizendo publicamente que considera estranha a movimentação.
Esses episódios, juntos, desenham uma reta final eleitoral carregada de tensão e incertezas. A poucas horas das urnas, o Brasil acompanha, apreensivo, o desenrolar dos acontecimentos, enquanto respostas fundamentais ainda permanecem ocultas.
🚨FLÁVIO BOLSONARO
ESFREGOU O CHÃO COM A CARA DE LULA!
"Você vai ser EXPULSO DA PRESIDÊNCIA, LULA! Ninguém aguenta mais ouvir a sua voz! A sua irresponsabilidade está colocando o Brasil em perigo! O Brasil se isolou no mundo por causa de você! Você briga com todo mundo!"
A canetada veio, e a pedido do partido de Paulinho da Força, o aliado “oculto” de Lula da Silva.
A poucas horas do último debate presidencial antes das eleições, Gilmar Mendes determinou que a Globo inclua Renan Santos, atendendo a uma ação do Solidariedade, partido presidido por Paulinho da Força.
É preciso entender a gravidade do que acaba de acontecer.
Renan Santos não tinha participação automaticamente assegurada pela legislação eleitoral. O Missão possui apenas um deputado federal e não alcança o mínimo de cinco parlamentares exigido para que a presença de seu candidato seja obrigatória. Kassio Nunes Marques havia acabado de negar o pedido no TSE e Cármen Lúcia também rejeitou a tentativa feita no STF.
Então entra Paulinho da Força no jogo.
Seu partido provoca Gilmar Mendes e, numa decisão de última hora, Renan Santos consegue aquilo que não havia conseguido nem na Justiça Eleitoral nem na primeira tentativa perante o Supremo; entrar no debate.
E entra justamente quando Lula decidiu fugir do confronto.
O efeito político dessa intervenção é claro: Renan entra para atacar frontalmente Flávio Bolsonaro e tumultuar a configuração de um debate que já estava estabelecida, enquanto Lula assiste de fora.
Paulinho da Força é o mesmo Paulinho que, dias antes, pediu a Flávio Dino o afastamento de Kassio Nunes Marques e André Mendonça da fiscalização da propaganda eleitoral no TSE.
Agora seu partido provoca Gilmar, Gilmar intervém e as condições do último debate presidencial são alteradas a poucas horas de sua realização.
Isso é uma clara intervenção judicial de última hora diretamente no último e mais importante debate da reta final da campanha.
Diante desse jogo de cartas marcadas Flávio Bolsonaro, justamente, cancela sua participação neste teatro maquiavélico.
Estela Aranha OBRIGOU a Globo a não mostrar o púlpito vazio que deveria estar Lula. Vamos ver o currículo da moça:
Estela formou-se no curso de direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FDUSP), onde Moraes é "Deus". Atua como pesquisadora no IDP, de Gilmar Mendes. Atuou como presidente da comissão de proteção de dados e direito à privacidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro. Na gestão do então Ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), Estela foi convidada para ser secretaria especial dedicada a assuntos digitais e que estará diretamente vinculada ao gabinete do ministro. Após ser desligada do ministério em outubro do mesmo ano, foi indicada por Rui Costa (PT), como assessora especial do Presidente Lula (PT). Em 1º de agosto de 2025, ao lado de Floriano de Azevedo Marques Neto, foi indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para tornar-se ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ou seja, uma MILITANTE PETISTA!
Urgente: proibiram a Globo de mostrar o púlpito vazio de Lula. E mais: autorizaram outro candidato a ir para bater em Flávio. Enquanto isso, Lula se foge e se esconde para não responder às perguntas que deve responder aos brasileiros.
Jair Messias Bolsonaro não poderá votar nas eleições deste domingo.
Um ex-presidente da República, que recebeu quase 58 milhões de votos em 2022, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, teve seus direitos políticos suspensos e foi arrancado à força do processo eleitoral brasileiro. Não existe eufemismo: Jair Bolsonaro é um preso político!
E não se contentaram em prendê-lo. Alexandre de Moraes decidiu que Bolsonaro não poderia fazer manifestações político-eleitorais, nem mesmo por intermédio de terceiros. Manteve a proibição do uso de celular e redes sociais, de gravar vídeos ou áudios, restringiu suas visitas e até Flávio Bolsonaro, seu filho e candidato à Presidência, foi proibido de visitá-lo por 90 dias.
O mais grave é que não foi apresentada nenhuma prova capaz de demonstrar que Jair Bolsonaro tenha praticado uma tentativa de golpe de Estado. Sua condenação é injusta; é um preso político.
Bolsonaro não vota, mas presos provisórios votam. Nas eleições de 2026, 12.814 estão aptos a votar e haverá seções eleitorais dentro dos presídios. Jair Bolsonaro, não!
Enquanto urnas serão levadas aos presídios para garantir esse direito, Bolsonaro estará dentro de casa sem poder tocar em uma urna. Não se trata de retirar dos presos provisórios um direito previsto em lei, mas de expor o tamanho dessa aberração.
E não lhe retiraram apenas o voto. Retiraram sua voz, sua imagem, sua presença e sua participação na vida política. Produziram algo ainda mais perverso: uma morte política e pública em vida.
Bolsonaro existe e está vivo; mas milhões de brasileiros não podem ouvi-lo ou vê-lo, durante esta eleição presidencial.
Pode-se concordar ou discordar de Bolsonaro, odiá-lo ou rejeitar tudo aquilo que representa. Mas ninguém deveria olhar com naturalidade para o poder empregado para retirar um adversário político da arena pública.
Neste domingo, Jair não poderá votar. Mas nenhuma sentença consegue determinar por decreto o lugar que um homem ocupa na memória política de milhões de brasileiros.
O que não podem fazer é obrigar milhões de brasileiros a esquecer que Jair Bolsonaro existe. E as urnas mostrarão o tamanho da força política que seu nome ainda carrega.
Mais um escândalo; mensagens obtidas pelo Metrópoles mostram o então embaixador do Brasil na Espanha, Orlando Leite Ribeiro, colocando a estrutura diplomática à disposição durante a instalação de Lulinha e sua família em Madri.
Houve orientação sobre escolas e bairros, oferta de funcionária da embaixada para acompanhá-los, intermediação de reunião na Universidade de Salamanca e até oferta de uma van oficial para a compra de móveis.
E há um detalhe nada irrelevante nessa história; o interlocutor do embaixador nessas conversas era Roberta Luchsinger, a mesma lobista que Lula afirmou publicamente não conhecer. Era com ela que o representante brasileiro tratava de parte da assistência destinada à mudança de Lulinha. Ou seja, a mulher que aparece intermediando assuntos relacionados ao filho do presidente junto à estrutura diplomática brasileira é justamente aquela sobre a qual Lula declarou: “Nunca vi essa moça na minha vida.”
O Itamaraty confirma que o setor educacional prestou apoio, mas diz que a van não chegou a ser usada.
A questão é; qualquer cidadão brasileiro teria acesso ao mesmo nível de assistência recebido pela família do filho do presidente da República? Claro que não. Em algumas embaixadas falta até papel higiênico, mas não faltaram funcionários, orientação, contatos e até a oferta de uma van oficial quando quem precisava de ajuda era o filho de Lula.
🚨 FLÁVIO PARTE PRA CIMA DE LULA APÓS FALA SOBRE MULHER SER “TOCADA” DESDE CRIANÇA:
“Lula, eu tenho duas filhas mulheres pequenas, uma de 14 e uma de 12 anos, e elas não estão acostumadas a tomar toque desde criança, não.”
A cinco dias das eleições, o roteiro se repete. Paulinho da Força, aliado eleitoral de Lula em 2022, integrante do conselho político de sua campanha e personagem de uma relação de décadas, marcada por alianças, rupturas e reaproximações, pediu a Flávio Dino que retire Kassio Nunes Marques e André Mendonça da fiscalização da propaganda eleitoral no TSE e redistribua os processos hoje sob responsabilidade dos dois ministros.
O pedido ainda será decidido, mas Paulinho pretende alterar justamente quem controla uma área sensível da eleição na última semana da campanha.
Dias antes, o PT havia recorrido a uma estratégia semelhante: entrou na ADPF 1.178, ação sobre soberania e efeitos de atos estrangeiros que já estava sob relatoria de Dino, para pedir providências sobre suposta interferência estrangeira na eleição. Entre elas, investigação da PF e até buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede do PL.
Agora, novamente, uma pretensão eleitoral de enorme alcance chega diretamente a Dino. E isso acontece logo depois de Luiz Fux questionar exatamente esse expediente no caso Nossa Senhora Aparecida: Antonio Tabet apresentou pedido incidental em processo já relatado por Dino, Dino derrubou decisão de André Mendonça, e Fux reagiu sustentando que o correto seria uma nova ação, submetida à distribuição.
O quadro fica ainda mais perturbador porque Kassio Nunes, presidente do TSE, já denunciou ao presidente do STF “indevida sobreposição de competência” e “violação ao juiz natural”.
Estamos diante de uma sucessão de manobras processuais, às vésperas das urnas, capazes de deslocar competências, derrubar decisões eleitorais e até tentar retirar dois ministros da fiscalização da propaganda.
Chamar isso de golpe não é eufemismo; os fatos documentados mostram uma manobra clara: muda o pedido, muda o autor, mas o atalho processual volta a desembocar no mesmo gabinete de Flávio Dino, o aliado histórico comunista de Lula da Silva.
Partiram, de fato, para o tudo ou nada!
📌É difícil tratar como normal o que aconteceu. Uma informação falsa envolvendo Nossa Senhora Aparecida foi desmentida, a GloboNews reconheceu o erro e pediu desculpas, o projeto de 2007 tinha outro autor e estava arquivado havia quase duas décadas. Mesmo assim, a história continuou alimentando a campanha presidencial. Lula, avisado ao vivo de que se tratava de fake news, respondeu cinicamente: “Eu não sei se foi fake news”.
Daí em diante, o absurdo só cresceu: Nossa Senhora foi parar no palanque, católicos e evangélicos foram tragados para a disputa pelo voto e uma falsidade já esclarecida desembarcou no TSE e no STF.
André Mendonça mandou remover publicações; Flávio Dino derrubou uma das decisões; Kassio Nunes Marques reagiu à interferência do Supremo; Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino. Agora, o Solidariedade de Paulinho da Força pede justamente a Dino o afastamento de Kassio e Mendonça das ações sobre propaganda eleitoral.
Tudo isso a cinco dias das eleições.
A fé de milhões de brasileiros não deveria ser transformada em munição eleitoral. E Nossa Senhora Aparecida definitivamente não deveria acabar no centro de uma batalha política e judicial nefasta pelo poder.
Lula e sua campanha ultrapassaram todos os limites. E, pelo visto, o pior ainda está por vir…
Reprodução: @auriverdebrasil
Lula protagonizou uma cena que simboliza o grau de promiscuidade institucional a que chegou a República; durante um evento oficial em Belém, pegou o telefone e ligou, ao vivo, para Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal indicado por ele próprio. O motivo era a sanção de uma lei cujo projeto havia sido apresentado por Dino em 2024, quando ainda era senador. Lula queria que o ministro falasse para a plateia; a ligação acabou interrompida antes que sua voz fosse ouvida.
O problema não é a lei, tampouco sua origem; o projeto nasceu depois da tragédia pessoal vivida por Dino com a morte do filho. O escândalo político está na absoluta falta de cerimônia com que as fronteiras entre Executivo e Judiciário parecem desaparecer.
Estamos na reta final de uma eleição presidencial na qual Lula disputa a reeleição, enquanto Dino acaba de intervir numa controvérsia eleitoral envolvendo diretamente seu adversário, Flávio Bolsonaro, derrubando uma decisão de André Mendonça no TSE sobre publicações relacionadas a Nossa Senhora Aparecida.
A República chegou ao ponto em que nem sequer se preserva a aparência de distância institucional. Lula telefona para Dino diante das câmeras, transforma o ministro do Supremo em personagem de sua cerimônia e segue como se essa intimidade entre os Poderes fosse a coisa mais normal do mundo.
Os brasileiros assistem perplexos ao nível a que chegamos no Brasil e veem, diante dos próprios olhos, Lula se tornando cada vez mais Maduro.
A uma semana da eleição, Lula levou para uma entrevista nacional neste domingo, 27 de setembro, uma informação falsa envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida e, mesmo alertado ao vivo de que se tratava de fake news, justificou a narrativa: “Eu não sei se foi fake news. O dado concreto é que isso está na rede social muito forte.”
A história que circula nas redes associa Flávio Bolsonaro a uma tentativa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O projeto usado para construir essa narrativa, o PL 2.623/2007, foi apresentado pelo então deputado federal Victório Galli e arquivado em 2008. Flávio não era deputado federal nem apresentou a proposta.
A GloboNews, depois de fazer a associação falaciosa, corrigiu a informação e pediu desculpas pelo erro. No TSE, André Mendonça classificou como “notoriamente inverídica” a afirmação de que Flávio ou sua família tenham proposto, apoiado ou pretendam retirar o título da santa e determinou a remoção de publicações.
Neste domingo, porém, Flávio Dino derrubou a decisão de Mendonça e mandou restabelecer os conteúdos falsos, sob o argumento de que o post de Antonio Tabet não citava nominalmente Flávio e não havia ilicitude evidente.
Lula e seus colaboracionistas, que há anos acusam as redes sociais de disseminarem mentiras e defendem sua regulamentação, agora transformam a própria circulação de uma informação falsa nas redes em argumento para sustentá-la: se “está na rede social muito forte”, virou “dado concreto”.
Na mesma entrevista, Lula disse ter a “leve impressão” de que vencerá a eleição no primeiro turno. A reta final da campanha começa, assim, com uma falsidade desmentida, judicializada, devolvida às redes por Dino e repetida pelo presidente em rede nacional.
Esse é Lula da Silva desmentido diante das câmeras, mas disposto a repetir a falsidade quando ela lhe serve politicamente. Para ele, a mentira dos outros deve ser regulada; a que favorece sua narrativa vira “dado concreto”.
Lula só engana quem ainda aceita ser enganado.
O sistema está apavorado com a possível vitória de Flávio Bolsonaro.
Abutres. Agora vão proteger mentiras e “fazer o diabo”. Parasitas.
Mais 4 ministros de Lula no Supremo e o Brasil acaba de vez.